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dc.contributor.CRUESPUNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINASpt_BR
dc.identifier(Broch.)pt_BR
dc.descriptionOrientadores: Adriana Maria Alves De Tommaso, Gabriel Hesselpt_BR
dc.descriptionDissertação (mestrado) - Universidade Estadual de Campinas, Faculdade de Ciencias Medicaspt_BR
dc.format.extent86f. : il.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.typeDISSERTAÇÃOpt_BR
dc.titleColelitiase não-hemolitica na infancia e na adolescencia : distribuição etaria, manifestações clinicas, diagnostico, fatores predisponentes, tratamento e complicações em 65 pacientespt_BR
dc.title.alternativeNon-hemolitic cholelithiasis in infancy and adolescence : etary distribution, clinical manifestations, fiagnosis, predisposal factors, treatment and complications in 65 patientspt_BR
dc.contributor.authorBottura, Ana Claudiapt_BR
dc.contributor.advisorDe Tommaso, Adriana Maria Alvespt_BR
dc.contributor.advisorTommaso, Adriana Maria Alves Dept_BR
dc.contributor.coadvisorHessel, Gabriel, 1960-pt_BR
dc.contributor.institutionUniversidade Estadual de Campinas. Faculdade de Ciências Médicaspt_BR
dc.contributor.nameofprogramPrograma de Pós-Graduação em Saúde da Criança e do Adolescentept_BR
dc.subjectColelitíasept_BR
dc.subjectAdolescentespt_BR
dc.subject.otherlanguageCholelithiasisen
dc.subject.otherlanguageAdolescenceen
dc.description.abstractResumo: Pouco se conhece sobre epidemiologia e melhor terapêutica da colelitíase na infância. Sabe-se que o número de casos é crescente e alguns necessitam de cirurgia e apresentam risco de complicações. Este estudo teve por objetivo avaliar os prováveis aspectos envolvidos na colelitíase, de etiologia não-hemolítica, em crianças e adolescentes, na tentativa de esclarecer aspectos relacionados a fatores de risco, quadro clínico, diagnóstico, bem como presença de doenças associadas, complicações, história familiar e as condutas terapêuticas realizadas. Foram avaliados 65 pacientes, de 0 a 18 anos, com colelitíase não-hemolítica, atendidos de janeiro de 1993 a dezembro de 2005 no Hospital de Clínicas da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas. O estudo foi descritivo, retrospectivo e prospectivo, utilizando-se dados obtidos por meio de prontuários e entrevistas. Os pais foram convocados para realização de ultra-sonografia abdominal para investigar colelitíase. A investigação laboratorial dos pacientes constou de perfil lipídico (colesterol total e frações e dosagem de triglicérides) e perfil hepático (aminotransferases e gama-glutamiltranspeptidase). Também foi realizado um estudo de caso-controle investigando a influência da colelitíase materna sobre a litíase nos filhos. Quarenta e seis dos 65 doentes eram do sexo feminino (70,77%), com predomínio das meninas nos escolares e adolescentes. Os brancos corresponderam a 69,23% (45/65) e a idade média ao diagnóstico foi de 9,85 anos. Foram sintomáticos 69,23% dos casos (45/65), principalmente acima dos 7 anos, e os principais sintomas e sinais foram: dor abdominal (45), vômitos (27), náuseas (22), empachamento pós-prandial (16), icterícia (12) e intolerância a alimentos gordurosos (9). A mediana de duração do início do quadro clínico até o diagnóstico foi de 6 meses. As condições associadas e fatores de risco estiveram presentes em 43 pacientes (66,15%), principalmente nos menores de 14 anos (freqüente prematuridade nos menores de 6 anos). As alterações do perfil hepático e do perfil lipídico ocorreram, respectivamente, em 21/43 (48,84%) e 14/49 casos (28,57%). Complicações (coledocolitíase e pancreatite) foram raras, com predomínio em adolescentes. A colecistectomia foi realizada em 51 pacientes (78,46%). Foram encontradas 10 mães com diagnóstico de colelitíase e 36 de 57 pacientes (63,16%) apresentavam história familiar de colelitíase. Os resultados permitem concluir que:1. O sexo feminino predominou, progressivamente, a partir do segundo grupo; 2. Queixas freqüentes foram: dor abdominal, vômitos, náuseas e empachamento; 3. O diagnóstico dos sintomáticos foi tardio; 4. Os pacientes acima de 7 anos foram os mais sintomáticos e os menores de 14 anos apresentaram maior positividade para doenças e fatores de risco associados; 5. Os fatores de risco mais relevantes foram: antibioticoterapia parenteral, nutrição parenteral prolongada, cirurgia abdominal, hipertensão portal e prematuridade; 6. Foi freqüente o antecedente pessoal de hepatopatia, além do perfil hepático alterado; 7. Obesidade e dislipidemia grave não foram freqüentes; 8. Coledocolitíase e pancreatite biliar foram raras, predominando nos adolescentes; 9. A conduta predominante foi a colecistectomia laparoscópica; 10. A maioria apresentava história médica sugestiva e(ou) antecedente familiar para colelitíase; 11. Antecedente familiar de dislipidemia, obesidade e urolitíase foi positivo na metade deles; 12. Não se comprovou influência do antecedente materno de colelitíasept
