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Type: TESE
Title: Estenose do canal lombar = relação do equilíbrio sagital com a avaliação clínica = Lumbar canal stenosis: relationship with the sagittal balance and the clinical evaluation
Title Alternative: Lumbar canal stenosis : relationship with the sagittal balance and the clinical evaluation
Author: Cavali, Paulo Tadeu Maia, 1965-
Advisor: Miranda, João Batista de, 1949-
Abstract: Resumo: Existe uma grande variabilidade de resultados nos estudos prévios que analisam os parâmetros do alinhamento sagital (PAS) em indivíduos normais e em pacientes com doenças degenerativas da coluna lombar. A maioria desses estudos relacionam os PAS somente com o sintoma de dor lombar crônica, em grupos de pacientes com diferentes doenças degenerativas lombares, o que dificulta a aplicação clínica desses dados tanto na avaliação diagnóstica como na indicação terapêutica. O objetivo deste estudo caso-controle foi analisar as relações dos PAS com os diferentes sintomas entre um grupo de pacientes com diagnóstico de estenose lombar e um grupo controle e as mesmas relações entre os subgrupos de pacientes diferenciados por sintoma. Foram colhidos os dados da história, exame clínico, ressonância magnética e de exames radiográficos de 23 pacientes com estenose lombar (denominado grupo estenose) e de 17 indivíduos saudáveis (denominado grupo controle). Os PAS utilizados foram: cifose torácica (CT), lordose lombar (LL), eixo sagital vertical (C7-T1), listese anteroposterior (OAP), lordose lombo-pélvica total (LLT) e regional (LLR), eixo sagital em T1, T4 eT9 (ES1, ES4 e ES9 respectivamente), inclinação sagital T1-L5 (IST1-L5), "offset sagital" T1 e T9 (OST1 e OST9), "tilt pélvico" (TP), "slope sacral" (SS), morfologia pélvica (MP), ângulo sacro-femoral (ASF), distância sacro-femoral (DSF) e "overhang" (OVHG). Na Fase 1 do estudo, os dados do PAS foram correlacionados entre os indivíduos do grupo controle e grupo estenose e, na Fase 2, entre os subgrupos do grupo estenose diferenciados por sintomas como lombalgia, radiculopatia, claudicação neurogênica e dor, medida pela Escala Analógica de Dor (EAD). Na Fase 1, observou-se que os pacientes do Grupo Estenose (GE) como um todo tiveram menores valores de LLT (p = 0,006) e LLR em L1, L2 e L3 (p = 0,026) e os pacientes do GE com sintoma de radiculopatia, além dos dados acima, tiveram aumento do TP (p = 0,004), quando comparados ao Grupo Controle (GC). Na Fase 2, o Subgrupo Lombalgia obteve maiores valores de CT (p = 0,035) e LLR (p = 0,028) e uma diminuição do TP (p = 0,029), OST1 (p = 0,022), DSF (p = 0,014) e OVHG (p = 0,035) em relação aos outros pacientes do GE que não se queixavam de lombalgia e, no Subgrupo Radiculopatia, houve a diminuição da LLR (p < 0,047). Este estudo demonstra que há correlações significativas dos sintomas e dos PAS entre o GE e o GC e também entre os Subgrupos do GE diferenciados por sintomas. Estes dados indicam uma melhor interpretação clínica dos PAS, assim como podem sugerir a terapêutica mais adequada

Abstract: There is a great variation in the results of previous studies analyzing sagital alignment parameters (SAP) in normal individuals and in patients with degenerative diseases of the lumbar spine. Most studies associate SAP only with chronic lumbar pain, in groups of patients with different lumbar degenerative diseases, which makes it difficult to apply these data clinically both in diagnostic evaluation and in therapeutics. The objective of this prospective, diagnostic case-control study was to examine the relationship between sagittal balance parameters and different symptoms of spine disease in patients with lumbar canal stenosis (LCS) and controls and the same associations between subgroups of patients with different symptoms. We collected clinical history, clinical exam data from 23 patients with spinal stenosis and 17 healthy volunteers (controls). Magnetic resonance imaging (MRI) and x-rays allowed the measurement of sagittal axis parameters. The SAP analyzed were thoracic kyphosis, lumbar lordosis, sagittal axis, anterior-posterior listesis, total and regional lumbar-pelvic lordosis, sagittal axis in T1, T4 and T9, pelvic tilt, sacral slope, pelvic morphology, sacro-femoral angle, sacro-femoral distance and overhang. In the first phase of the study, SAP data were correlated between controls and patients, and in the second phase, the subgroups inside the group of patients with stenosis were compared for symptoms as lumbar pain, radiculopathy, neurogenic claudication and pain, measure by the visual analogue scale (VAS). In the first phase, it was observed that the stenosis patients presented lower values of total lumbopelvic lordosis (p = 0.006) and regional lordosis L1, L2 and L3 (p < 0.026). Those with stenosis and radiculopathy also had higher values of pelvic tilt (p = 0.004) and lower values for total lumbopelvic lordosis and regional lordosis in L1 and L2 (p < 0.05) than controls. All patients complaining of back pain had higher values of thoracic kyphosis (p = 0.035), regional lumbopelvic lordosis in L1 (p = 0.028), lower values for pelvic tilt (p = 0.029), sagittal T1 offset (p = 0.022), sacro-femoral distance (p = 0.014) and overhang (p = 0.035) compared to patients without the complaint. Patients with stenosis and radiculopathy were less prone to have regional lordosis in L2, L3 and L4 (p = 0.047, p = 0.047 and p = 0.023 respectively). In conclusion, this study shows that there are significant correlations between symptoms and sagittal axis parameters between patients with and without spinal canal stenosis and also in subgroups of the patients with stenosis with different complaints.These data indicate a better clinical interpretation of SAP, as well as suggest a better therapeutic approach
Subject: Estenose espinal
Vértebras lombares
Dor lombar
Language: Português
Editor: [s.n.]
Date Issue: 2012
Appears in Collections:FCM - Tese e Dissertação

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