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Type: TESE DIGITAL
Title: Quando os ventos "embraçam" linhas : alegrias (im)possíveis com África, escola, devires, diários, costuras, linhas...
Title Alternative: When the winds embrace lines : joys (im)possible with Africa, school, becomings, daily, seams, threads...
Author: Silva, Glauco Roberto da, 1978
Advisor: Dias, Susana Oliveira, 1973-
Abstract: Resumo: Ele havia sido povoado por mil... Mil não, eram mais, muito mais populações. Dentro dele moléculas se agitavam em velocidades e lentidões alucinantes, contaminações desejosas de um vir a ser outro e outro e outro e... Devires. Variações contínuas de um estar na escola e ser habitado por moléculas de homens, mulheres, crianças, negro, animais, linhas, ventos, tribos, palhaço, materiais, mapas, etc. Potências que se (des)amarram com a força da costura, da descostura, do alinhavo, do bordado, de escritas enoveladas em papéis emaranhados, etc. Pesquisa-criação. Desejo de pensar, dizer e escrever de experimentações pelo enroscar-se nos emaranhados de mil e tantas linhas, que "devem" de experimentos de um professor com a escola, África, costuras, imagens, livros, mapas, máscaras, literatura, sons, diários, e... ... Ar. Durante sua busca, encontra o vento. Uma ajuda prazerosa e potente. Os ventos o carregam por lembranças de um primeiro encontro: professor com escola, um lembrar que insiste em ser dito em uma linha do tempo reta e continua. Mas não. Prefere não. Quer tempestade. Desorganizar o que está pronto. Desacostumar essas lembranças já dadas. Quer brincar de/no vento, encontrar redemoinhos poeirentos que ajudem a desajustar, deslembrar. Lê e relê Deleuze e Guattari. Acha algo, devir-criança, não perde tempo, se alinhava e corre brincar dentro das imagens de uma África postal. África dos livros dos mapas. Mãe! Vou brincar. Brincar onde menino? Na floresta. Vai menino! Vai brincar com seus elefantes, leões e girafas na floresta. África vista na televisão. África da escola da infância. Como é bom se contaminar e devir-criança. Mãe, agora vou ser vento! Vai menino, não demora. Cuidado, não vai se perder! Agora que é vento, consegue carregar com sigo infinitas moléculas brincantes, mas não é só isso, pode também ir longe, outros mundos. Mundos fabulados, escondidos, de tribos esquecidas, onde é possível ser Ele e Ela e Aquilo e ser nenhum deles e todos eles. Que prazer ventar por outros territórios sem se fixar, lugares africanos pouco divulgados (ou seria melhor dizer divagados?). Vento nômade, sem lugar certo, apenas ventar cada vez mais longe. Vai se aproximando da linha do horizonte, se encanta e vai ser outra coisa. Agora em corpo linha, é carregado pelo vento para escola. No chão de pó de giz das salas de aula, rasteja, percorre lousas, cortinas, carteiras e encontra nas páginas de livros e cantos de mapas um caminho para (des)fiar teias de palavras, imagens e sons que vão por trilhas literárias, artísticas e filosóficas dizer de experimentações que, não estão apenas nas salas de aulas, mas que estão nele, ventando dentro dele, só esperando agulhas que descosturem as frestas por onde sopra um vir a ser professor-criança-mulher-negro-aranha-vento-linha-pó

Abstract: He had been populated by thousand ... Thou shall not, were more, many more people. Inside they molecules flapped at breakneck speeds and slowdowns, willing contamination of a turn out to be another and another and another ... and becomings. Continuous variations of a being in school and being inhabited by molecules of men, women, children, black, animals, lines, winds, tribes, clown, materials, maps, etc. Powers that be (un) bind with the strength of the seam, the unravel, the basting, embroidery, of reeled written in tangled papers, etc. Research-creation. Desire to think, say and write trials by curl up in tangles of thousands and so many lines, which "should" experiments of a teacher with the school, Africa, seams, images, books, maps, masks, literature, sounds, daily, and ... ... Air. During his search, find the wind. A delightful and powerful help. The winds carry by memories of a first meeting: teacher with school, remember that insists on being told in a row of straight time and continues. But not. Prefer not. Want storm. Disorganize what is ready. Wean these memories already given. Want to play / in the wind, find dusty swirls to help out of adjustment, forgot. Read and reread Deleuze and Guattari. Think something, becoming-child, do not lose time, aligned and run play within images of a postal Africa. Africa books of maps. Mother! I'm going to play. Playing where boy? In the forest. Go Boy! Will play with his elephants, lions and giraffes in the forest. Africa seen on television. childhood school in Africa. How good to be contaminated and becoming-child. Mother, now I will be wind! Go Boy, do not delay. Beware, will not get lost! Now that's wind, can carry with follow endless playing molecules, but not only that, you can also go far, other worlds. fabled worlds, hidden, forgotten tribes of where you can be He and She and It, and be none of them and all of them. What a pleasure to blow other territories without fixing, African places little known (or should I say digress?). nomadic wind without right place, just blow ever further. Nears the horizon, delights and will be something else. Now in body line, it is carried by the wind to school. In chalk dust floor classrooms, crawls, runs blackboards, curtains, wallets and on pages of books and maps corners a path to (dis) spinning webs of words, images and sounds that go by literary, artistic and philosophical tracks say trials that are not only in classrooms, but that are in it, blowing into it, just waiting needles sewn the cracks where blows become teacher-child-woman-black-spider-wind-line-powder
Subject: Professores e alunos
Aprendizagem experimental
Escolas
Arte e educação
Devir (Filosofia)
Imagem (Filosofia)
Africa
Editor: [s.n.]
Date Issue: 2016
Appears in Collections:IEL - Dissertação e Tese

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