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Type: Artigo
Title: Dimensions of self-rated health in older adults
Title Alternative: Dimensões da autoavaliação de saúde em idosos
Author: Borim, Flávia Silva Arbex
Neri, Anita Liberalesso
Francisco, Priscila Maria Stolses Bergamo
Barros, Marilisa Berti de Azevedo
Abstract: OBJECTIVE: To analyze the association between negative self-rated health and indicators of health, wellbeing and sociodemographic variables in older adults. METHODS: Cross-sectional study that used data from a population-based health survey with a probability cluster sample that was carried out in Campinas, SP, Southeastern Brazil, in 2008 and 2009. The participants were older adults (≥ 60 years) and the dependent variable was self-rated health, categorized as: excellent, very good, good, bad and very bad. The adjusted prevalence ratios were estimated by means of Poisson multiple regression. RESULTS: The highest prevalences of bad/very bad self-rated health were observed in the individuals who never attended school, in those with lower level of schooling, with monthly per capita family income lower than one minimum salary. Individuals who scored five or more in the physical health indicator also had bad self-rated health, as well as those who scored five or more in the Self-Reporting Questionnaire 20 and those who did not refer feeling happiness all the time. CONCLUSIONS: The independent effects of material life conditions, physical and mental health and subjective wellbeing, observed in self-rated health, suggest that older adults can benefit by health policies supported by a global and integrative view of old age
metadata.dc.description.abstractalternative: OBJETIVO: Analisar associação entre autoavaliação negativa de saúde e indicadores de saúde, bem-estar e variáveis sociodemográficas em idosos. MÉTODOS: Estudo transversal utilizando dados de inquérito de saúde de base populacional com amostra probabilística por conglomerados, realizado em Campinas, SP, em 2008 e 2009. Os participantes eram idosos (≥ 60 anos) e a variável dependente foi autoavaliação de saúde, categorizada em: excelente, muito boa, boa, ruim e muito ruim. As razões de prevalências ajustadas foram estimadas por meio de regressão múltipla de Poisson. RESULTADOS: Maior prevalência de autoavaliação de saúde como ruim/muito ruim foi observada nos indivíduos que nunca estudaram, naqueles com menor escolaridade, com renda familiar per capita mensal inferior a um salário mínimo. Tiveram também pior autoavaliação de saúde aqueles com pontuação igual ou maior a cinco no indicador de saúde física, cinco ou mais no Self Reporting Questionnaire 20 e os que não referiram sentimento de felicidade todo o tempo. CONCLUSÕES: Os efeitos independentes das condições materiais de vida, saúde física e mental e bem-estar subjetivo, observados sobre a autoavaliação de saúde, sugerem que idosos podem ser beneficiados por políticas de saúde apoiadas numa visão global e integrativa da velhice
Subject: Desigualdades em saúde
Country: Brasil
Editor: USP/Faculdade de Saúde Pública
Rights: Aberto
Identifier DOI: 10.1590/S0034-8910.2014048005243
Address: https://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-89102014000500714
Date Issue: 2014
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