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Type: DISSERTAÇÃO DIGITAL
Degree Level: Mestrado
Title: Population dynamics of Parhyale hawaiensis (Crustacea: Amphipod) in laboratory culture and life history diferences between laboratory and wild populations = Dinâmica populacional de Parhyale hawaiensis de uma cultura de laboratório e comparação de historia de vida com uma população natural
Title Alternative: Dinâmica populacional de Parhyale hawaiensis de uma cultura de laboratório e comparação de historia de vida com uma população natural
Author: Burstin, Bruno Assanuma, 1985-
Advisor: Flynn, Maurea Nicoletti
Abstract: Resumo: Ramos da ecologia, tal como a teoria da história de vida, podem contribuir para a expansão do espectro de atividades da Ecotoxicologia clássica englobando o poder preditivo de alguns dos princípios da ecologia populacional. Este trabalho se propõe a analisar as estratégias demográficas adotadas pelo crustáceo marinho Parhyale hawaiensis mantido em laboratório, descrevendo seu ciclo de vida, fitness reprodutivo e dinâmica populacional através da construção de tabela de vida tempo-especifica; e comparar os dados obtidos com aqueles para populações naturais da mesma espécie. Considerando populações criadas em laboratório ou na natureza, a espécie se reproduz praticamente o ano inteiro. As fêmeas têm reprodução continua (iteróparas), e exibem ciclo de vida multivoltínico. Comparadas a populações naturais oriundas do mesmo local, populações de P. hawaiensis mantidas em laboratório apresentam reprodução tardia, fecundidade mais alta associada ao corpo maior, mortalidade mais baixa, e maior tempo de geração; tem vida mais longa, ao menos 20 meses (e 25 meses estimados) e parece apresentar senescência no período final da vida, comportamento claramente K-estrategista, contrastando com populações naturais, claramente r-estrategistas. O período de vida mais longo em laboratório parece associado a um número maior de mudas, mas não diretamente com o tamanho do indivíduo após este atingir o tamanho de 7 mm. Deste tamanho em diante as mudas parecem ser somente relacionadas a reprodução. O cultivo de P. hawaiensis em laboratório fez com que aumentassem, em comparação as taxas exibidas por populações naturais, os valores do potencial reprodutivo R0 de 2,85 para 63,2 número de filhotes por fêmea, o tempo de geração de 4,54 a 12,1 meses e a taxa intrínseca de crescimento de 0,27 a 0,34 per capita por mês. Conclui-se que os potencias endpoints demográficos como taxa instantânea de crescimento (ri), potencial reprodutivo (R0) e tempo de geração (T) não parecem ser efetivos para populações de Parhyale hawaiensis cultivadas em laboratório. Parâmetros como taxa de sobrevivência (lx), fecundidade (mx), idade de maturidade sexual e capacidade suporte (K) poderiam ser mais eficientes endpoints se associados a taxa intrínseca de crescimento (r)

Abstract: Branches of ecology such as life-history theory, can fully contribute in the expansion of the spectrum of activity of classical ecotoxicology by encompassing the predictive power of population dynamics principles. This work sets out to provide detailed baseline data on the population dynamics of Parhyale hawaiensis kept in laboratory, describing the life cycle, fitness parameters and population dynamics of a culture through the construction of time-specific life table for obtaining population rates related to reproductive success; and comparing data obtained from a wild population of the same species. P. hawaiensis, considering wild or lab populations, reproduces almost year-round. Females produce broods consecutively (Iteroparity), exhibiting a multivoltine life cycle. Lab P. hawaiensis population compared to the wild population extracted from same location presented a delayed reproduction, higher fecundity associated with a slightly larger body size, experiences lower mortality and has a longer generation time; long-lived for 20 months with estimated complete decay at 25 months because it appears to experience senescence, representing a classical K selection. In contrast to the classical r selection strategy evidenced for wild populations. Longer life span in, apparent in laboratory, is coupled with a larger number of moults. However, this much larger life span is not directly related to individual¿s size after individuals attained approximately 7 mm. From this size on it seems that moulting in female is related exclusively to reproduction. The cultivation in laboratory of P. hawaiensis has raised the net reproduction rate R0 from 2,85 to 63,2, young per female, the time generation from 4,54 to 12,1 months and the maximum intrinsic rate of increase r from 0,27 to 0,34 per capita per month. In conclusion, demographic endpoints such as instantaneous growth rate (ri), net reproductive rate (R0) and generation time (T) don¿t appear to be effective for lab populations of Parhyale hawaiensis. Perhaps parameters such as survival rate (lx), fecundity (mx), sexual maturity achievement size and carrying capacity (K) could be more efficient endpoints, when coupled to the intrinsic growth rate (r)
Subject: Densidade demográfica
Toxicologia ambiental
Amphipoda
Language: Inglês
Editor: [s.n.]
Date Issue: 2016
Appears in Collections:FT - Tese e Dissertação

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