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Type: DISSERTAÇÃO DIGITAL
Degree Level: Mestrado
Title: Quimiorradioterapia com ou sem cirurgia no manejo do câncer escamocelular de esôfago de acordo com o volume de tratamento hospitalar : Chemoradiotherapy with or without surgery for oesophageal squamous cancer according to hospital volume
Title Alternative: Chemoradiotherapy with or without surgery for oesophageal squamous cancer according to hospital volume
Author: Duarte, Mateus Bringel Oliveira, 1991-
Advisor: Carvalheira, José Barreto Campello, 1971-
Abstract: Resumo: Contexto e Proposta O câncer escamocelular ainda é uma doença desafiadora com um prognóstico reservado. Embora estudos recentes tenham demonstrado que pacientes tratados com a CRT+S e em centros de alto volume de tratamento tenham melhores prognósticos, o impacto do volume de tratamento na quimiorradioterapia com (CRT+S) ou sem (CRT) cirurgia permanece desconhecido. Materiais e Métodos Nós realizamos uma análise retrospectiva de pacientes com câncer escamocelular de esôfago localmente avançado estadio II-III (não-T4) tratados com CRT ou CRT+S no estado de São Paulo, Brasil. As variáveis descritivas foram comparadas com o método de qui-quadrado depois da caracterização pelo volume hospitalar (alto volume, as 5 maiores instituições, ou baixo volume, as outras). A sobrevida global foi representada em um gráfico de Kaplan-Meier, foram realizados os testes log-rank e Cox proportional hazards. Por fim, foi realizado um teste de interação entre o volume de tratamento institucional e o tratamento realizado. Resultados Entre 2000 e 2013, 1347 pacientes foram analisados (77% realizaram CRT e 65.7% tratados em instituições de alto volume), com um seguimento mediano de 23,7 meses. A sobrevida mediana nos que realizaram CRT foi de 14.1 (IC 13.3 ¿ 15.3) meses e dos que realizaram CRT+S foi de 20.6 (IC 16.1 ¿ 24.9) meses. Na análise multivariada, o pacientes que realizaram a CRT tiveram uma pior sobrevida global (HR: 1.38, IC 1.19 ¿ 1.61, P<0.001) quando comparados à CRT+S. Hospitais de alto volume tiveram uma melhora sobrevida global (HR: 0.82, IC: 0.71 ¿ 0.94, P=0.004), quando comparados a hospitais de baixo volume. É importante ressaltar que a superioridade da CRT+S foi restrita a instituições de alto volume (CRT vs. CRT+S: HR: 1.56, IC: 1.29 ¿ 1.89, P<0.001), enquanto não houve diferença estatisticamente significativa em instituições de baixo volume (HR: 1.23, IC: 0.88 ¿ 1.43, P=0.350), com teste de interação significativo (p-interação= 0.035) Conclusão Nossos resultados demonstram que a superioridade da CRT+S sobre a CRT no manejo do câncer escamocelular de esôfago foi restrito à instituições de alto volume. Desta forma favorecendo a literatura em relação à centralização do tratamento do câncer de esôfago em centros de alto volume, especialmente em pacientes candidatos à CRT+S

Abstract: Background and Purpose Oesophageal squamous cell cancer is still a challeging disease with a dismal prognosis. However, recente series have shown that patients treated with CRT+S and in high volume centre have better outcomes. The impact of centre volume on chemoradiotherapy with (CRT+S) or without (CRT) surgery remains unknown. Materials and Methods We performed a retrospective analysis of patients with locally advanced stage II-III (non-T4) Oesophageal squamous cell cancer treated with CRT or CRT+S in São Paulo (SP) state, Brazil. Descriptive variables were assessed with the chi-squared test after the categorisation of hospital volume (high volume, top five higher volume, or low volume, others). Overall survival was assessed with Kaplan-Meier curves, log-rank tests and Cox proportional hazards. Finally, an interaction test between each facility¿s treatments was performed. Results Between 2000 and 2013, 1347 patients were analysed (77% with CRT and 65.7% treated in HV hospitals) with a median follow-up of 23.7 months. The median OS for CRT was 14.1 (CI: 13.3-15.3) and 20.6 (CI: 16.1¿24.9) months for CRT+S. In the multivariate analysis, CRT was associated with worse OS (HR: 1.38, CI: 1.19¿1.61, P<0.001) when compared to CRT+S. HV hospitals were associated with better OS (HR: 0.82, CI: 0.71¿0.94, P=0.004) compared with the LV arm. Importantly, CRT+S superiority was restricted to HV (CRT vs. CRT+S: HR: 1.56, CI: 1.29-1.89, P<0.001) while in LV there was no statistical significant difference (HR: 1.23, CI: 0.88-1.43, P=0.350), with a significant interaction test (pinteraction = 0.035). Conclusion Our data show that CRT+S is superior to CRT in treatment of OSCC exclusively in HV institutions. Favouring the literature trend to centralise oesophageal squamous cell cancer treatment in high volume centres, especially in those with CRT+S perspective
Subject: Neoplasias esofágicas
Quimiorradioterapia
Esofagectomia
Registros hospitalares
Neoplasias de células escamosas
Language: Multilíngua
Editor: [s.n.]
Citation: DUARTE, Mateus Bringel Oliveira. Quimiorradioterapia com ou sem cirurgia no manejo do câncer escamocelular de esôfago de acordo com o volume de tratamento hospitalar: Chemoradiotherapy with or without surgery for oesophageal squamous cancer according to hospital volume. 2019. 1 recurso online (81 p.). Dissertação (mestrado profissional) - Universidade Estadual de Campinas, Faculdade de Ciências Médicas, Campinas, SP.
Date Issue: 2019
Appears in Collections:FCM - Tese e Dissertação

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