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dc.contributor.CRUESPUNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINASpt_BR
dc.identifier(Broch.)pt_BR
dc.descriptionOrientadores : Mary Angela Parpinelli, Jose Guilherme Cecattipt_BR
dc.descriptionDissertação (mestrado) - Universidade Estadual de Campinas, Faculdade de Ciências Médicaspt_BR
dc.format.extent94 p. : il.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.typeDISSERTAÇÃOpt_BR
dc.titleCurva da involução uterina no puerperio normal por ultra-sonografiapt_BR
dc.contributor.authorAlmeida, Cristiane Martins dept_BR
dc.contributor.advisorParpinelli, Mary Angela, 1956-pt_BR
dc.contributor.coadvisorCecatti, José Guilherme, 1957-pt_BR
dc.contributor.institutionUniversidade Estadual de Campinas. Faculdade de Ciências Médicaspt_BR
dc.subjectÚteropt_BR
dc.subjectUltrassonografiapt_BR
dc.subjectPeríodo pós-partopt_BR
dc.subjectSaúde materno-infantilpt_BR
dc.description.abstractResumo: O objetivo deste estudo foi construir uma curva de normalidade da involução uterina puerperal nas seis primeiras semanas após o parto, baseando-se em mensurações ecográficas seriadas de uma mesma puérpera em dias preestabelecidos. Incluíram-se 88 puérperas com partos assistidos na Maternidade do Centro de Atenção Integral à Saúde da Mulher e submetidas à ultra-sonografia abdominal, para mensurações do volume uterino e da espessura da cavidade uterina, em oito ocasiões do período puerperal correspondentes aos dias um, dois, sete, 14, 21, 28, 35 e 42, com o total de 511 exames. As curvas da involução uterina foram construídas a partir da estimativa da mediana e dos percentis 2,5 e 97,5 para cada tempo e seus correspondentes intervalos de confiança a 95%, pelo método de bootstrap. O mesmo método estatístico foi empregado para identificar a associação da involução uterina com as seguintes variáveis de controle: uso de ocitocina no período de dilatação, tempo de rotura das membranas corio amnióticas até o parto, paridade, via de parto e peso do recém-nascido. Os valores medianos do volume uterino do primeiro ao 42o dia do puerpério foram 789; 736; 388; 222; 149; 119; 99,5 e 81,5 cm3, respectivamente, representando involução de 90% entre o primeiro e o último exame, reassumindo suas dimensões normais entre a quinta e a sexta semanas do puerpério. A curva do volume uterino apresentou queda abrupta na primeira semana (D7), seguida de decréscimo progressivo e de forma mais constante até a sexta semana após o parto (D42). Das variáveis de controle estudadas, apenas a multiparidade (= 3 partos) e o peso do recémnascido =3.500g no D7 estiveram associados a maiores volumes uterinos. A espessura da cavidade uterina involuiu da mediana de 11mm para 3mm (involução de 72,7%) entre o D1 ao D42pt
dc.description.abstractAbstract: The aim of this study was to draw a curve for the normal puerperal uterine involution during the first six weeks after delivery, based on serial ultrasound mensurements of the same women, in some specific days. A number of 88 women in the postpartum period who had delivered at the Maternity of Caism- UNICAMP, were included. Their uterine measures for volume and uterine cavity thickness were registered by ultrasound examinations, in eight occasions of the puerperal period: days 1, 2, 7, 14, 21, 28, 35 and 42, with a total of 511 examinations performed. For the construction of the curves of the normal uterine volume involution in the puerperium, the median and percentiles 2.5 and 97.5, and their correspondend 95% confidence intervals by the bootstrap method were estimated. The relationship between the uterine regression and control variables as parity, route of delivery, birthweight, use of oxytocin during labor and elapsed time of rupture of membranes before delivery were analysed with the same statistical method. The median values for the uterine volume from the first to the 42th day of the puerperium were 789, 736, 388, 222, 149, 119, 99,5 and 81.5 cc respectively. This represents an involution of 90% during the period, reassuming its normal dimension between the 5th and 6th week post-partum. The uterine volume curve had an abrupt decrease in the first week (D7) followed by a progressively more constant decrease until the 6th week postpartum. Parity (=3 childbirth) and birthweight > 3,500g at D7 were only factors associated with greater uterine volumes. The uterine cavity thickness regressed from a median of 11mm to 3mm (72.7% of involution) between D1 and D42en
dc.publisher[s.n.]pt_BR
dc.date.issued2002pt_BR
dc.identifier.citationALMEIDA, Cristiane Martins de. Curva da involução uterina no puerperio normal por ultra-sonografia. 2002. 94 p. Dissertação (mestrado) - Universidade Estadual de Campinas, Faculdade de Ciências Médicas, Campinas, SP. Disponível em: <http://www.repositorio.unicamp.br/handle/REPOSIP/313306>. Acesso em: 2 ago. 2018.pt_BR
dc.description.degreelevelMestradopt_BR
dc.description.degreedisciplineTocoginecologiapt_BR
dc.description.degreenameMestre em Tocoginecologiapt_BR
dc.contributor.committeepersonalname[Coorientador], José Guillherme Cecattipt_BR
dc.date.available2018-08-02T17:08:24Z-
dc.date.accessioned2018-08-02T17:08:24Z-
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2018-08-02T17:08:24Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Almeida_CristianeMartinsde_M.pdf: 601611 bytes, checksum: 75c9566c99362e6a69e36b8b204ec4a2 (MD5) Previous issue date: 2002en
dc.identifier.urihttp://repositorio.unicamp.br/jspui/handle/REPOSIP/313306-
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