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dc.contributor.CRUESPUNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINASpt_BR
dc.identifier(Broch.)pt_BR
dc.descriptionOrientador: Juvenal Ricardo Navarro Goespt_BR
dc.descriptionTese (doutorado) - Universidade Estadual de Campinas, Faculdade de Ciencias Medicaspt_BR
dc.format.extent142p. : il.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.typeTESEpt_BR
dc.titleQuantificação da função esfincteriana pela medida da capacidade de sustentação da pressão de contração voluntaria do canal analpt_BR
dc.contributor.authorSaad, Luiz Henrique Curypt_BR
dc.contributor.advisorGoes, Juvenal Ricardo Navarro, 1949-pt_BR
dc.contributor.institutionUniversidade Estadual de Campinas. Faculdade de Ciências Médicaspt_BR
dc.contributor.nameofprogramPrograma de Pós-Graduação em Cirurgiapt_BR
dc.subjectFezes - Incontinênciapt_BR
dc.subjectRetopt_BR
dc.description.abstractResumo: Verificou-se que pacientes incontinentes submetidos à manometria anorretal podem apresentar pressão média de repouso e pressão máxima de contração voluntária dentro da faixa de normalidade. À partir da constatação de que as medidas de pressão média de repouso e pressão máxima de contração voluntária (PMCV) esfincteriana não refletem a real situação clínica do paciente, levantou-se a hipótese de a capacidade de sustentação da pressão de contração (CS) seria uma medida mais correta para a avaliação da continência fecal, no que diz respeito à função de contração esfincteriana. Foram incluídos no estudo 72 pacientes portadores de incontinência fecal em graus variados, desde escapes ocasionais de fezes e de gases até incontinência franca à fezes sólidas, e 15 indivíduos normais, escolhidos, aleatoriamente, entre os pacientes encaminhados devido à outras queixas ou situações, como: proctalgia, prurido anal, pré-operatório de reconstrução de trânsito intestinal e pré-operatório de cirurgia de coluna lombossacra. Todos os indivíduos normais não apresentavam queixas de incontinência fecal de qualquer grau. Os pacientes incontinentes e os indivíduos normais foram submetidos à manometria anorretal onde foram analisados os seguintes parâmetros: pressão média de repouso (PMR), pressão máxima de contração voluntária (PMCV), capacidade de sustentação da pressão de contração voluntária (CS) . Entre os pacientes incontinentes, 39(54%) apresentaram níveis normais de PMCV e 33(46%) PMCV abaixo do normal; e todos os indivíduos normais apresentaram PMCV em nível normal. Em relação a CS, verificou-se que 56(78%) dos pacientes incontinentes apresentaram capacidade inadequada. A medida da PMCV apresentou excelente especificidade (100%), porém, baixa sensibilidade (46%) para incontinência fecal. Comparativamente, a medida da CS apresentou alta especificidade (93%) e alta sensibilidade (78%) para incontinência fecal. Além disso, a medida da PMCV não indicou falso positivo (PF+ = 0), mas, em compensação, apresentou 72% de falso negativo. A probabilidade deste fato ocorrer com a medida da CS foi, praticamente, 20% menor, valor estatisticamente significante. Concluindo, a medida da CS é um bom indicativo da função esfincteriana do canal anal em relação à continência fecalpt
dc.description.abstractAbstract: It has been demonstrated that the maximum squeeze pressure and the average resting pressure do not reflect the actual clinical situation of the fecal incontinence bearer. Under the hypothesis that squeezing and keeping the contraction is more important than simply to squeeze, even if with momentary pressure peaks, the support capacity of sustained squeeze pressure of the anal canal was analyzed with the intent of quantifying the sphincteric function relative to fecal continence. A sample of 72 fecal incontinents in different degrees (among which 56 women), as well as 15 normal individuals (among which 9 women), was submitted to anorectal manometry to measure the average resting pressure, the maximum squeeze pressure and the support capacity of sustained squeeze pressure. The maximum squeeze pressure presented excellent specificity (100%), but low sensitivity (46%) for fecal incontinence. Comparatively, the support capacity of sustained squeeze pressure presented high specificity (93%) and high sensitivity (78%) for fecal incontinence. Although the maximum squeeze pressure did not indicate false positive (PF+ = 0), it presented a 72% false negative. The probability of this event happening with the support capacity measure is practically 20% lower, which is statistically significant. The indicator of sphincterial function can be better analyzed through support capacity. The support capacity translates more precisely the functional capacity of the anal canal in relation to voluntary continence, and it is better than maximum squeeze pressure as an isolated indicatoren
dc.publisher[s.n.]pt_BR
dc.date.issued2002pt_BR
dc.identifier.citationSAAD, Luiz Henrique Cury. Quantificação da função esfincteriana pela medida da capacidade de sustentação da pressão de contração voluntaria do canal anal. 2002. 142p. Tese (doutorado) - Universidade Estadual de Campinas, Faculdade de Ciencias Medicas, Campinas, SP. Disponível em: <http://www.repositorio.unicamp.br/handle/REPOSIP/310178>. Acesso em: 2 ago. 2018.pt_BR
dc.description.degreelevelDoutoradopt_BR
dc.description.degreedisciplineCirurgiapt_BR
dc.description.degreenameDoutor em Cirurgiapt_BR
dc.contributor.committeepersonalnameJorge, Jose Marcio Nevespt_BR
dc.contributor.committeepersonalnameKlug, Wilmar Arturpt_BR
dc.contributor.committeepersonalnameFagundes, João Josept_BR
dc.contributor.committeepersonalnameCoy, Claudio Saddy Rodriguespt_BR
dc.date.defense2002-07-08T00:00:00Zpt_BR
dc.date.available2018-08-02T11:16:03Z-
dc.date.accessioned2018-08-02T11:16:03Z-
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2018-08-02T11:16:03Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Saad_LuizHenriqueCury_D.pdf: 3214271 bytes, checksum: 74006288243148fa84532ece6b983378 (MD5) Previous issue date: 2002en
dc.identifier.urihttp://repositorio.unicamp.br/jspui/handle/REPOSIP/310178-
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