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Type: Artigo de periódico
Title: Effects of light stress on the growth of the epiphytic orchid Cattleya forbesii Lindl. X Laelia tenebrosa Rolfe
Title Alternative: Efeitos do estresse luminoso sobre o crescimento da orquídea epífita Cattleya forbesii Lindl. X Laelia tenebrosa Rolfe
Abstract: Considering the performance of CAM epiphytes under high levels of radiation or in shaded environments, with growth rate proportional to light intensity, the objective of this work was to evaluate the effects of long-term light stress on the growth of a Brazilian epiphytic orchid, Cattleya forbesii Lindl. X Laelia tenebrosa Rolfe. Two groups of plants were used in the first experiment, one under 90% (@ 1,650 µmol.m-2.s-1) of Photosynthetically Active Radiation (PAR) and the other maintained under 22.5% (@ 400 µmol.m-2.s-1). In the second experiment the diffusive resistance, transpiration rate and fluorescence levels were monitored for plants that were under 22.5% of PAR, under 90% and plants transferred from 22.5 to 90%. Our results show that light intensity interfered with growth and development of this orchid. Data on the changes in pseudobulb volume throughout the time course of growth suggest that water and reserves stored in the back shoots are translocated to the current shoot. Regarding stomatal resistance, plants under 22.5% of PAR reached a largest stomatal aperture during the night, whereas those under 90% only after dawn. After transfer from 22.5% PAR to 90% PAR the ratio of Fv/Fm decreased from approximately 0.8 to 0.7. This suggests the limitation of photoprotection mechanisms in the leaf and the results observed after the transfer of plants from 22.5% to 90% reinforce the possibility that a photoinhibition is reflected in a decrease in growth rate.
Baseado no desempenho de plantas epífitas com metabolismo CAM, em ambientes sombreados ou sob alta irradiância, com taxa de crescimento proporcional à intensidade luminosa, o objetivo deste trabalho foi avaliar os efeitos do estresse luminoso prolongado sobre o crescimento de uma orquídea epífita brasileira, Cattleya forbesii Lindl. X Laelia tenebrosa Rolfe. No primeiro experimento, dois grupos de plantas foram empregados, sendo que um grupo foi mantido sob 90% da radiação fotossinteticamente ativa (RFA) (@ 1.650 µmol.m-2.s-1) e o outro sob 22,5% (@ 400 µmol.m-2.s-1). No segundo experimento, a resistência difusiva, a taxa de transpiração e os níveis de fluorescência foram monitorados em plantas sob 90% da RFA, 22,5% da RFA e em plantas transferidas de 22,5 para 90% da RFA. Nossos resultados indicam que a alta intensidade luminosa reduziu o crescimento e o desenvolvimento desta orquídea. Dados da variação no volume dos pseudobulbos durante o crescimento sugerem que a água e as reservas armazenadas nos pseudobulbos mais velhos podem ter sido transferidas para o pseudobulbo mais novo. Considerando a resistência estomática, os estômatos das plantas submetidas à 22,5% da RFA atingiram a sua maior abertura durante à noite, enquanto que nas plantas sob 90% da RFA a maior abertura estomática ocorreu somente ao amanhecer. Após a transferência de 22,5% para 90% do RFA, a razão Fv/Fm diminuiu de aproximadamente 0,8 para 0,7. Isto sugere a restrição dos mecanismos de fotoproteção na folha e os resultados observados, após a transferência de plantas de 22,5% para 90% do RFA, reforçam a possibilidade de que a fotoinibição implicou numa diminuição da taxa de crescimento.
Subject: Photoinhibition
Editor: Sociedade Botânica de São Paulo
Rights: aberto
Identifier DOI: 10.1590/S0100-84042002000200011
Date Issue: 1-Jun-2002
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