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Type: Artigo de periódico
Title: Comparação da FiO2 fornecida por sete modelos de sistema balão-máscara auto-inflável
Title Alternative: Comparación de la FiO2 suministrada por siete modelos de sistema balón-máscara autoinflable
Comparison of the FiO2 delivered by seven models of the self-inflating bag-mask system
Author: Godoy, Armando Carlos Franco de
Vieira, Ronan José
Abstract: BACKGROUND AND OBJECTIVES: Since resuscitators with self-inflating bag-mask systems manufactured and/or commercialized in Brazil are widely available and used in health services, both out- and intra-hospitals, the objective of this study was to determine the O2 fractions delivered by seven resuscitators receiving different O2 flows. METHODS: Seven resuscitators with self-inflating bag-mask systems were tested at the Respiratory Unit of the HC/UNICAMP. A wall O2 flowmeter was connected to the resuscitator that received an O2 flow of 1, 5, 10, and 15 L.min-1 and those were connected to a test lung. Resuscitators capable of being connected to an O2 reservoir were tested with and without this accessory. Twenty consecutive measurements were performed and the mean determined. RESULTS: Only one resuscitator delivered and O2 fraction slightly below the accepted limit (0.80) when used with the O2 reservoir. Without this device, all resuscitators achieved the minimal limit of O2 fraction (0.40). Resuscitators not capable of being connected to an O2 reservoir delivered a higher O2. CONCLUSIONS: All resuscitators capable of being connected to an O2 reservoir delivered a higher O2 concentration when connected to this device. Resuscitators that do not have this capability delivered a higher O2 concentration than the ones that could be connected to this device but are used without it.
JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Devido ao fato dos reanimadores com sistema balão-máscara auto-infláveis fabricados e/ou comercializados no Brasil serem amplamente disponíveis e utilizados em serviços de saúde extra e intra-hospitalares, este estudo teve o objetivo de determinar as frações de O2 ofertadas por sete reanimadores recebendo diferentes fluxo de O2. MÉTODO: Sete reanimadores com sistema balão-máscara auto-infláveis foram testados na Unidade Respiratória do HC/UNICAMP. Um fluxômetro de O2 de parede foi conectado ao reanimador que recebia fluxo de O2 de 1, 5, 10 e 15 L.min-1, sendo estes conectados a um pulmão-teste. Os reanimadores que têm a capacidade de se conectar um reservatório de O2 foram testados com e sem esse acessório. Foram efetuadas 20 medidas consecutivas e determinada a média. RESULTADOS: Apenas um reanimador apresentou oferta de fração de O2 pouco abaixo do limite mínimo preconizado (0,80), quando utilizado com o reservatório de O2. Sem esse dispositivo acoplado todos os reanimadores atingiram o limite mínimo de fração de O2 preconizada (0,40). Os reanimadores que não apresentam a possibilidade de acoplar o reservatório de O2 apresentaram maior oferta de O2 em relação aos outros reanimadores. CONCLUSÕES: Todos os reanimadores que possuem a opção de acoplagem do reservatório de O2 forneceram maior concentração de O2 com esse acessório. Os reanimadores que não têm possibilidade de acoplar o reservatório de O2 apresentaram maior oferta de O2 em relação aos outros que podem ser acoplados ao reservatório quando usados sem esse acessório.
JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: Debido al hecho de que los reanimadores con sistema balón -máscara autoinflables fabricados y/o comercializados en Brasil están ampliamente al alcance y que son utilizados en servicios de salud extra e intrahospitalarios, este estudio tuvo el objetivo de determinar las fracciones de O2 ofertadas por siete reanimadores recibiendo diferentes flujos de O2. MÉTODO: Siete reanimadores con sistema balón-máscara autoinflables fueron probados en la Unidad Respiratoria del HC/UNICAMP. Un fluxómetro de O2 de pared fue conectado al reanimador que recibía flujo de O2 de 1, 5, 10 y 15 L.min-1, siendo que ellos se conectaron a un pulmón test. Los reanimadores que poseen la capacidad de conectarse a un reservorio de O2 se probaron con y sin ese accesorio. Se efectuaron 20 medidas consecutivas y se determinó el promedio. RESULTADOS: Apenas un reanimador presentó oferta de fracción de O2 poco por debajo del límite mínimo preconizado (0,80), cuando se usó con el reservorio de O2. Sin ese dispositivo acoplado, todos los reanimadores alcanzaron el límite mínimo de fracción de O2 preconizada (0,40). Los reanimadores que no presentaron la posibilidad de acoplar el reservorio de O2 presentaron una mayor oferta de O2 con relación a los otros reanimadores. CONCLUSIONES: Todos los reanimadores que poseen la opción de acoplamiento del reservorio de O2, suministraron una mayor concentración de O2 con ese accesorio. Los reanimadores que no tienen la posibilidad de acoplar el reservorio de O2 presentaron una mayor oferta de O2 con relación a los otros que sí pueden ser acoplados al reservorio cuando se usan sin ese accesorio.
Subject: EQUIPAMENTOS
EQUIPMENT
Editor: Sociedade Brasileira de Anestesiologia
Rights: aberto
Identifier DOI: 10.1590/S0034-70942009000100004
Address: http://dx.doi.org/10.1590/S0034-70942009000100004
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942009000100004
Date Issue: 1-Feb-2009
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