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dc.contributor.CRUESPUNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINASpt_BR
dc.identifier(Broch.)pt_BR
dc.descriptionOrientador : Guilherme Elias Pessanha Henriquespt_BR
dc.descriptionTese (doutorado) - Universidade Estadual de Campinas, Faculdade de Odontologia de Piracicabapt_BR
dc.format.extent123p. : il.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.typeTESEpt_BR
dc.titleInfluencia das temperaturas de cocção de ceramica na resistencia a tração e dureza Vickers do titanio comercialmente puro fundidopt_BR
dc.contributor.authorFonseca, Johnson Campidelipt_BR
dc.contributor.advisorHenriques, Guilherme Elias Pessanha, 1968-pt_BR
dc.contributor.institutionUniversidade Estadual de Campinas. Faculdade de Odontologia de Piracicabapt_BR
dc.subjectFundição dentariapt_BR
dc.subjectPrótese dentáriapt_BR
dc.subjectMateriais dentáriospt_BR
dc.subject.otherlanguageDental foundingen
dc.subject.otherlanguageDental prosthesisen
dc.subject.otherlanguageDental materialsen
dc.description.abstractResumo:A utilização das ligas de metais não nobres para metalocerâmica tem aumentado com o passar do tempo devido às propriedades mecânicas e baixo custo das mesmas. O titânio tornou-se popular devido à sua excelente biocompatibilidade e propriedades mecânicas favoráveis. Apesar de tais vantagens, as informações sobre a influência dos ciclos de cocção das cerâmicas na dureza Vickers e resistência à tração são escassas. O objetivo do presente estudo foi: 1) avaliar a influência do ciclo de cocção da cerâmica (Vitatitankeramic) na dureza Vickers, bem como na resistência à tração (resistência à tração máxima, resistência à tração na ruptura e alongamento) do titânio comercialmente puro grau 2 fundido; 2) determinar o modo de falha nas superfícies fraturadas por meio de inspeção visual e caracterização por imagens obtidas com microscopia eletrônica de varredura (MEV). A dureza com penetrador Vickers foi medida em corpos-de-prova fundidos em formato de disco (3mm de espessura e 6mm de diâmetro) com carga de 9,08N e 5 segundos (HV1) de tempo de permanência. Os corpos-de-prova foram divididos nos seguintes grupos (n=5): DIN (sem ciclo de cocção), DBO (ciclo do ERQGHU), DOP (ciclos do ERQGHU+opaco), DDE (ciclos do ERQGHU+opaco+dentina) e DGL (ciclos do ERQGHU+opaco+dentina+JOD]H). Para o teste de resistência à tração foram utilizados corpos-de-prova de acordo com a norma E8M da ASTM e especificação número 5 da A.D.A. O teste foi realizado em uma máquina de ensaios mecânicos (MTS 810) com velocidade de deslocamento do atuador de 1mm/min. Os grupos (n=10) para o teste de resistência à tração foram divididos em TIN (sem ciclo de cocção), TBO (ciclo do ERQGHU), TOP (ciclos do ERQGHU+opaco), TDE (ciclos do ERQGHU+opaco+dentina) e TGL (ciclos do ERQGHU+opaco+dentina+JOD]H). A análise de falha foi feita por avaliação macroscópica visual e caracterização com MEV para determinar o modo predominante de fratura. Os valores originais de dureza Vickers e resistência à tração foram submetidos ao teste de análise de variância e as médias comparadas pelo teste de Tukey com 5% de nível de probabilidade. Os valores médios de dureza Vickers foram: 187,00±5,91 para DIN, 206,44±3,37 para DBO, 199,55±3,15 para DOP, 202,05±1,78 para DDE e 207,10±6,87 para DGL, com diferença significativa apenas entre o grupo DIN e os outros grupos submetidos aos ciclos de cocção da cerâmica. Os valores médios de 20 resistência máxima à tração (MPa) foram 494,05±54,4 para TIN, 511,28±51,76 para TBO, 505,46±44,76 para TOP, 481,99±68,66 para TDE e 493,13±33,17 para TGL. Os valores médios de resistência à tração na ruptura (MPa) foram: 409,24±58,5 para TIN, 411,45±42,62 para TBO, 407,06±35,83 para TOP, 390,26±55,96 para TDE e 395,5±26,35 para TGL. Os valores médios de alongamento (mm) foram: 3,07±1,04 para TIN, 3,01±0,93 para TBO, 2,72±0,44 para TOP, 3,05±0,86 para TDE e 2,72±0,89 para TGL. Não foram encontradas diferenças significativas nos grupos quanto à resistência máxima à tração, resistência à tração na ruptura e alongamento. A dureza Vickers após os ciclos de cocção da cerâmica exibiu diferença significativa em relação ao grupo DIN. A resistência à tração máxima, resistência à tração na ruptura e alongamento não foram influenciados pelos ciclos de cocção de forma significativa. A fratura dúctil foi predominante em todos os grupos, com presença de dimples na superfície de fraturapt
