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Type: Artigo
Title: Teste e reteste da avaliação da espasticidade e sinais mecanomiográficos de flexores e extensores de cotovelo em atleta de bocha paralímpica com paralisia cerebral : estudo piloto
Title Alternative: Test and retest of spasticity and mechanomyographic signs of elbow flexors and extenders in paralympic boccia athlete who has cerebral palsy : pilot study
Author: Santos, E. da L. dos
Fernandes Vara, M. de F.
Ranciaro, M.
Strasse, W. auf der
Nogueira Neto, G. N.
Nogueira, C. D.
Gorla, J. I.
Nohama, P.
Abstract: Avaliar a eficácia da mecanomiografia (MMG) para classificação de atletas na bocha paralímpica. Neste estudo piloto; o voluntário selecionado com Paralisia Cerebral; foi avaliado empregando o teste de espasticidade (ASAS) nos braços direito e esquerdo; coletados os dados de mecanomiografia durante esse teste; por meio de dois sensores de MMG. O sensor 1 foi fixado na superfície da pele; no ponto motor dos flexores do cotovelo e o sensor 2; no ponto motor dos extensores do cotovelo. Os sinais de MMG foram processados utilizando o software MATLAB®; no qual o desvio padrão foi determinado para cada eixo de cada sensor; como também a média dos desvios entre sessões para os lados direito e esquerdo dos músculos flexores e extensores dispostos para cada avaliador. Constataram-se diferenças numéricas entre as médias dos desvios para cada avaliador do mesmo grupo muscular do mesmo braço; porém; estas diferenças são sutis e mostram um padrão para o sinal mecanomiográficos mesmo quando diferentes avaliadores utilizam realizam o teste. Conclui-se que a MMG é viável na utilização de identificação espasticidade e os valores da média de todas as avaliações dos avaliadores 1 e 2 no grupo de flexores (MSD) foi mantida entre 0; 1723 mV (Y) e 0; 1225 mV (Z); 0; 1904 (Y) mV a 0; 1601mV (Z); não havendo divergência entre os avaliadores; mas caso houvesse o MMG seria fundamental na avaliação de espasticidade
metadata.dc.description.abstractalternative: The study aimed to evaluate the effectiveness of mechanomyography (MMG) in the classification of Paralympic boccia athletes. In this pilot study; the volunteer selected with Cerebral Palsy was evaluated using the spasticity test (ASAS) on the right and left arms; collecting mechanomyographic data during this test; using two MMG sensors. Sensor 1 was fixed to the skin surface at the motor point of the elbow flexors and sensor 2 was fixed to the motor point of the elbow extensors. MMG signals were processed using the MATLAB® software; in which the standard deviation was determined for each axis of each sensor; as well as the average of the deviations between sessions for the right and left sides of the flexor and extensor muscles arranged for each evaluator. Results: There were numerical differences between the mean deviations for each rater of the same muscle group in the same arm; however; these differences are subtle and show a pattern for the mechanomyographic signal even when different evaluators use perform the test. It was concluded that MMG is viable in the use of spasticity identification and the mean values ​​of all evaluations of evaluators 1 and 2 in the flexor group (MSD) were kept between 0.1723 mV (Y) and 0.1225 mV ( Z); 0.1904 (Y) mV to 0.1601 mV (Z); with no divergence among the evaluators; but if there was the MMG it would be fundamental in the evaluation of spasticity
Subject: Paralisia cerebral
Country: Brasil
Editor: UNICAMP/FEF
Rights: Aberto
Identifier DOI: 10.20396/conex.v17i0.8658252
Address: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/conexoes/article/view/8658252
Date Issue: 2019
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