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dc.contributor.CRUESPUNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINASpt_BR
dc.contributor.authorunicampBastos, Tássia Fraga-
dc.contributor.authorunicampBarros, Marilisa Berti de Azevedo-
dc.typeArtigopt_BR
dc.titleMen's health: a population-based study on social inequalitiespt_BR
dc.title.alternativeA saúde dos homens: desigualdades sociais em estudo de base populacionalpt_BR
dc.contributor.authorBastos, Tássia Fraga-
dc.contributor.authorAlves, Maria Cecília Goi Porto-
dc.contributor.authorBarros, Marilisa Berti de Azevedo-
dc.contributor.authorCesar, Chester Luiz Galvão-
dc.subjectSaúde do homempt_BR
dc.subjectIniquidade socialpt_BR
dc.subjectInquéritos epidemiológicospt_BR
dc.subject.otherlanguageSocial inequitypt_BR
dc.subject.otherlanguageHealth surveyspt_BR
dc.subject.otherlanguageMen's healthpt_BR
dc.description.abstractThis study evaluates social inequalities in health according to level of schooling in the male population. This was a cross-sectional, population-based study with a sample of 449 men ranging from 20 to 59 years of age and living in Campinas, São Paulo State, Brazil. The chi-square test was used to verify associations, and a Poisson regression model was used to estimate crude and adjusted prevalence ratios. Men with less schooling showed higher rates of alcohol consumption and dependence, smoking, sedentary lifestyle during leisure time, and less healthy eating habits, in addition to higher prevalence of bad or very bad self-rated health, at least one chronic disease, hypertension, and other health problems. No differences were detected between the two schooling strata in terms of use of health services, except for dental services. The findings point to social inequality in health-related behaviors and in some health status indicators. However, possible equity was observed in the use of nearly all types of health servicespt_BR
dc.relation.ispartofCadernos de saúde públicapt_BR
dc.relation.ispartofabbreviationCad. saúde públicapt_BR
dc.publisher.cityRio de Janeiro, RJpt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisherEscola Nacional de Saúde Publicapt_BR
dc.date.issued2012-
dc.date.monthofcirculationNov.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.description.volume28pt_BR
dc.description.issuenumber11pt_BR
dc.description.firstpage2133pt_BR
dc.description.lastpage2142pt_BR
dc.rightsAbertopt_BR
dc.sourceSciELOpt_BR
dc.identifier.issn0102-311Xpt_BR
dc.identifier.eissn1678-4464pt_BR
dc.identifier.doi10.1590/S0102-311X2012001100013pt_BR
dc.identifier.urlhttps://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-311X2012001100013pt_BR
dc.date.available2020-08-27T15:38:05Z-
dc.date.accessioned2020-08-27T15:38:05Z-
dc.description.provenanceSubmitted by Cintia Oliveira de Moura (cintiaom@unicamp.br) on 2020-08-27T15:38:05Z No. of bitstreams: 0. Added 1 bitstream(s) on 2021-01-04T15:14:23Z : No. of bitstreams: 1 S0102-311X2012001100013.pdf: 188850 bytes, checksum: 080d6abd1b3c758ecf862f8090207ea1 (MD5)en
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dc.identifier.urihttp://repositorio.unicamp.br/jspui/handle/REPOSIP/348129-
dc.contributor.departmentsem informaçãopt_BR
dc.contributor.departmentDepartamento de Saúde Coletivapt_BR
dc.contributor.unidadeFaculdade de Ciências Médicaspt_BR
dc.description.abstractalternativeEste trabalho avalia as desigualdades sociais em saúde, segundo escolaridade, na população masculina. Trata-se de um estudo transversal de base populacional, envolvendo 449 homens, de 20 a 59 anos, residentes em Campinas, São Paulo, Brasil. Realizou-se o teste qui-quadrado para verificar as associações e o modelo de regressão de Poisson para estimar as razões de prevalência brutas e ajustadas. O segmento de menor escolaridade apresentou maiores proporções de consumo e dependência de bebida alcoólica, tabagismo, sedentarismo e de consumo alimentar menos saudável, além de maiores prevalências de autoavaliação da saúde como ruim/muito ruim, pelo menos uma doença crônica, hipertensão, dentre outros problemas de saúde. Não foram detectadas diferenças entre os segmentos com relação ao uso de serviços de saúde, à exceção da utilização de serviços odontológicos. Os achados revelam que há desigualdade social na maioria dos comportamentos relacionados à saúde e em alguns indicadores de estado de saúde. Entretanto, observou-se possível equidade no uso de praticamente todos os serviços de saúdept_BR
dc.identifier.sourceS0102-311X2012001100013pt_BR
dc.creator.orcid0000-0003-0043-9649pt_BR
dc.creator.orcid0000-0003-3974-195Xpt_BR
dc.type.formArtigopt_BR
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