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Type: TESE
Title: Alexitimia na algia pelvica cronica
Author: Oliveira, Marli Rodrigues Lunezo Guimarães de
Advisor: Mac Fadden, Maria Adelia Jorge, 1946-
MacFadden, Maria Adelia Jorge
Abstract: Resumo: Alexitimia, termo criado por Sifneos em 1973, refere-se a um conceito clínico-descritivo importante para a compreensão dos processos de somatização decorrentes de dificuldades afetivo-emocionais. A relação entre a qualidade da expressão emocional e algia pélvica crônica tem sido pouco estudada, sendo este o objetivo desta pesquisa que teve um enfoque quantitativo ¿ para o total de sujeitos e uma abordagem qualitativa para uma amostra aleatória de 8 sujeitos de cada grupo. Para a abordagem quantitativa, dois grupos de mulheres, cada um com 80 sujeitos, um grupo portador de algia pélvica crônica, e o outro não portador, foram investigadas quanto à presença de alexitimia, utilizando-se o instrumento Toronto Alexitimia Scale (TAS-20). Para a abordagem qualitativa, 8 mulheres de cada grupo, escolhidas aleatoriamente, responderam a uma entrevista clínica semi-estruturada para investigação de dados psicossociais. Os resultados mostraram que as mulheres do grupo de dor pélvica crônica tinham menor escolaridade, menor renda e maior número de filhos. O índice no TAS-20 deste grupo foi maior, especialmente no subgrupo de mulheres com dor e que tinham união conjugal. Foi confirmada a relação entre dor e maior índice para alexitimia. A análise qualitativa evidenciou diferenças na qualidade de vida entre os grupos, relativas às dificuldade de aprendizagem e aos planos para o futuro. O grupo com dor apresentou, com maior freqüência dificuldades para aprender a ler e escrever e expectativas mais concretas, objetivas e coletivas. O grupo não portador relatou expectativas mais abstratas, individuais e subjetivas. Este estudo confirmou pesquisas anteriores que encontraram associação entre alexitimia e dor crônica, baixa escolaridade e baixa renda

Abstract: The term, Alexithymia was coined by Sifneos, in 1973, to describe a clinical concept that helps to understand the somatization resulting from affective-emotional difficulties. The main theme of this study is the relationship between quality of emotional expression and chronic pelvic pain. It is a subject that has not received much attention and therefore this study has a quantitative focus related to the total number of participants and a qualitative approach in relation to a random sample selection of 8 individuals from each group. The quantitative approach involved two groups with 80 women in each. One group consisted of women with chronic pelvic pain and the other, a group of women with no pain. The Toronto Alexithymia Scale (TAS-20) was used to investigate the presence of Alexithymia. In the case of the qualitative approach, 8 women who were randomly selected from each group participated in a semi-structured clinical interview that investigated psychosocial data. The results demonstrated that the group of women with chronic pelvic pain had a poor educational level, poor income and a greater number of children. The TAS-20 index for this group was higher, especially in the subgroup of women with pain and in conjugal unions. The qualitative evidence revealed very few differences in the quality of life of the various groups. These differences were related to learning difficulties and future plans. The group of women who did have chronic pelvic pain demonstrated a higher frequency of difficulty in learning to read and write as well as expectations that were more objective, concrete and collective while the group with pain reported expectations individualistic, subjective and abstract. This study confirmed previous findings that related alexithymia and chronic pain with poor educational level and income
Subject: Emoções
Medicina psicossomática
Doença inflamatoria pelvica
Language: Português
Editor: [s.n.]
Date Issue: 2001
Appears in Collections:FCM - Dissertação e Tese

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