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Type: Artigo de periódico
Title: Tempo e o percentual de alongamento estático influenciam a resposta mecânica do tendão?
Title Alternative: How does static stretching influence the tendons mechanical response?
Author: Rossetto, Nathalia Polisello
Fabbro, Inácio Maria Dal
Piedade, Sérgio Rocha
Abstract: OBJECTIVE: Analyze in vitro the mechanical response of bovine calcaneus tendons subjected to static stretching in three different intervals (15, 30, 45 s). METHODS: Six groups of bovine calcaneus tendons (n=10) were formed according to the static stretching protocol: three different intervals (15, 30, 45 s) and initial stretching percentage (2.5% and 3.5%). The control group (n=10) did not perform prior stretching. At the end of the stretching tests, the specimens were subjected to stress rupture tests. RESULTS: The values for force relaxation presented stability after the 30th second (p<0.0001) at both levels of deformation. Greater force relaxation (p<0.0026) and the least tensile strength (p=0.0123) was observed in the group that was subjected to the highest stretch percentage (3.5%). No difference was observed between the rupture parameters of the stretch and control groups. The variables, stretch duration and percentage did not demonstrate interaction. CONCLUSION: In relation to force relaxation, the 30 second interval seems to be the most effective when stretching tendons. This fact should be considered when establishing new clinical stretching protocols. Laboratory investigation.
OBJETIVO: Analisar in vitro, a resposta mecânica de tendões calcâneo bovino, submetidos ao alongamento estático e avaliar a influência do alongamento no evento lesivo. MÉTODOS: Seis grupos de espécimes de tendões calcâneos bovinos (n=10) foram submetidos a alongamento estático: três intervalos (15, 30, 45 segundos) e percentuais de alongamento inicial (2,5 e 3,5%). O grupo controle (n=10) não realizou alongamento prévio. Ao termino do ensaio de alongamento, os espécimes foram submetidos ao ensaio de ruptura. RESULTADOS: Os valores de relaxamento de força apresentaram estabilização a partir do trigésimo segundo (p<0.0001) nos dois níveis de deformação estudados. Foi observado maior relaxamento de força (p<0.0026) e menor tensão de ruptura (p = 0.0123) para o grupo submetido a maior taxa de alongamento percentual (3,5%). Não houve diferença nos parâmetros de ruptura entre os grupos alongamento e controle. As variáveis tempo e percentual de alongamento não apresentaram interação. CONCLUSÃO: Considerando-se o relaxamento de estresse, o intervalo de 30 segundos parece ser o mais efetivo no alongamento de tendões, fato a ser considerado no estabelecimento de novos protocolos clínicos de alongamento. Trabalho experimental.
Subject: Biomecânica
Colágeno
Tendões
Tempo
Biomechanics
Collagen
Tendons
Time
Editor: Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia
Rights: aberto
Identifier DOI: 10.1590/S1413-78522013000500003
Address: http://dx.doi.org/10.1590/S1413-78522013000500003
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-78522013000500003
Date Issue: 1-Jan-2013
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