Please use this identifier to cite or link to this item: http://repositorio.unicamp.br/jspui/handle/REPOSIP/321046
Type: DISSERTAÇÃO DIGITAL
Degree Level: Mestrado
Title: Reparo da mielomeningocele através da mini-histerotomia = Fetal myelomeningocele repair through a mini-histerotomy
Title Alternative: Fetal myelomeningocele repair through a mini-histerotomy
Author: Botelho, Rafael Davi, 1978-
Advisor: Peralta, Cleisson Fabio Andrioli
Peralta, Cleisson Fabio Andriolli
Abstract: Resumo: Objetivo: Avaliar a viabilidade técnica do reparo da mielomeningocele fetal através de uma mini-histerotomia e descrever os resultados perioperatórios e perinatais de nossa experiência inicial. Materiais e Métodos: Estudo descritivo dos casos de correção MMC fetal através de mini-histerotomias realizadas entre 2014 e 2016. (jales pergunta do resto ¿ sugere dar ênfase às variáveis avaliadas ¿ o mesmo no artigo) Resultados: Quarenta e cinco mulheres foram submetidas à cirurgia fetal e 87% (39/45) dos fetos operados já nasceram. Uma correcção multicamada completa do defeito fetal foi possível em todos os casos. Não houve óbitos maternos, fetais ou neonatais. Não houve complicações maternas ou fetais ocorreram durante ou após a correção MMC fetal até a alta hospitalar materna. A média de idade gestacional (IG) no momento da cirurgia foi de 24,5 semanas (DP: 1,7; variação: 20,7-26,9). O comprimento médio da histerotomia foi de 3,05 cm (DP: 0,39; intervalo: 2,50-3,50). Apenas uma paciente (1/39 - 2,6%) apresentou uma separação corioamniótica. Nove pacientes (9/39 - 23,1%) tiveram ruptura prematura de membranas em um IG mediana de 34,1 semanas (variação: 31,1-36,0). A IG média no parto foi de 35,3 semanas (DP: 2,2; variação: 27,9-39,1). Noventa e cinco por cento (37/39) das pacientes apresentou a histerorrafia intacta no momento do parto. A colocação de derivação ventrículo-peritoneal foi necessária em 7,7% (3/39) dos recém-nascidos. Conclusão: O reparo da MMC fetal é viável através de uma mini-histerectomia. Esta abordagem parece estar associada com riscos reduzidos de parto muito pré-termo e complicações maternas, fetais e neonatais

Abstract: Objective: To present the thecnical feasibility of fetal myelomeningocele (MMC) repair through a mini-hysterotomy and to describe the perioperative and perinatal results from our initial experience. Methods: Descriptive study of cases of fetal MMC correction via mini-hysterotomies performed between 2014 and 2016. Results: Forty-five women underwent fetal surgery and 87% (39/45) have already delivered. A complete multilayer correction of the fetal defect was possible in all of the cases. There were no maternal, fetal or neonatal deaths. No maternal or fetal complications occurred during or after fetal MMC correction until maternal hospital discharge. Average gestational age (GA) at surgery was 24.5 weeks (SD: 1.7; range: 20.7 ¿ 26.9). The median hysterotomy length was 3.05 cm (SD: 0.39; range: 2.50 ¿ 3.50). Only one patient (1/39 ¿ 2.6%) experienced chorioamniotic separation. Nine patients (9/39 ¿ 23.1%) had premature preterm rupture of membranes at a median GA of 34.1 weeks (range: 31.1 ¿ 36.0). Average GA at delivery was 35.3 weeks (SD: 2.2; range: 27.9 ¿ 39.1). Ninety-five percent (37/39) of our patients had an intact hysterorrhaphy site at delivery. Ventriculoperitoneal shunt placement was necessary for 7.7% (3/39) of the neonates. Conclusion: Fetal MMC repair is feasible through a mini-hysterotomy. This approach appears to be associated with reduced risks of very preterm delivery and maternal, fetal and neonatal complications
Subject: Meningomielocele
Fetoscopia
Disrafismo espinal
Defeitos do tubo neural
Editor: [s.n.]
Date Issue: 2016
Appears in Collections:FCM - Tese e Dissertação

Files in This Item:
File SizeFormat 
Botelho_RafaelDavi_M.pdf916.21 kBAdobe PDFView/Open


Items in DSpace are protected by copyright, with all rights reserved, unless otherwise indicated.