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Type: Artigo de periódico
Title: Working conditions of Chagas' disease patients in a large Brazilian city
Title Alternative: Situação trabalhista do portador de doença de Chagas crônica, em um grande centro urbano
Author: Guariento, Maria Elena
Camilo, Maria Virgínia Fernandes
Camargo, Ana Maria Arruda
Abstract: This study evaluated the working conditions of Chagas' disease patients in the city of Campinas, São Paulo, focusing on two-hundred-fifty patients with steady employment and treated at the University Hospital (HC-FCM/Unicamp): 98% were working-age and 77.6% were men. The origin of the patients reflected the migratory process occurring among this population. Most of the patients had limited professional skills, while 63.6% had not finished primary school and 21.6% were illiterate. However, 63.6% were regularly employed under duly processed work contracts. Their jobs were mainly in general services (21.6%) and heavy industry (21.2%). Some 55% of the patients reported a monthly income less than or equal to U$100.00, and 40.4% reported having been fired at least once during the last ten years, in 8.9% of the cases because of a diagnosis of Chagas' disease. Of the patients undergoing pre-hiring physical examinations (57.2%), 9.1% were refused, 92.3% of whom due to positive serology for T. cruzi. Finally, 78.4% reported not belonging to a labor union. The study demonstrated the precarious working conditions and discrimination experienced by workers with Chagas' disease.
Este estudo avaliou a situação trabalhista dos chagásicos em Campinas (SP) e região. Entrevistaram-se 250 pacientes com vínculo trabalhista, acompanhados no HC-FCM/Unicamp: 98% integravam a faixa da população economicamente ativa e 76% eram homens. Sua origem confirmou o processo migratório vivido pelos mesmos. A maioria tinha pouca qualificação profissional, com 69,2% dos indivíduos com primeiro grau incompleto e 21,6% analfabetos. Porém, 63,6% estavam empregados com vínculo empregatício regulamentado, concentrando-se principalmente na prestação de serviços (21,6%) e indústria de transformação (21,2%). Dos entrevistados, 55,2% referiram receber até dois salários mínimos, e 40,4% afirmaram ter sido demitidos ao menos uma vez em dez anos, demissão associada ao diagnóstico da doença por 8,9% desses. Também dos 57,2% submetidos a exames admissionais, 9,1% foram recusados, 92,3% dos quais pela soropositividade. Quanto à participação em sindicatos, 78,4% negaram. Evidenciou-se a situação precária e a discriminação contra o trabalhador chagásico.
Subject: Doença de Chagas
Trypanosoma cruzi
Saúde Urbana
Trabalhadores
Chagas Disease
Trypanosoma cruzi
Urban Health
Workers
Editor: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz
Rights: aberto
Identifier DOI: 10.1590/S0102-311X1999000200022
Address: http://dx.doi.org/10.1590/S0102-311X1999000200022
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-311X1999000200022
Date Issue: 1-Apr-1999
Appears in Collections:Artigos e Materiais de Revistas Científicas - Unicamp

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