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dc.contributor.CRUESPUNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINASpt_BR
dc.descriptionOrientador: Anibal Faundespt_BR
dc.descriptionTese (doutorado) - Universidade Estadual de Campinas, Faculdade de Ciencias Medicaspt_BR
dc.format.extent143f. : il.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.typeTESEpt_BR
dc.titleMudanças na função ovariana e cervical nos primeiros dias apos a injeção de 150mg de acetato de medroxiprogesterona na segunda metade da fase proliferativapt_BR
dc.contributor.authorPetta, Carlos Alberto, 1960-pt_BR
dc.contributor.advisorFaúndes, Anibal, 1931-pt_BR
dc.contributor.institutionUniversidade Estadual de Campinas. Faculdade de Ciências Médicaspt_BR
dc.contributor.nameofprogramPrograma de Pós-Graduação em Tocoginecologiapt_BR
dc.subjectAnticoncepcionaispt_BR
dc.subjectHormôniospt_BR
dc.subjectPlanejamento familiarpt_BR
dc.description.abstractResumo: Este estudo descritivo avaliou 29 mulheres que receberam uma injeção intramuscuiar de 150mg de acetato de medroxiprogesterona (AMP-D). O objetivo foi estudar o tempo até a instalação das mudanças provocadas na função ovariana e cervical em mulheres que receberam a injeção entre os dias 8 e 13 do ciclo menstrual. Foram coletadas amostras de muco cervical imediatamente antes da injeção e 6, 12, 24 horas, três e sete dias após. Estradiol, LH e progesterona foram medidos em amostras colhidas antes e um, três e sete dias após a injeção. Foi realizado ultra-som pélvico para medida dos folículos ovarianos nos mesmos dias em que foi coletado sangue. Quatro mulheres iniciaram o AMP-D no oitavo dia do ciclo, e cinco em cada dia, do 9° até o 13° dia. Apesar da ovulação ter sido observada em 45% dos casos, as mulheres com escore do muco cervical até 4 no momento da injeção tiveram muco hostil e pénetração espermática nula ou pobre 12 horas após a injeção. Na maioria das mulheres com escore inicial maior que 4, este tempo foi em torno de 24 horas. Entretanto, foram observados casos onde este período foi maior que três dias, motivo pelo qual se conclui que o tempo até que o AMP-D exerça seu efeito anticoncepcional seja maior nestes casos. Baseando-se nestes achados, propõe-se testar o uso do escore do muco cervical como parâmetro clínico para orientar as mulheres que receberão a primeira injeção do AMP-D após o sétimo dia do ciclo, sobre o tempo necessário de abstinência sexual ou de uso de um método adicional após a administração do AMP-Dpt
dc.description.abstractAbstract: This is a descriptive study evaluating the lag time between intramuscular administration of 150mg of DMPA, and the onset of its effect on the cervical mucus, when the injection is given between the 8th and 13th day of the menstrual cycle. Cervical mucus was collected immediately before the injection and 6, 12, 24 hours, 3 and 7 days after the injection in 29 women. In addition, follicular diameter, estradiol, LH and progesterone blood levels were measured before and 1, 3 and 7 days after the injection. Women were equally distributed over the 6 days, except for day 8, which had only four subjects enrolled. Although ovulation was detected in 45% of the cases, hostile mucus, and poor or no sperm penetration was observed, starting 12 hours after injection among women whose cervical mucus score at injection was less than 5. Most women with an initial cervical mucus score higher than 4 had the same effect 24 hours after injection, but in two cases this effect was delayed for more than three days. This finding suggests that DMP A takes longer to be effective in women with cervical mucus score higher than 4 at the time of the injection. These results suggest that cervical mucus can be used as a clinical marker to determine the period in which a woman, receiving the DMPA injection after the 7th day of the menstrual cycle, should abstain or use a backup contraceptive methoden
dc.publisher[s.n.]pt_BR
dc.date.issued1996pt_BR
dc.identifier.citationPETTA, Carlos Alberto. Mudanças na função ovariana e cervical nos primeiros dias apos a injeção de 150mg de acetato de medroxiprogesterona na segunda metade da fase proliferativa. 1996. 143f. Tese (doutorado) - Universidade Estadual de Campinas, Faculdade de Ciencias Medicas, Campinas, SP. Disponível em: <http://www.repositorio.unicamp.br/handle/REPOSIP/308226>. Acesso em: 21 jul. 2018.pt_BR
dc.description.degreelevelDoutoradopt_BR
dc.description.degreedisciplineTocoginecologiapt_BR
dc.description.degreenameDoutor em Tocoginecologiapt_BR
dc.date.defense1996-07-19T00:00:00Zpt_BR
dc.date.available2018-07-21T13:09:27Z-
dc.date.accessioned2018-07-21T13:09:27Z-
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2018-07-21T13:09:27Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Petta_CarlosAlberto_D.pdf: 5741958 bytes, checksum: c76f6aec7ae4bd32e7029b25819d9e9d (MD5) Previous issue date: 1996en
dc.identifier.urihttp://repositorio.unicamp.br/jspui/handle/REPOSIP/308226-
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