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dc.contributor.CRUESPUNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINASpt_BR
dc.descriptionOrientador: Jaqueline Vilela Bulgarelipt_BR
dc.descriptionDissertação (mestrado profissional) - Universidade Estadual de Campinas, Faculdade de Odontologia de Piracicabapt_BR
dc.format.extent1 recurso online (40 p.) : il., digital, arquivo PDF.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.relation.requiresRequisitos do sistema: Software para leitura de arquivo em PDFpt_BR
dc.typeDISSERTAÇÃO DIGITALpt_BR
dc.titleConsumo de alimentos ultraprocessados em crianças acompanhadas pela equipe de Saúde da Família do município de Piracicabapt_BR
dc.title.alternativeConsumption of ultraprocessed foods in children accompanied by the Family Health team of the municipality of Piracicabapt_BR
dc.contributor.authorCainelli, Eveline Costa, 1987-pt_BR
dc.contributor.advisorBulgareli, Jaqueline Vilela, 1980-pt_BR
dc.contributor.institutionUniversidade Estadual de Campinas. Faculdade de Odontologia de Piracicabapt_BR
dc.contributor.nameofprogramPrograma de Pós-Graduação em Gestão e Saúde Coletivapt_BR
dc.subjectSuplementação alimentarpt_BR
dc.subjectLactentes - Nutriçãopt_BR
dc.subjectEstratégia Saúde da Famíliapt_BR
dc.subject.otherlanguageSupplementary feedingen
dc.subject.otherlanguageInfant nutritionen
dc.subject.otherlanguageFamily health strategyen
dc.description.abstractResumo: Alimentos ultraprocessados são alimentos conhecidos por possuírem altas concentrações de açúcares, gorduras saturadas e trans, alto teor de sódio e baixo teor de fibras. A alimentação ultraprocessada nos primeiros anos de vida pode gerar repercussões ao longo da vida, como o desenvolvimento de doenças crônicas não transmissíveis e carências nutricionais específicas. O presente trabalho avaliou a ingestão de alimentos ultraprocessados em crianças associados ao contexto socioeconômico e demográfico. Trata-se de um estudo analítico, do tipo transversal. Participaram do estudo 599 crianças entre seis meses a dois anos, cadastradas em unidades de saúde da família de um município de médio porte. A coleta de dados foi realizada com as mães das crianças, as quais foram abordadas em seus domicílios pelas pesquisadoras e por um agente comunitário de saúde da USF (unidade saúde da família) e responderam dois questionários, o primeiro referente ao contexto socioeconômico e demográfico e o segundo, o Marcador do Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional do Ministério da Saúde para crianças entre seis meses a dois anos. A variável dependente considerada foi a ingestão de alimentos ultraprocessados pela criança e as independentes foram: idade, estado civil e número de filhos da mãe, idade da criança, renda familiar, número de pessoas na casa, tipo de residência, nível de escolaridade materna, chefe da família, se a mãe trabalha fora do lar, se a casa possui televisão e/ou internet e se a família recebe auxílio do governo. Foi realizada análise de regressão logística múltipla, no nível de significância de 5%, para testar a associação entre a ingestão de alimentos ultraprocessados com as variáveis socioeconômicas e demográficas. Foi observado que 79,4% da amostra ingeriam alimentos ultraprocessados, 50,7% eram do sexo feminino, sendo 35,4% com idade entre seis meses a um ano, 33,9% com um a um ano e meio e 30,7% com um ano e meio a dois anos. A ingestão de alimentos ultraprocessados esteve associado com a idade da criança, entre um a dois anos (OR:3,89; IC:2,32-6,50 e OR:3,33; IC:2,00-5,56, respectivamente), com o número de pessoas que residiam na mesma casa (OR:1,94; IC:1,23-3,05) e com as famílias que recebiam auxílio do governo (OR:1,88; IC:1,15-3,04). Conclui-se que a ingestão de alimentos ultraprocessados por crianças no período da alimentação complementar pode ser influenciada por fatores socioeconômicos e demográficospt
dc.description.abstractAbstract: Ultraprocessed foods are foods known to have high concentrations of sugars, saturated and trans fats, high sodium content and low fiber content. Ultraprocessed food in the first years of life can have lifelong repercussions, such as the development of chronic noncommunicable diseases and specific nutritional deficiencies. The present study evaluated the ingestion of ultraprocessed foods in children associated to the socioeconomic and demographic context. It is an analytical, cross-sectional study. A total of 599 children aged between six months and two years, enrolled in family health units in a medium-sized municipality, participated in the study. Data collection was carried out with the mothers of the children, who were approached in their homes by the researchers and by a community health agent of the USF (family health unit) and answered two questionnaires, the first referring to the socioeconomic and demographic context and the second, the Marker of the Food and Nutrition Surveillance System of the Ministry of Health for children between six months and two years. The dependent variable considered was the ingestion of ultraprocessed foods by the child and the independent ones were: age, marital status and number of children of the mother, age of the child, family income, number of people in the household, type of residence, if the mother works outside the home, if the home has television and / or the internet, and if the family receives help from the government. A multiple logistic regression analysis was performed at the significance level of 5% to test the association between ingestion of ultraprocessed foods with socioeconomic and demographic variables. It was observed that 79.4% of the sample consumed ultraprocessed foods, 50.7% were female, 35.4% were aged between six months and one year, 33.9% with one and a half years and 30, 7% from one year and a half to two years. The consumption of ultraprocessed foods was associated with the age of the child, between one and two years (OR: 3.89; CI: 2.32-6.50 and OR: 3.33; CI: 2.00-5.56, respectively), whith the number of people living in the same household (OR: 1.94; CI: 1.23-3.05) and with families receiving government assistance (OR: 1.88, CI: 1,88; CI:1.15-3.04). It is concluded that the ingestion of ultraprocessed foods by children in the period of complementary feeding can be influenced by socioeconomic and demographic factorsen
dc.publisher[s.n.]pt_BR
dc.date.issued2018pt_BR
dc.identifier.citationCAINELLI, Eveline Costa. Consumo de alimentos ultraprocessados em crianças acompanhadas pela equipe de Saúde da Família do município de Piracicaba. 2018. 1 recurso online (40 p.) Dissertação (mestrado profissional) - Universidade Estadual de Campinas, Faculdade de Odontologia de Piracicaba, Piracicaba, SP. Disponível em: http://www.repositorio.unicamp.br/handle/REPOSIP/332325. Acesso em: 3 Dec. 2020.pt_BR
dc.description.degreelevelMestradopt_BR
dc.description.degreedisciplineGestão e Saúde Coletivapt_BR
dc.description.degreenameMestra em Gestão e Saúde Coletivapt_BR
dc.contributor.committeepersonalnameMigliato Sarracini, Karin Lucianapt_BR
dc.contributor.committeepersonalnameGuerra, Luciane Mirandapt_BR
dc.date.defense2018-01-26T00:00:00Zpt_BR
dc.date.available2020-12-04T02:19:04Z-
dc.date.accessioned2020-12-04T02:19:04Z-
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2020-12-04T02:19:04Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Cainelli_EvelineCosta_M.pdf: 914000 bytes, checksum: 0c6e4818df077ae85a8a56cb71f371fa (MD5) Previous issue date: 2018en
dc.identifier.urihttp://repositorio.unicamp.br/jspui/handle/REPOSIP/332325-
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