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dc.contributor.CRUESPUNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINASpt_BR
dc.descriptionOrientador: Suzi Frankl Sperberpt_BR
dc.descriptionTese (doutorado) - Universidade Estadual de Campinas, Instituto de Estudos da Linguagempt_BR
dc.format.extent1 recurso online ( 358 p.) : il., digital, arquivo PDF.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.relation.requiresRequisitos do sistema: Software para leitura de arquivo em PDFpt_BR
dc.typeTESE DIGITALpt_BR
dc.titleSir Thomas More : estudo e traduçãopt_BR
dc.title.alternativeSir Thomas More : study and translationpt_BR
dc.contributor.authorClosel, Régis Augustus Bars, 1985-pt_BR
dc.contributor.advisorSperber, Suzi Frankl, 1939-pt_BR
dc.contributor.institutionUniversidade Estadual de Campinas. Instituto de Estudos da Linguagempt_BR
dc.contributor.nameofprogramPrograma de Pós-Graduação em Teoria e História Literáriapt_BR
dc.subjectMunday, Anthony, 1553-1633. Sir Thomas More - Adaptaçõespt_BR
dc.subjectMore, Thomas, Santo, 1478-1535pt_BR
dc.subjectShakespeare, William, 1564-1616 - Crítica e interpretaçãopt_BR
dc.subjectTeatro inglês - Elizabetano, 1500-1600 - História e críticapt_BR
dc.subjectTeatro ingles - Séc. XVII - História e críticapt_BR
dc.subjectReforma - Inglaterra - Séc. XVIpt_BR
dc.subjectInglaterra - História eclesiástica - Séc. XVIpt_BR
dc.subject.otherlanguageMunday, Anthony - Sir Thomas More - Adaptationsen
dc.subject.otherlanguageMore, Thomas - Sainten
dc.subject.otherlanguageShakespeare, William - Criticism and interpretationen
dc.subject.otherlanguageEnglish drama - Early modern and Elizabethan, 1500-1600 - History and criticismen
dc.subject.otherlanguageEnglish drama - 17th century - - History and criticismen
dc.subject.otherlanguageReformation - England - 16th centuryen
dc.description.abstractResumo: Esta tese apresenta um estudo acerca do drama inglês dos séculos XVI e XVII e suas alusões às consequências da Reforma Inglesa, e a primeira tradução da peça Sir Thomas More. Essa peça foi escrita por Anthony Munday e Henry Chettle em 1600 e revisada, com diversas adições ao Texto Original, entre 1603 e 1604, por diversos dramaturgos como Thomas Heywood, William Shakespeare e Thomas Dekker. Sir Thomas More nunca foi impressa e sobreviveu como um manuscrito censurado e repleto de anotações por parte dos dramaturgos envolvidos, do copista e do censor. A própria existência da peça traz muitas perguntas complexas quanto à percepção histórica e sua recriação artística, por exemplo questões sobre qual a reputação pública de Thomas More após sua morte ou sobre quais os recursos não religiosos empregados pela ficção para codificar e refletir sobre a Reforma Inglesa. A primeira parte da tese apresenta um estudo sobre a relação entre as peças e a história da Reforma, tanto na forma de alusão ao passado quanto como um tipo de reflexão sobre o momento em que a peça foi escrita. O estudo está dividido em três capítulos. O primeiro capítulo discute o tema da memória pública de personagens históricos ligados à Reforma, em especial Thomas More, em meio às representações ficcionais sobre ele, tanto no drama como na literatura. O segundo capítulo trata de recursos específicos de linguagem e de temas como a dissolução dos monastérios e as transformações do romance de cruzada em meio a peças elisabetanas. O terceiro capítulo aborda o conflito entre consciência e Estado, algo que marcou tanto a vida de Thomas More como a de muitos súditos dos primeiros anos do período jacobino, época da qual data a revisão de Sir Thomas More. A segunda parte da tese apresenta a primeira tradução dessa peça para a língua portuguesa, com diversas anotações ao longo do texto, buscando aproximar o leitor da condição material do manuscrito e ampliar a percepção do processo de transmissão textual e do processo de escrita colaborativa do período elisabetano-jacobino. Ao final se encontram as passagens alternativas presentes no Texto Original do manuscrito e substituídas pelas adiçõespt
dc.description.abstractAbstract: This PhD thesis presents a study on sixteenth- and seventeenth-century English drama and its allusions to the consequences of the English Reformation and the first translation of Sir Thomas More into Brazilian Portuguese. This play was written by Anthony Munday in collaboration with Henry Chettle in 1600 and revised, with additions, between 1603 and 1604 by several dramatists, such as Thomas Heywood, William Shakespeare and Thomas Dekker. Sir Thomas More was never printed and it has reached us as a censored manuscript full of annotations made by those dramatists involved in the process, by the copyist and the censor. The existence of the play gives rise to many complex questions, such as the historical perception of Thomas More, as opposed to the fictional recreation, or what More¿s reputation was after his death, or what non-religious resources were employed in fiction to encode and think about the English Reformation. The first part of this thesis comprises a study on the relationship between drama and Reformation history, both as an allusion drawn from the past and as a piece of thought regarding the moment in which these plays were written. The study is split into three chapters. The first deals with the topic of public memory of historical characters linked to the Reformation, mainly Thomas More, amid the fictional depictions of him, both in drama and in literature. The second chapter addresses specific language resources and topics, such as the dissolution of the monasteries and the transformations of crusade romance amid Elizabethan drama. The third chapter covers the conflict between conscience and the State, something that has resonance both in the life of Thomas More and several subjects from the first years of Jacobean England, the time at which the revision of Sir Thomas More is usually dated. The second part of the thesis offers the first translation of the play into Brazilian Portuguese, with several annotations throughout the text, seeking to create a close relationship between the reader and the material condition of the manuscript and to enhance both the perception of textual transmission and Elizabethan-Jacobean collaborative playwriting. At the closure, there are alternative and replaced passages present in the Original Text and substituted by additionsen
dc.publisher[s.n.]pt_BR
dc.date.issued2016pt_BR
dc.identifier.citationCLOSEL, Régis Augustus Bars. Sir Thomas More: estudo e tradução. 2016. 1 recurso online ( 358 p.). Tese (doutorado) - Universidade Estadual de Campinas, Instituto de Estudos da Linguagem, Campinas, SP. Disponível em: <http://www.repositorio.unicamp.br/handle/REPOSIP/305692>. Acesso em: 30 ago. 2018.pt_BR
dc.description.degreelevelDoutoradopt_BR
dc.description.degreedisciplineTeoria e Critica Literariapt_BR
dc.description.degreenameDoutor em Teoria e História Literáriapt_BR
dc.contributor.committeepersonalnameMilton, Johnpt_BR
dc.contributor.committeepersonalnameRibeiro, Ana Claudia Romanopt_BR
dc.contributor.committeepersonalnameLazzaratto, Marcelo Ramospt_BR
dc.contributor.committeepersonalnameAzevedo, Sandra Amélia Luna Cirne dept_BR
dc.description.sponsordocumentnumber2011/21988-9, 2012/22101-0pt_BR
dc.date.available2018-08-30T10:45:14Z-
dc.date.accessioned2018-08-30T10:45:14Z-
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2018-08-30T10:45:14Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Closel_RegisAugustusBars_D.pdf: 2238650 bytes, checksum: ea15cca0cecb58fb262a70cf5dec9915 (MD5) Previous issue date: 2016en
dc.identifier.urihttp://repositorio.unicamp.br/jspui/handle/REPOSIP/305692-
dc.description.sponsorFAPESPpt_BR
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