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Type: DISSERTAÇÃO
Degree Level: Mestrado
Title: Perfil epidemiologico e qualidade de vida das mulheres com incontinencia urinaria sus-dependentes, na região de Jau
Title Alternative: Epidemiologic and quality of life of women with urinary incontinence, depending on public health system, in the region of Jau
Author: Castro, Renata Cristina de Oliveira Souza
Advisor: D'Ancona, Carlos Arturo Levi, 1952-
Abstract: Resumo: Introdução - A maioria das pesquisas publicadas sobre incontinência urinária, oferecem poucas informações referentes de como é angustiante esse problema e as dificuldades do convívio social. No Brasil, é escassa a informação sobre a porcentagem de mulheres incontinentes, mas há previsão de que exista significativa parcela da população economicamente ativa no país sofrendo desses sintomas que, dependendo do caso, pode ser perfeitamente curável. Objetivos - Os objetivos deste estudo foram verificar o perfil epidemiológico e o impacto na Qualidade de Vida que envolve as pacientes com incontinência urinária que recorreram ao serviço de saúde pública na região de Jaú. Pacientes e Métodos - Cento e setenta mulheres com incontinência urinária foram entrevistadas e destas foram selecionadas 156, conforme critério de inclusão. Por meio de instrumento elaborado especificamente para este estudo,.analisaram-se os aspectos epidemiológicos como idade, escolaridade, cor da pele, gestação e tipos de parto, co-morbidades, tipo e tempo de queixa. A qualidade de vida foi avaliada com aplicação do "KING 'S HEALTH QUESTIONNAIRE'. Resultados -A faixa etária predominante da incontinência urinária foi entre 50 a 59 anos. O tipo de incontinência mais comum foi a mista com 99 (60,25%). O período de incontinência era superior a um ano em 147 (94,23%). A cor da pele predominante era branca em 125 (80,13%). A renda familiar variava de dois a quatro salários mínimos em 91 (58,33%). Quanto a escolaridade 105 (67,30%) haviam cursado o primeiro grau, 12 (7,6go/ó)o segundo, duas (1,28%) superior e 37 (23,71%) eram analfabetas. Os antecedentes obstétricos foram: 86 (55,12%) tiveram parto normal, 18 (11,53%) parto cesárea, 40 (25,64%) ambas as técnicas e 12 (7,69%) nunca engravidaram. Correlacionando incontinência urinária com co-morbidades, 74 (47,43%) não tinham nenhuma doença, 62 (39,74%) eram hipertensas, 19 (12,17%) diabéticas, oito (5,12%) somam de depressão e 15 (9,61%) queixavam-se de lombalgias, doenças pulmonares ou síndrome do pânico. A incontinência urinária afetou muito a qualidade de vida das pacientes, limitando a vida social com 110 (70,51%), 120 (76,92%) restringiam as viagens e 93 (59,62%) inibiam encontro com amigos. Apenas sete (4,48%) responderam que o fato de perderem urina não as incomodava. Conclusão - Nas pacientes estudadas observou-se aumento progressivo da incontinência urinária com o envelhecimento. A cor de pele branca era a mais comum, com baixa renda familiar e escolaridade. Apresentaram como co-morbidades mais freqüentes a hipertensão e o diabete melito. A grande maioria das pacientes eram multíparas. A Qualidade de Vida estava comprometida, afetando mais os aspectos psicossociais

Abstract: lntrodaction - Many articles published on urinary incontinence offer little information of how distressing and difficult it can be in sociallife. In Brazil, information on the incidence of incontinent is scarce, but there is an estimate that there is a large number of female patients with urinary incontinence, who went to the public health service in Jaú and their Quality ofLive. Patients and Methods -One hundred and seventy women with urinary incontinence were interviewed, of these, 156 were selected, as they fulfilled the inclusion and exclusion criteria previously defined. A questionnaire, designed specially for epidemiological aspects, was apply to verify the leveI of education, color of the skin, pregnancies and types of deliveries, previous surgeries to treat urinary incontinence, commorbidities, type and length of symptons. The "KING'S HEALTH QUESTIONNAIRE", a specific instrument for urinary incontinence, was given to verify the impact on the Quality ofLife. Results - Urinary incontinence had an increased incidence between the ages of 50 to 59. Mixed urinary incontinence was more frequent, 99 (60,25%). The period of incontinence was of over one year in 147 (94,23%). One hundred and twenty tive (80.13%) declared to have white skin. The family income was in the lower levels. Correlating DI with concomitant disease, 74 (47.43%) had no disease, 62 (39.74%) had high blood pressure, 19 (12.7<'./0)were diabetic, 8 (5.12%) had depression, and 15 (9.61%) had back pain, lung diseases or panic syndrome. As to their own perception ofhealth, 89 (57.05%) classitied it as "regular". One hundred and ten (70.51%) patients answered that this problem affected greatly the quality of their lives ; 120 (76.92%) limited trips and 93 (59.62%) limited social encounters. Only 7 (4.48%) ofthe women answered that the fact of losing urine did not bother them, the other answers varied intensity from "a little", "moderately" to "a lot". Conclusion - There was a progressive increase in urinary incontinence with the more elderly. Incontinence was more common in white skinned patients having low incomes and little schooling. High blood pressure and diabetes were the commorbidities more frequento Most of the women had had multiple pregnancies. The Quality of Life was severely affected in psychosocial aspects
Subject: Incontinência urinária
Qualidade de vida
Epidemiologia
Language: Português
Editor: [s.n.]
Date Issue: 2005
Appears in Collections:FCM - Tese e Dissertação

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