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DC FieldValueLanguage
dc.contributor.CRUESPUNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINASpt_BR
dc.contributor.authorunicampCarreão, Victor-
dc.typeArtigopt_BR
dc.titleLinguistic evaluation and variation: accent marks in the opinion of louveirensespt_BR
dc.title.alternativeAvaliação linguística e variação: marcas de sotaque na opinião dos louveirensespt_BR
dc.contributor.authorCarreao, Victor-
dc.subjectLinguagem e línguas - Variaçãopt_BR
dc.subject.otherlanguageLanguage and languages - Variationpt_BR
dc.description.abstractLinguistic evaluation is portrayed and explored in sociolinguistic studies in various ways (e.g. LABOV, 2008 [1972]; KROCH, 1995). In this paper, we discuss the ways in which speakers are asked, in sociolinguistic interviews, about their perceptions and evaluations of accent: what the speakers understand by this term and how the opinion about their own accent can be correlated to the production of linguistic variables. Firstly, we compare how these questions are asked in three studies of Brazilian Portuguese (BARBOSA, 2002; OUSHIRO, 2015; CARREAO, 2018). Secondly, we focus on data about Louveira (a city in the countryside of Sao Paulo state, but rather close to the state capital, also named Sao Paulo), which shows a correlation between opinions on accent and the production of two linguistic variables: (i) (t,d) followed by [i] - variably pronounced as dental stops [t, d] or africates [t integral, d(3)]; and (ii) coda (-r) - variably pronounced as retroflex [(sic)] or tap [(sic)]. Louveira's less common variants ([t, d] and [(sic)]) correlate in production to accent evaluation by the speakers. Considering that accents tend to be ranked in comparison to one another (see BARBOSA, 2002), we discuss how the opposition "capital vs. countryside" is operationalized in Louveira. The cities that exert the greatest influence on speakers also determine which values (positive or negative/stigmatized) are attributed to certain linguistic variantspt_BR
dc.relation.ispartofRevista de estudos da linguagempt_BR
dc.publisher.cityBelo Horizonte, MGpt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisherUFMG/Faculdade de Letraspt_BR
dc.date.issued2019-
dc.language.isoengpt_BR
dc.description.volume27pt_BR
dc.description.issuenumber4pt_BR
dc.description.firstpage1649pt_BR
dc.description.lastpage1670pt_BR
dc.rightsAbertopt_BR
dc.sourceWOSpt_BR
dc.identifier.issn0104-0588pt_BR
dc.identifier.eissn2237-2083pt_BR
dc.identifier.doi10.17851/2237-2083.27.4.1649-1670pt_BR
dc.identifier.urlhttp://periodicos.letras.ufmg.br/index.php/relin/article/view/14387pt_BR
dc.date.available2020-05-14T13:18:56Z-
dc.date.accessioned2020-05-14T13:18:56Z-
dc.description.provenanceSubmitted by Thais de Brito Barroso (tbrito@unicamp.br) on 2020-05-14T13:18:56Z No. of bitstreams: 0. Added 1 bitstream(s) on 2020-08-27T19:17:11Z : No. of bitstreams: 1 000489755000004.pdf: 412583 bytes, checksum: c2d3dd84094e8ef14273e09e4057d6f9 (MD5)en
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dc.identifier.urihttp://repositorio.unicamp.br/jspui/handle/REPOSIP/341387-
dc.contributor.departmentSem informaçãopt_BR
dc.contributor.unidadeInstituto de Estudos da Linguagempt_BR
dc.description.abstractalternativeA avaliação linguística é retratada e explorada de diferentes maneiras em estudos sociolinguísticos (como em LABOV, 2008 [1972]; KROCH, 1995). Neste trabalho, coloca-se em pauta a maneira pela qual é possível perguntar aos falantes sobre suas percepções e avaliações linguísticas em torno da noção de “sotaque”: o que os falantes entendem por esse termo e como a opinião sobre seu próprio sotaque pode se correlacionar à produção de variantes linguísticas. Para tanto, em um primeiro momento verificamos como são feitos esses questionamentos em três trabalhos sociolinguísticos acerca do português brasileiro (BARBOSA, 2002; OUSHIRO, 2015; CARREÃO, 2018). Em um segundo momento, concentramo-nos em dados sobre a cidade de Louveira (no interior do estado de São Paulo, mas próxima à capital), que revelam correlação entre a opinião sobre sotaque e a realização de duas variáveis linguísticas: (i) (t, d) diante da vogal [i] – cujas variantes são dentais (t, d) ou africadas [tʃ, dʒ]; e (ii) a realização de (-r) em coda silábica – cujas variantes são o retroflexo [ɻ] ou o tepe [ɾ]. As variantes menos comuns no município ([t, d] e [ɾ]) estão correlacionadas à opinião dos falantes sobre sotaque. Considerando-se que um sotaque é sempre classificado em comparação a outro (segundo BARBOSA, 2002), interessa verificar como a oposição “capital vs. interior” opera em Louveira. As cidades que exercem maior influência sobre os falantes são aqueles que, aparentemente, ditam o valor e o estigma atribuídos a determinados traços linguísticospt_BR
dc.subject.keywordLinguistic evaluationpt_BR
dc.subject.keywordAccentpt_BR
dc.subject.keywordSocioeconomic changespt_BR
dc.identifier.source000489755000004pt_BR
dc.creator.orcidSem informaçãopt_BR
dc.type.formArtigopt_BR
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