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Type: TESE DIGITAL
Title: As novas topografias do inferno = de Dante a Blade Runner = The new topographies of hell: from Dante to Blade Runner
Title Alternative: The new topographies of hell : from Dante to Blade Runner
Author: Souza, Paulo de Tarso Coutinho Viana de, 1954-
Advisor: Boccara, Ernesto Giovanni, 1948-
Abstract: Resumo: Esta tese procura mostrar que o inferno, ao contrário do que se pensa, não desapareceu; ele continua sendo representado por roteiristas, diretores de cinema, desenhistas de quadrinhos e game designers. Sua representação mudou. O inferno deixou de ser um lugar para onde se vai e passou a ser aquele onde se está. Ele não é mais "lá". É aqui! E carrega toda a carga simbólica do "estar aqui". Deste modo, não é um fogo constante que o alimenta, mas sim, os desastres do mundo moderno. Desordem genética, poluição, sujeira e escuridão, fazem parte das alegorias do inferno de hoje. Para demonstrar como o inferno tem sido reconstruído por novos atores e autores, foi usado Blade Runner, um filme de Ridley Scott, de 1982. Nesta tese, procurou-se demonstrar que os intérpretes da atualidade não abandonaram a noção de inferno, mas a atualizaram e a trouxeram para os nossos dias, nos inserindo num inferno realístico, em contraposição àquele existente como possibilidade temida no pós-morte. Buscou-se demonstrar através das representações na arte, cinema e literatura, desde o Inferno de Dante Alighieri até o Blade Runner de Ridley Scott, que nós já vivemos no inferno, que ele é mais terrível do que aquele imaginado por Dante e que os suplícios dantescos passaram a ter significados na realidade contemporânea

Abstract: Paulo de Tarso Coutinho Viana de Souza. The New Topographies of hell: From Dante to Blade Runner This thesis seeks to show that hell, contrary to popular belief, not disappeared; he is still represented by writers, film directors, comic book designers and game designers. Their representation has changed. Hell is no longer a place where you're going and went on to be the one where you are. He is no longer "there". Is here! And it carries the whole symbolic charge of "being here". Thus, it is not a constant fire that feeds but the disasters of the modern world. genetic disorder, pollution, dirt and darkness, are part of the allegory of today's hell. To demonstrate how the hell has been rebuilt by new actors and authors, was used Blade Runner a Ridley Scott film, 1982. In this work, he tried to demonstrate that today's performers did not abandon the notion of hell, but the updated and brought it to our days, including in a realistic hell, counter position to that existing as feared possibility in the afterlife. Sought to demonstrate through the representations in art, film and literature, from the Inferno of Dante Alighieri to the Blade Runner by Ridley Scott, that we already live in hell, he is more terrible than that imagined by Dante and the tortures Dantesque now have meanings in contemporary reality
Subject: Dante Alighieri, 1265-1321
Scott, Ridley, 1937-
Inferno
Cinema - Semiótica
Hermenêutica
Cinema - Estados Unidos
Editor: [s.n.]
Date Issue: 2016
Appears in Collections:IA - Dissertação e Tese

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