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dc.contributor.CRUESPUNIVERSIDADE DE ESTADUAL DE CAMPINASpt_BR
dc.typeArtigopt_BR
dc.titleVulnerabilidade Ambiental Da Planície Costeira De Caravelas (ba) Como Subsídio Ao Ordenamento Ambientalen
dc.title.alternativeEnvironmental Vulnerability Of The Caravelas (ba) Voastal Plain As Subsidy To Environmental Planningpt_BR
dc.contributor.authorSouzapt_BR
dc.contributor.authorSírius Oliveira; Valept_BR
dc.contributor.authorCláudia Câmara dopt_BR
unicamp.authorUniversidade Estadual de Campinas, Campinas São Paulo, Brasilpt_BR
unicamp.author.externalUniversidade Federal do Espírito Santo, Vitória Espírito Santo, Brasilpt_BR
dc.subjectGeomorfologia Costeiraen
dc.subjectPlanejamentoen
dc.subjectVulnerabilidadeen
dc.subjectCoastal Geomorphologyen
dc.subjectPlanningen
dc.subjectVulnerabilityen
dc.description.abstractA pressão de uso sobre as zonas costeiras e os seus efeitos sobre o equilíbrio dos ecossistemas têm sido um assunto, frequentemente, abordado na literatura científica. Tal situação leva os planejadores a procurarem sintetizar a informação científica para desenvolver modelos de estudos costeiros integrados. A partir destes estudos, objetivar-se-á neste trabalho analisar a vulnerabilidade ambiental da Planície Costeira de Caravelas, no Estado da Bahia (Brasil), por meio de técnicas de geoprocessamento, com o intuito de subsidiar o ordenamento ambiental. Nesta pesquisa foram elaborados índices de vulnerabilidade ambiental a partir da integração das características geológicas, pedológicas, clinográficas e de uso e ocupação da terra. As classes que apresentam vulnerabilidade muito alta e alta incluem os manguezais, os ambientes flúviolagunares e a linha de costa. Na classe que apresenta vulnerabilidade ambiental média estão incluídas áreas da planície costeira e as encostas dos tabuleiros. As classes de baixa e muito baixa vulnerabilidade abrangem os topos dos tabuleiros costeiros situados no trecho noroeste da área em estudo. Os resultados encontrados permitiram a compreensão dos diferentes graus de vulnerabilidade de cada unidade frente a determinadas pressões antrópicas, podendo ser utilizado como instrumento de ordenamento ambiental local e regional.en
dc.relation.ispartofSociedade & Naturezapt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Uberlândia, Instituto de Geografia, Programa de Pós-Graduação em Geografiapt_BR
dc.date.issued2016pt_BR
dc.identifier.citationSociedade & Natureza . Universidade Federal De Uberlândia, Instituto De Geografia, Programa De Pós-graduação Em Geografia, v. 28, n. 1, p. 147 - 159pt_BR
dc.language.isoPortuguêspt_BR
dc.description.volume28pt_BR
dc.description.issuenumber1pt_BR
dc.description.firstpage147pt_BR
dc.description.lastpage159pt_BR
dc.rightsabertopt_BR
dc.sourceScielopt_BR
dc.identifier.issn1982-4513pt_BR
dc.identifier.idScieloS1982-45132016000100147pt_BR
dc.identifier.urlhttp://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1982-45132016000100147&lng=pt&tlng=ptpt_BR
dc.date.available2017-08-30T17:37:40Z-
dc.date.accessioned2017-08-30T17:37:40Z-
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2017-08-30T17:37:40Z (GMT). No. of bitstreams: 1 S1982-45132016000100147.pdf: 29303487 bytes, checksum: aca5e9f0b2c3632af7f91d2cc22c4e5a (MD5) Previous issue date: 2016en
dc.identifier.urihttp://repositorio.unicamp.br/jspui/handle/REPOSIP/324858-
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