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dc.contributor.CRUESPUNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINASpt_BR
dc.descriptionOrientador: Sergio Resende Carvalhopt_BR
dc.descriptionDissertação (mestrado) - Universidade Estadual de Campinas, Faculdade de Ciencias Medicaspt_BR
dc.format.extent159p. : il.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.typeDISSERTAÇÃOpt_BR
dc.titleA intercessão arquitetura e saúde : quando o problema e a falta de espaço na unidade de saúde, qual e o espaço que falta?pt_BR
dc.title.alternativeThe architecture : health intersectionpt_BR
dc.contributor.authorPessatti, Mirela Pilon, 1973-pt_BR
dc.contributor.advisorCarvalho, Sérgio Resende, 1958-pt_BR
dc.contributor.institutionUniversidade Estadual de Campinas. Faculdade de Ciências Médicaspt_BR
dc.contributor.nameofprogramPrograma de Pós-Graduação em Saúde Coletivapt_BR
dc.subjectArquitetura - Le Thoronet (França) - Históriapt_BR
dc.subjectSaúdept_BR
dc.subjectAmbiente de instituições de saúdept_BR
dc.subjectHumanismopt_BR
dc.subject.otherlanguageArchitectureen
dc.subject.otherlanguageHealthen
dc.subject.otherlanguageHealth facility environmenten
dc.subject.otherlanguageHumanismen
dc.description.abstractResumo: Este trabalho investiga a intercessão arquitetura e saúde destacando alguns modos como vem ocorrendo a produção do espaço físico nas instituições de saúde. Inicia com uma breve revisão da arquitetura e urbanismo, realçando dois movimentos importantes que influenciaram a formação dos arquitetos nas ultimas décadas, o Movimento Modernista e o Movimento Situacionista, trazendo de forma sucinta como esses movimentos tangenciaram a temática da saúde. Faz uma síntese dos discursos e tendências de alguns autores brasileiros sobre o tema da arquitetura e saúde no Brasil, destacando que determinados modos de tratar e compreender a produção do espaço físico na saúde, assim como seus arranjos, possibilita dar visibilidade à relação desses pensamentos a própria compreensão do processo saúde-doença e aos modos de administração e gestão de que mais se aproximam. Descreve o processo de constituição das normas que regulamentam os Estabelecimentos de Assistência à Saúde, fazendo uma análise sobre os riscos do engessamento e da burocratização que as normas podem gerar e também aponta possibilidades para se lidar com a perspectiva restritiva e normativa da Vigilância Sanitária para além do "agir segundo regras". Relata a discussão do espaço físico numa política pública de saúde específica, a Política Nacional de Humanização no Ministério da Saúde, com uma nova proposta de conceito para a "ambiência" na saúde e modo de co-produção do espaço, com inclusão dos sujeitos trabalhadores, gestores e usuários no processo. Discute possibilidades para um método de co-produção do espaço e suas variações como potência e dispositivo que pode contribuir nas mudanças proposta para a gestão e atenção nas instituições de saúde, usando como material para problematização algumas cenas que são contadas inspiradas em memórias de vivências cotidianas. Conclui apontando alguns desafios e possibilidades para estudos futuros apostando na potência da composição dos saberes na intercessão arquitetura e saúde para a produção do espaço físico na saúde, e na inseparabilidade entre a produção do espaço, a produção de saúde e a produção de subjetividade. Na produção de um espaço que não é dado, estático, morto. E sim, um espaço que se habita, se experimenta e que se produz, onde tem processo de trabalho, encontros entre as pessoas e modos de se viver e conviver nesse espaçopt
dc.description.abstractAbstract: This research investigates the architecture-health intercession highlighting some ways the production of the physical space has been occurring in the health institutions. It starts with a brief review of the architecture and urbanism emphasizing two important movements that influenced the formation of architects in the last few decades: the ¿Modernist Movement¿ and the ¿Situational Movement¿ and how these movements influenced the subject of health. It makes a synthesis of the speeches and trends of the authors on the subject of the architecture and health in Brazil, showing that we determine ways to treat and to understand the production of the physical space in the health, as well as its arrangements. It makes possible to give visibility to the relation of these thoughts the proper understanding of the health-illness process and to the ways of administration and management to which they come closest. It describes the process of constitution of the norms that regulate the Health Assistance Establishments, analyzing the risks of bureaucracy that the norms can generate. It also points out possibilities to deal with the restrictive and normative perspective of the Sanitary Monitoring beyond ¿acting according to rules¿. It reports the discussion about the physical space in a public policy of specific health, the National Humanization Policy in the Ministry of Health, with a new proposal of concept for the health ambience, and for the way of co-production of the space with inclusion of the workers, managers and users in the process. It points out possibilities of a method for co-production of the space and its variations as the power and a device that contribute to the changes of the health institutions, using as material for reflection some scenes that were clipped from the daily experience of the author regarding the work of health teams. It concludes by indicating some challenges and possibilities with respect to future studies believing in the power of the knowledge composition in the architecture-health intersection for the production of the physical space in the health, and in the inseparability involving the space production, health production and the production of subjectivity in the production of a space that is not given, static and dead, but a space that is inhabited, where people get experience and produce, where there is a process of work, where people meet, interact and share ways of living and coexisting in this spaceen
dc.publisher[s.n.]pt_BR
dc.date.issued2008pt_BR
dc.identifier.citationPESSATTI, Mirela Pilon. A intercessão arquitetura e saúde: quando o problema e a falta de espaço na unidade de saúde, qual e o espaço que falta?. 2008. 159p. Dissertação (mestrado) - Universidade Estadual de Campinas, Faculdade de Ciencias Medicas, Campinas, SP. Disponível em: <http://www.repositorio.unicamp.br/handle/REPOSIP/312028>. Acesso em: 10 ago. 2018.pt_BR
dc.description.degreelevelMestradopt_BR
dc.description.degreedisciplineSaude Coletivapt_BR
dc.description.degreenameMestre em Saude Coletivapt_BR
dc.contributor.committeepersonalnameCampos, Gastão Wagner de Sousapt_BR
dc.contributor.committeepersonalnameBarros, Maria Elizabeth Barros dept_BR
dc.date.defense2008-02-18T00:00:00Zpt_BR
dc.date.available2018-08-10T20:50:14Z-
dc.date.accessioned2018-08-10T20:50:14Z-
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2018-08-10T20:50:14Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Pessatti_MirelaPilon_M.pdf: 1608396 bytes, checksum: 2a72ca5d56f67076013392918fff5f43 (MD5) Previous issue date: 2008en
dc.identifier.urihttp://repositorio.unicamp.br/jspui/handle/REPOSIP/312028-
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