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dc.contributor.CRUESPUNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINASpt_BR
dc.descriptionOrientador: Cármino Antonio de Souzapt_BR
dc.descriptionTese (doutorado) - Universidade Estadual de Campinas, Faculdade de Ciências Médicaspt_BR
dc.format.extent164 p. : il.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.typeTESEpt_BR
dc.titleAderência dos pacientes com leucemia mielóide crônica à terapia com inibidores de tirosino quinasept_BR
dc.title.alternativeAdherence to tyrosine kinase inhibitors treatment in patients with chronic myeloid leukemiapt_BR
dc.contributor.authorAlmeida, Maria Helena de, 1973-pt_BR
dc.contributor.advisorSouza, Carmino Antonio de, 1951-pt_BR
dc.contributor.institutionUniversidade Estadual de Campinas. Faculdade de Ciências Médicaspt_BR
dc.contributor.nameofprogramPrograma de Pós-Graduação em Clínica Médicapt_BR
dc.subjectAdesão à medicaçãopt_BR
dc.subjectLeucemia mielóide crônicapt_BR
dc.subjectTerapêuticapt_BR
dc.subject.otherlanguageMedication adherenceen
dc.subject.otherlanguageChronic myeloid leukemiaen
dc.subject.otherlanguageTherapeuticsen
dc.description.abstractResumo: A leucemia mieloide crônica e uma doença clonal, caracterizada por uma translocação recíproca entre os cromossomos 9 e 22. A introdução do tratamento com inibidores de tirosino quinase, administrado por via oral, revolucionou e melhorou drasticamente o tratamento destes pacientes, porem a eficácia deste tratamento esta diretamente relacionada ao uso desta medicação a longo prazo. Pacientes e métodos: 137 pacientes com leucemia mieloide crônica, em uso de inibidores de tirosino quinase, tiveram a sua aderência avaliada em três diferentes momentos: seis meses retrospectivo, seis e doze meses prospectivos. Três diferentes métodos indiretos foram utilizados para a avaliação da aderência: o teste de Morisky, o diário de medicação e o índice de posse da medicação. Resultados: não houve diferença significante quando consideramos os três diferentes momentos em que avaliação foi realizada e o método considerado mais efetivo para a avaliação da aderência foi considerado o índice de posse da medicação (p=0.0001). Considerando as informações acima, o método utilizado para a avaliação da aderência foi o índice de posse da medicação avaliado apos, aproximadamente, 12 meses de analise. A mediana de aderência observada neste estudo foi de 96,5%. Os fatores que influenciaram a aderência foram: nível socioeconômico, qualidade de vida, tempo de uso dos inibidores de tirosino quinase e participação em protocolos de pesquisa clinica. Sendo que pacientes com níveis socioeconômicos mais elevados, com melhor qualidade de vida e que estavam inseridos em protocolos clínicos estavam relacionados com melhores índices de aderência (p=0.01, p=0.007 e p=0.02 respectivamente). Enquanto que pacientes com tempo mais prolongado de uso dos inibidores de tirosino quinase estavam relacionados a piores índices de aderência (p=0.03). Para os pacientes em uso de imatinibe por um período de 24 a 48 meses, em primeira linha de tratamento a aderência foi significativamente melhor em pacientes que apresentavam resposta molecular maior quando comparado ao grupo que não havia atingido este beneficio terapêutico (p=0.04). Apenas 24% da população avaliada mantenve-se completamente aderente no período de avaliação. Conclusões: a manutenção de uma aderência adequado em pacientes com leucemia mieloide crônica em uso de inibidores de tirosino quinase esta relacionado com a obtenção de melhores índices de resposta molecular e consequentemente, melhores resultados terapêuticos. A monitorização continua da aderência nestes pacientes e fundamental para que se atinjam os objetivos x xi terapêuticos. Informações sobre os fatores que podem influenciar a aderência, uma equipe multidisciplinar especializada e treinada para assistir este paciente pode fazer a diferença na obtenção de melhores resultados terapêuticospt
dc.description.abstractAbstract: Chronic myeloid leukemia is a clonal disorder caused by the reciprocal translocation between cromossomes 9 and 22.The introduction of oral tyrosine kinase inhibitors has dramatically revolucioned and improved outcomes in these patients. However, treatment success is directly related to good long-term adherence and questions relating to adherence to prescribed therapy have become an important issue. Patient and Methods: adherence to tyrosine kinase inhibitors therapy was evaluated in 137 chronic myeloid leukemia patients in three different times: six months retrospective, six and twelve month prospectively. Three different methods were used to evaluate adherence: the Morisky Questionnaire, the medication diary and the medication possession ratio. Results: there was no difference between the three different time of evaluation and the medication possession ratio was the most effective method of assessing adherence (p=0.0001); the median adherence was 96.5%. Duration of tyrosine kinase inhibitors treatment was the variable that most impacted adherence (p=0.03); the medication possession ratio was inversely correlated to the duration of therapy. Additionally, participation in clinical trials, better quality of life as reported by patients and higher socioeconomic status were all related to better adherence (p=0.02, p=0.007 and p=0.01, respectively). For patients treated with imatinib for 24 to 48 months (n=22), individuals with major molecular response had a significantly better medication possession ratio than those who failed to achieve MMR (p=0.04). In this group the mean MPR was 87% for the population without apparent molecular response and 96% for those achieving major molecular response, however only 24% of the patients were completely adherent to tirosine kinase inhibitors treatment. Conclusions: higher adherence in chronic myeloid leukemia patients using imatinib is related with best molecular response and therapeutic outcomes. Monitoring the adherence treatment is critical to improving de therapeutics results. A specialized, trained multidisciplinary team that is capable of gaining the trust of patients may persuade them to comply with treatment and detect those who require better monitoring to optimize treatmenten
dc.publisher[s.n.]pt_BR
dc.date.issued2013pt_BR
dc.identifier.citationALMEIDA, Maria Helena de. Aderência dos pacientes com leucemia mielóide crônica à terapia com inibidores de tirosino quinase. 2013. 164 p. Tese (doutorado) - Universidade Estadual de Campinas, Faculdade de Ciências Médicas, Campinas, SP. Disponível em: <http://www.repositorio.unicamp.br/handle/REPOSIP/308643>. Acesso em: 22 ago. 2018.pt_BR
dc.description.degreelevelDoutoradopt_BR
dc.description.degreedisciplineClinica Medicapt_BR
dc.description.degreenameDoutora em Clínica Médicapt_BR
dc.contributor.committeepersonalnamePaula, Erich Vinicius dept_BR
dc.contributor.committeepersonalnameAranha, Francisco Jose Penteadopt_BR
dc.contributor.committeepersonalnameSimões, Belinda Pintopt_BR
dc.contributor.committeepersonalnameMello, Monika Conchon Ribeiro dept_BR
dc.date.defense2013-04-02T00:00:00Zpt_BR
dc.date.available2018-08-22T09:59:01Z-
dc.date.accessioned2018-08-22T09:59:01Z-
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2018-08-22T09:59:01Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Almeida_MariaHelenade_D.pdf: 2031022 bytes, checksum: 4ca81cfeb49f5ad6382582a5201e8b80 (MD5) Previous issue date: 2013en
dc.identifier.urihttp://repositorio.unicamp.br/jspui/handle/REPOSIP/308643-
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