dc.description.abstractAbstract: There is a poor knowledge on the epidemiology and the best therapy of cholelithiasis in childhood. The number of cases is increasing, some requiring surgery which implies in risks and complications. The aim of this study was to evaluate the probable features involved in nonhemolitic cholelithiasis in children and adolescents, as an attempt to elucidate features related to risk factors, clinical picture, diagnosis, as well as the presence of associated diseases, complications, family history and medical treatment. Sixty-five patients from age 0 to 18 years with nonhemolitic cholelithiasis were followed from January 1993 to December 2005 at the Hospital of State University of Campinas. The study was descriptive, retrospective and prospective, and the data were collected from patients' records and interviews. The patients¿ parents were investigated for cholelithiasis by ultrassonography. The laboratorial investigation of patients consisted in the lipidic profile (total cholesterol, fractions and triglyceride dosage) and hepatic profile (aminotransferases and gama-GT). A case-control study was also performed in order to investigate the influence on those children whose mothers had cholelithiasis. Forty-six of 65 patients were female (70.77%), with a predominance of females among scholars and adolescents. Caucasians corresponded to 69.23% (45/85) and the mean age at diagnosis was 9.85 years. The symptomatic patients represented 69.23% (45/65), mainly over 7 years, and the main symptoms and signs were: abdominal pain (45), vomiting (27), nauseas (22), post-prandial discomfort (16), jaundice (12) and fat food intolerance (9). The median time lapse from the beginning of clinical presentation up to diagnosis was 6 months. The associated conditions and risk factors were present in 43 patients (66.15%), mainly below 14 years (frequent prematurity below 6 years). Lipidic and hepatic abnormalities occurred, respectively, in 21/43 (48.84%) and 14/49 cases (28.57%). Complications (choledocolithiasis and pancreatitis) were rare, with predominance in adolescents. Fifty-one patients (78.46%) underwent cholecystectomy. Ten mothers were diagnosed with cholelithiasis and 36 out of 57 patients (63.16%) presented family history of cholelithiasis. Based on these results, the conclusions were: 1.The prevalence in females predominated increasingly in the second group; 2. Frequent complains were: abdominal pain, vomiting, nauseas and post-prandial discomfort; 3. The diagnoses of symptomatics were late; 4. Patients older than 7 years were the most symptomatic and those below 14 years of age had a greater tendency towards associated diseases and risk factors. 5. Relevant risk factors and associated illnesses were: parenteral antibiotics, prolonged parenteral nutrition, abdominal surgery, portal hypertension and prematurity; 6. Hepatical patology and altered hepatic perfil were frequent; 7. Obesity and severe dislipidemia were not frequent; 8.Cholelithiasis and biliary pancreatitis were rare complications, predominating in adolescents; 9. Most patients received laparoscopic cholecystectomy; 10. Most cases had suggestive medical history and(or) family antecedent of cholelithiasis; 11. Family antecedent of dislipidemia, obesity and urolithiasis occurred in half of the patients; 12. The influence of mothers presenting antecedents for cholelithiasis on children and adolescents was not confirmed.en
dc.publisher[s.n.]pt_BR
dc.date.issued2006pt_BR
dc.identifier.citationBOTTURA, Ana Claudia. Colelitiase não-hemolitica na infancia e na adolescencia: distribuição etaria, manifestações clinicas, diagnostico, fatores predisponentes, tratamento e complicações em 65 pacientes. 2006. 86f. Dissertação (mestrado) - Universidade Estadual de Campinas, Faculdade de Ciencias Medicas, Campinas, SP. Disponível em: <http://www.repositorio.unicamp.br/handle/REPOSIP/313698>. Acesso em: 10 ago. 2018.pt_BR
dc.description.degreelevelMestradopt_BR
dc.description.degreedisciplinePediatriapt_BR
dc.description.degreenameMestre em Saude da Criança e do Adolescentept_BR
dc.contributor.committeepersonalnameMiura, Irene Kasuept_BR
dc.contributor.committeepersonalnameCollares, Edgard Ferropt_BR
dc.date.defense2006-11-24T00:00:00Zpt_BR
dc.date.available2018-08-10T04:56:03Z-
dc.date.accessioned2018-08-10T04:56:03Z-
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2018-08-10T04:56:03Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Bottura_AnaClaudia_M.pdf: 1957999 bytes, checksum: d9b8f362bb0801069041251f3f1ed58c (MD5) Previous issue date: 2006en
dc.identifier.urihttp://repositorio.unicamp.br/jspui/handle/REPOSIP/313698-
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