1 registro encontrado - programa Programa de Pós-Graduação em Ciências Econômicas E área de concentração Desenvolvimento Econômico
Liberalização, crise e rearranjo macroeconômico da ASEAN-4 e da Coréia do Sul
Almeida, Rodrigo Bonecini de, 1987-
DISSERTAÇÃO - Português
Número de chamada: T/UNICAMP AL64L
Publicação: Campinas, SP : [s.n.], 2013.
Assunto: Desenvolvimento econômico
Resumo: A partir dos anos 1980 medidas de liberalização da economia foram amplamente disseminadas para os países periféricos, principalmente pelas...
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Resumo
Resumo: A partir dos anos 1980 medidas de liberalização da economia foram amplamente disseminadas para os países periféricos, principalmente pelas instituições multilaterais de Bretton Woods. Desde então os países da periferia não adotaram de maneira homogênea este conjunto de reformas econômicas e reorientações de políticas econômicas. Num primeiro momento a dissertação enfatiza como Filipinas, Tailândia, Malásia, Indonésia (Asean-4) e Coréia do Sul seguiram alguns dos preceitos de liberalização econômica, dentre as quais se sobressaíram à abertura das contas financeiras do balanço de pagamentos e a desregulação de diversos mercados domésticos, inclusive o financeiro. Em seguida, aponta-se como a execução destas e de outras medidas tiveram como consequência o surgimento da crise asiática na segunda metade da década de 1990, interrompendo por alguns anos o processo de desenvolvimento dos países afetados. Na década subsequente não ocorreu semelhante episódio. Parte-se da hipótese de que a estes países, para evitarem novas crises e manterem suas economias em trajetórias sustentáveis de desenvolvimento, reviram de forma exitosa suas políticas macroeconômicas no início do século XXI, adequando-as a um contexto de integração produtiva regional na Ásia e de expansão internacional da demanda agregada. Nesse sentido, o objetivo da dissertação é compreender como, neste contexto regional e internacional, a desvalorização do câmbio e sua estabilização por meio de intervenção governamental via acumulação de reservas, taxas de juros cadentes e maior ativação da política fiscal destes países na pós-crise permitiram menor instabilidade em meio a uma trajetória de forte crescimento
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