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Type: TESE DIGITAL
Title: Comparação de duas definições de fragilidade na avaliação de risco para morte em idosos participantes do estudo fibra Campinas
Title Alternative: Comparison of two frailty definitions in risk assessment for death of elderly people in campinas fibra study
Author: Pereira, Alexandre Alves, 1976-
Advisor: Neri, Anita Liberalesso, 1946-
Neri, Anita Liberalesso
Abstract: Resumo: Objetivo: Comparar duas definições operacionais de fragilidade na avaliação de risco para morte em idosos da comunidade. Método: Foram utilizados dois bancos de dados. O primeiro foi proveniente do estudo FIBRA (Fragilidade em Idosos Brasileiros), com amostra de 900 idosos residentes em Campinas. O segundo banco de dados utilizado foi o do Sistema de Informação de Mortalidade (SIM) da cidade de Campinas, que foi acessado semestralmente (2009 ¿ 2013). Foram incluídos 689 idosos (72,1 ± 5,3; 68,8% mulheres) que pontuaram acima da nota de corte do Mini-Exame do Estado Mental. Para avaliação da fragilidade foram utilizadas duas definições operacionais: fenótipo de fragilidade (fadiga, perda de peso não intencional, baixa força de preensão, lentidão na marcha, baixo nível de atividade física) que identifica a fragilidade pela presença de três ou mais itens, e índice de fragilidade que reflete os déficits acumulados pelo indivíduo ao longo da sua vida. Os dados de mortalidade foram obtidos por meio do Sistema de Informação de Mortalidade (SIM) da cidade de Campinas. As análises estatísticas incluíram os testes qui-quadrado, Mann-Whitney e Kruskal-Wallis para comparação das variáveis categóricas; regressão de Cox como medida de associação entre fragilidade e mortalidade, e análise de sobrevida por Kaplan-Meier. Resultados: A incidência de mortalidade foi de 8,2%. A prevalência de idosos frágeis pelo índice de fragilidade foi de 38,8%, a de pré-frágeis foi 51,6% e a de idosos robustos, de 9,6%. O valor médio do índice de fragilidade foi de 0,23 (desvio-padrão = 0,10), com amplitude na amostra total de 0,03 a 0,62. O valor médio foi maior nas mulheres do que nos homens. Idade e sexo masculino foram significativamente associados à mortalidade. Não foi observada associação entre o índice de fragilidade e mortalidade. Houve maior prevalência de frágeis pelo modelo do índice de fragilidade do que pelo modelo do fenótipo de fragilidade. Os idosos frágeis, indicados pelo fenótipo de fragilidade, tiveram maior risco de morte do que os idosos não frágeis. Conclusão: O modelo do fenótipo de fragilidade foi melhor preditor para mortalidade do que o índice de fragilidade. A comparação de definições operacionais de fragilidade pode fornecer informações sobre a acurácia das medidas na predição de eventos adversos nos idosos em diferentes populações

Abstract: Objective: To Compare two operational definition of frailty in risk assessment of death in community-dwelling elderly people. Methods: We used two databases. The first was the database of the FIBRA study (Fragilidade em Idosos Brasileiros), that was composed of 900 older adults resident in Campinas. The second was the database of the Mortality Information System (SIM) of Campinas that was assessed every 6 months from 2009 to 2013. There were included 689 older adults (72.1 ± 5.3; 68.8% women) who scored above the cutoff point for the Mini-Mental State Examination. We used two operational definitions to evaluate frailty: the frailty phenotype (exhaustion, unintentional weight loss, weakness, slowness, low activity) that identifies the frailty by the presence of three or more of the components, and the frailty index as a result of deficits accumulated by the individuals along their life course. The statistical analysis included Chi-square, Mann-Whitney and Kruskal-Wallis tests to compare categorical variables; Cox regression to evaluate the association between frailty and mortality, and Kaplan-Meier survival curve analysis. Results: The incidence of mortality was 8.2%. The prevalence of frail elderly according to the frailty index was 38.8%, the pre-frail were 51.6% and those who were robust were 9.6%. The average frailty index was 0.23 ± 0.10, ranging from 0.03 to 0.62. The average value was higher in women than in men. There was no association between frailty index and mortality, but being male and being age 75 and older corresponded to higher risk to death. The prevalence of frail elderly was higher in the frailty index model than in the frailty phenotype model According to the frailty phenotype, frail older adults had higher risk of death than did the non-frail. Conclusion: The frailty phenotype model was a better predictor of mortality in community-dwelling elderly than the frailty index model did. The comparison of operational definitions of frailty can provide insights into the accuracy in predicting adverse health outcomes in elderly people in different populations
Subject: Saúde do idoso
Idoso fragilizado
Mortalidade
Inquéritos epidemiológicos
Editor: [s.n.]
Date Issue: 2016
Appears in Collections:FCM - Tese e Dissertação

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