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Type: TESE DIGITAL
Degree Level: Doutorado
Title: Os limites da linguagem e o místico na filosofia de Arthur Schopenhauer
Title Alternative: The limits of language and the mystic in Arthur Schopenhauer's philosophy
Author: Picoli, Gleisy Tatiana, 1981-
Advisor: Giacoia Junior, Oswaldo, 1954-
Abstract: Resumo: Essa tese de doutorado visa explorar o lado místico de Schopenhauer. Mais precisamente, pretendemos investigar o momento em que o autor sai do âmbito filosófico e migra para o âmbito místico, o que ocorre no final do livro IV d¿ O Mundo, quando Schopenhauer discorre sobre a negação da vontade. O nosso intuito é provar a seguinte tese: Schopenhauer insere dogmas cristãos na §70 d¿ O Mundo, com o propósito de mostrar o QUÊ o mundo é. Nesse momento, o autor realiza uma troca de linguagem, substituindo a linguagem filosófica pela alegórica; e o motivo para tal explica-se pelo fato da linguagem filosófica ser incapaz de dizer estritamente o QUÊ o mundo é. Schopenhauer só pode dizê-lo não-estritamente (alegoricamente) feito os artistas e místicos, que mostram o QUÊ do COMO do mundo. A nossa intenção é deixar claro que aqueles dogmas presentes no final do livro IV d¿ O Mundo não são meras "lantejoulas" no sistema de Schopenhauer, isto é, eles não estão ali só para "enfeitar" o discurso filosófico do autor, com a ínfima tarefa de esclarecer o que foi dito. A tais dogmas, pelo contrário, cabe a função ímpar de mostrar o indizível

Abstract: This doctoral thesis aims to explore the mystical side of Schopenhauer. More precisely, we intend to investigate the moment in which the author leaves the philosophical sphere and migrates to the mystical sphere, which occurs at the end of the book IV of the World, when Schopenhauer talks about the negation of the will. Our intention is to prove the following thesis: Schopenhauer inserts Christian dogmas in §70 of the World, with the purpose of showing WHAT the world is. At that moment, the author makes a change of language, replacing the philosophical language with the allegorical one; and the reason for this is explained by the fact that philosophical language is incapable of strictly saying WHAT the world is. Schopenhauer can only say it non-strictly (allegorically) made the artists and mystics, which show the WHAT of the world. It is our intention to make it clear that those dogmas present at the end of Book IV of the World are not mere "sequins" in Schopenhauer's system, that is, they are not there only to "adorn" the author's philosophical discourse with task of clarifying what was said. To such dogmas, on the contrary, it is the odd function of showing the unspeakable
Subject: Schopenhauer, Arthur, 1788-1860
Linguagem - Filosofia
Misticismo
Language: Português
Editor: [s.n.]
Citation: PICOLI, Gleisy Tatiana. Os limites da linguagem e o místico na filosofia de Arthur Schopenhauer. 2018. 1 recurso online (175 p.). Tese (doutorado) - Universidade Estadual de Campinas, Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, Campinas, SP.
Date Issue: 2018
Appears in Collections:IFCH - Tese e Dissertação

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