dc.description.abstractAbstract: The application of base metal alloys in metal-ceramic crowns has increased in the past because of their mechanical properties and low cost. Titanium has become popular due to its excelent biocompatibility and favorable mechanical properties. Despite its advantages, information about the influence of porcelain firing cycle on the Vickers hardness and tensile strenght is scarce. The aim of this study was: 1) to evaluate the porcelain firing cycle (Vitatitankeramic) influence on Vickers hardness and tensile strength, ultimate tensile strength and elongation of cast grade 2 commercially pure titanium; 2) to determine the mode of failure in fractured surfaces by macroscopic visualization and characterisation by scanning electron microscope (SEM) images. The hardness was measured with Vickers hardness tester in cast disc specimens (3mm in thickness and 6mm in diammeter) with 9,08 N of load and 5 seconds (HV1) for maintenance time. The specimens were divided into the following groups (n=5): DIN (without firing cycle), DBO (bonder cycle), DOP (bonder + opaque), DDE (bonder+opaque+dentin cycles) and DGL (bonder+opaque+dentin+glaze cycles). For the tensile test, specimens according with the ASTM E8M and specification 5 A.D.A. were used. The test was performed in a mechanical testing machine (MTS 810) with a crosshead speed of 1mm/min.. For tensile test the groups (n=10) were divided into TIN (without firing cycle), TBO (bonder cycle), TOP (bonder + opaque), TDE (bonder+opaque+dentin cycles) and TGL (bonder+opaque+dentin+glaze cycles). The failure analysis was made by visual inspection and characterisation with SEM to determine the predominant fracture mode. The original values of Vickers hardness and tensile strength were subjected to analysis of variance and the mean values were subjected to Tukey's test set at 5% probability level. The mean values of Vickers hardness were: 187.00±5.91 to DIN, 206.44±3.37 to DBO, 199.55±3.15 to DOP, 202.05±1.78 to DDE and 207.10±6.87 to DGL, with significant difference only between the DIN and the other groups submitted to the firing cycles. The mean values of tensile strength (MPa) were 494.05±54.4 to TIN, 511.28±51.76 to TBO, 505.46±44.76 to TOP, 481.99±68.66 to TDE and 493.13±33.17 to TGL. The ultimate tensile strength (MPa) mean values were: 409.24±58.5 to TIN, 411.45±42.62 to TBO, 407.06±35.83 to TOP, 390.26±55.96 to TDE and 395.5±26.35 to TGL. The values of elongation values (mm) were: 3.07±1.04 to TIN, 3.01±0.93 to TBO, 2.72±0.44 to TOP, 3.05±0.86 to TDE and 2.72±0.89 to TGL. No significant differences were found among groups regarding the tensile strength, ultimate tensile strength and elongation. The Vickers hardness after porcelain firing cycles was significantly different of DIN group. However, the tensile strength, ultimate tensile strength and elongation were not influenced by porcelain firing. Ductile fractures were predominant in all the experimental groups with the presence of dimplesen
dc.publisher[s.n.]pt_BR
dc.date.issued2005pt_BR
dc.identifier.citationFONSECA, Johnson Campideli. Influencia das temperaturas de cocção de ceramica na resistencia a tração e dureza Vickers do titanio comercialmente puro fundido. 2005. 123p. Tese (doutorado) - Universidade Estadual de Campinas, Faculdade de Odontologia de Piracicaba, Piracicaba, SP. Disponível em: <http://www.repositorio.unicamp.br/handle/REPOSIP/289196>. Acesso em: 3 ago. 2018.pt_BR
dc.description.degreelevelDoutoradopt_BR
dc.description.degreedisciplineMateriais Dentariospt_BR
dc.description.degreenameDoutor em Materiais Dentáriospt_BR
dc.contributor.committeepersonalnameCorrer Sobrinho, Lourençopt_BR
dc.contributor.committeepersonalnameVaz, Luis Geraldopt_BR
dc.contributor.committeepersonalnameBorges, Gilberto Antoniopt_BR
dc.contributor.committeepersonalnameSinhoreti, Mário Alexandre Coelhopt_BR
dc.date.defense2005-01-27T00:00:00Zpt_BR
dc.date.available2018-08-04T02:46:58Z-
dc.date.accessioned2018-08-04T02:46:58Z-
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2018-08-04T02:46:58Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Fonseca_JohnsonCampideli_D.pdf: 3777046 bytes, checksum: af3365185db79e8a274340afe4c58f00 (MD5) Previous issue date: 2005en
dc.identifier.urihttp://repositorio.unicamp.br/jspui/handle/REPOSIP/289196-
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