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dc.contributor.CRUESPUNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINASpt_BR
dc.descriptionOrientador: Vicente Eudes Lemos Alvespt_BR
dc.descriptionTese (doutorado) - Universidade Estadual de Campinas, Instituto de Geociênciaspt_BR
dc.format.extent1 recurso online (183 p.) : il., digital, arquivo PDF.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.relation.requiresRequisitos do sistema: Software para leitura de arquivo em PDFpt_BR
dc.typeTESE DIGITALpt_BR
dc.titleDa roça ao território : identidade e prática socioespacial quilombola de circularidade cosmogônica no Piemonte da Diamantina, Bahia  pt_BR
dc.title.alternativeFrom "roça" to territory : identity and quilombola sociospatial practics of cosmogonic circularity in the Diamantina's Piedmont, Bahia  pt_BR
dc.contributor.authorJesus, Fábio Nunes de, 1971-pt_BR
dc.contributor.advisorAlves, Vicente Eudes Lemos, 1967-pt_BR
dc.contributor.institutionUniversidade Estadual de Campinas. Instituto de Geociênciaspt_BR
dc.contributor.nameofprogramPrograma de Pós-Graduação em Geografiapt_BR
dc.subjectLugarpt_BR
dc.subjectVida rural - Brasil, Nordestept_BR
dc.subjectDiáspora africanapt_BR
dc.subjectQuilombospt_BR
dc.subjectTerritorialidade - Brasilpt_BR
dc.subject.otherlanguagePlaceen
dc.subject.otherlanguageRural life - Brazil, Northeasten
dc.subject.otherlanguageAfrican diasporaen
dc.subject.otherlanguageQuilombosen
dc.subject.otherlanguageTerritoriality - Brazilen
dc.description.abstractResumo: A roça quilombola está em circularidade, com ela nos deslocamos em seu sentido diante do tempo e espaço de vivência. É um caminhar longo de descobertas e afirmações que reivindicam sua validade geográfica. Chamamos aqui de lugaridade este processo de significância e movimento, que permite ao sujeito conectar-se aos outros espaços e/ou lugares e também compor os novos lugares que, por necessidade, sejam necessários compreendê-los. Os territórios estariam assim conectados por redes de lugares experienciados e vividos que dialogam entre si em diferentes escalas espaciais. A roça é um desses lugares/territórios de mediação e redefinição dos sentidos, capaz de promover uma relação transtemporal, que pode acionar o lugar ou lugares, independente de sua força de localização geográfica, já que, na memória cultural, as distâncias reavivam e aproximam os indivíduos, além de redirecionarem suas ações e/ou deslocamentos. Terreiros, quintais, roças e quilombos não serão simples representações espaciais diante da força propulsora e cosmogônica que ultrapassara as estruturas clássicas do território brasileiro, estes constituíram espaços capazes de viabilizar um mundo marcado pela dimensão afro do pertencer. Tratando-se da origem quilombola no Brasil, a produção de lugares negros, invariavelmente, dependia da sua memória cosmogônica, cuja relação com o espaço territorial significava definir lugares de sociabilidade e resistência, ao dialogar com a temporalidade em curso, visto que a permanência e a alteridade simbólica significavam quebrar a rigidez cronológica do pensamento europeu instalado na produção e execução forçada da materialidade presente. São tramas de sentidos que nos remetem à circularidade de uma cosmogonia na busca do "remapeamento" das relações culturais. Entender a movimentação dos espaços negros mediante sua cosmovisão africana de prática socioespacial identitária de roça e quilombola significa colocar o território dos quilombos como um espaço social dinâmico e legado histórico que reside na memória e espacialidade de uma convivência coletiva marcada por vínculos identitários étnicos, culturais e religiosos, com fortes laços solidários, inclusive política e territorialmente distribuídos. Nos deslocamos e vivenciamos sobre o que conhecemos, o novo será real na medida em que experiencio ou vivo a experiência de tantos outros através da validade ou aceitação dos significados estabelecidos ou produzidos. Esta existência do indivíduo diante de fenômenos diversos, naturais e ou sociais, revela a busca presente nas geografias e seus diversos significados pensados e produzidos pelos negros brasileirospt
dc.description.abstractAbstract: The quilombola "roça" is in circularity, it moves us towards the time when and space where they lived. It is a walk along side discoveries and statements which claims their geographic validation. We call Sense of Place this process of significance and movement, which allows the subjects to connect with other places or locations as well as to compose new places. Hence, the territories would be connected by a net of experienced places, related to each other in various degrees of spatial scale. The "roça" is one of this places/spaces of mediation and redefinition of meaning. It has the capacity to promote a transtemporal relationship, regardless of its geographical location, since, in the cultural memory, distances can renew the individuals, as well as bring them closer together. "terreiros", "quintais", lands and quilombos will not be ordinary spatial representations in front of the cosmogonist driving force, which surpasses the classic structures of Brazilian territories; instead, they will constitute spaces capable of making possible a world marked by the African feeling of belonging. Regarding the quilombola origins in Brazil, the production of black people¿s places depended on their cosmogonist memory. Such places based their relationship with the territory on the formation of social places as well as places of resistance by relating to its own time. This ancestral african places are a network of meanings which remind us of the circularity of a cosmogony in the search for "remapping" the cultural relations. To understand the movement of black people¿s spaces regarding their African cosmovision of sociospatial identity practices from the quilombola "roça" means to regard the quilombola territories as social and dynamic spaces as well as historical legacy, which resides in the memory of a community characterized by their ethnical, cultural, religious and identity ties. We live, move and think, based on what we know, hence, something new will only become real as we experience it by ourselves or as we access this experience through others. This existence of an individual in the face of various phenomena, social or natural, reveals the search of the geographies and its many meaning produced by black Braziliansen
dc.publisher[s.n.]pt_BR
dc.date.issued2019pt_BR
dc.identifier.citationJESUS, Fábio Nunes de. Da roça ao território: identidade e prática socioespacial quilombola de circularidade cosmogônica no Piemonte da Diamantina, Bahia  . 2019. 1 recurso online (183 p.). Tese (doutorado) - Universidade Estadual de Campinas, Instituto de Geociências, Campinas, SP.pt_BR
dc.description.degreelevelDoutoradopt_BR
dc.description.degreedisciplineAnálise Ambiental e Dinâmica Territorialpt_BR
dc.description.degreenameDoutor em Geografiapt_BR
dc.contributor.committeepersonalnameMarandola Junior, Eduardopt_BR
dc.contributor.committeepersonalnameSilva Júnior, Roberto Donato dapt_BR
dc.contributor.committeepersonalnameCarril, Lourdes de Fatima Bezerrapt_BR
dc.contributor.committeepersonalnameDozena, Alessandropt_BR
dc.date.defense2019-07-30T00:00:00Zpt_BR
dc.date.available2019-12-11T19:26:18Z-
dc.date.accessioned2019-12-11T19:26:18Z-
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2019-12-11T19:26:18Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Jesus_FabioNunesDe_D.pdf: 5686711 bytes, checksum: c9c0910dc2c4fc71a2cad33a06d45206 (MD5) Previous issue date: 2019en
dc.identifier.urihttp://repositorio.unicamp.br/jspui/handle/REPOSIP/335680-
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