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dc.contributor.CRUESPUNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINASpt_BR
dc.identifier(Broch.)pt_BR
dc.descriptionOrientador: Daniel Joseph Hoganpt_BR
dc.descriptionTese (doutorado) - Universidade Estadual de Campinas, Instituto de Geocienciaspt_BR
dc.format.extent278p. : il.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.typeTESEpt_BR
dc.titleHabitar em risco : mobilidade e vulnerabilidade na experiencia metropolitanapt_BR
dc.title.alternativeDwelling at risk : mobility and vulnerability in the metropolitan lifept_BR
dc.contributor.authorMarandola Junior, Eduardo, 1980-pt_BR
dc.contributor.advisorHogan, Daniel Joseph, 1942-2010pt_BR
dc.contributor.advisorHogan, Daniel Josephpt_BR
dc.contributor.institutionUniversidade Estadual de Campinas. Instituto de Geociênciaspt_BR
dc.contributor.nameofprogramPrograma de Pós-Graduação em Geografiapt_BR
dc.subjectRiscospt_BR
dc.subjectGeografia urbanapt_BR
dc.subjectMigração internapt_BR
dc.subjectFenomenologiapt_BR
dc.subjectOntologiapt_BR
dc.subject.otherlanguageRisksen
dc.subject.otherlanguageUrban geographyen
dc.subject.otherlanguageInternal migrationen
dc.subject.otherlanguagePhenomenologyen
dc.subject.otherlanguageOntologyen
dc.description.abstractResumo: O homem sempre conviveu com a incerteza. Na modernidade, ela se manifesta como riscos e perigos que interferem de maneira crescente em todas as facetas da vida social. De um fenômeno circunscrito espaço-temporalmente, o risco passou a permear o mecanismo de reprodução social, gerando incerteza e insegurança cada vez mais generalizadas. No contexto do atual estágio da modernidade, há uma flexibilização nas instituições que se reflete diretamente na vida das pessoas. Chamada de modernidade líquida, a fluidez é tanto a da mobilidade constante (de pessoas, capitais, produtos, padrões, valores, populações) quanto da diluição das certezas e de padrões modernos. As condições próprias desta mobilidade e do viver se transformam, produzindo alterações ontológicas do próprio sentido da existência, reveladas nas diferentes formas de habitar contemporâneas, que são, numa leitura fenomenológica, expressão do próprio ser e estar no mundo. Investigamos essas formas de habitar na Região Metropolitana de Campinas para poder pensar o fenômeno no âmbito das novas morfologias urbanas. A estratégia passa por uma prática fenomenológica de investigação, que coloca a história e os espaços de vida das pessoas no centro do pensar, permitindo uma compreensão das repercussões dos fenômenos macro-sociais (a modernidade líquida) nas interações e envolvimento particulares que as pessoas desenvolvem em suas vidas diárias (a experiência vivida). A tese que defendemos é a de que as transformações descritas acima alteraram o significado da casa e seu papel enquanto promotora de proteção/risco na metrópole contemporânea. O incremento da mobilidade aumenta a distância e o tempo dos deslocamentos, mantendo-nos cada vez mais tempo fora do lugar, da casa, nossa principal fonte de proteção. As relações de vizinhança e de identidade comunitária provocam e são consequências deste processo, haja vista que com a diminuição da permanência na casa, os laços fundamentais de proteção ficam fragilizados e, em conseqüência, estar em casa não é mais estar sempre seguro. O resultado é um espaço de vida mais esgarçado, com os recursos que promovem a proteção dispersos no espaço regional metropolitano, quando oriundos dos sistemas locais, e espalhados pela difusa rede de localidades globais, quando provenientes dos sistemas de peritos. Uma das grandes perdas do atual estágio da modernidade é a casa, lugar da proteção por excelência, ter se tornado, também, um lugar de risco, o que torna o habitar metropolitano um habitar em riscopt
dc.description.abstractAbstract: Man has always coexisted with uncertainty. In modernity, it is manifested as risk and hazard which increasingly intervene in all aspects of social life. From a spatially and temporally circumscribed phenomenon, risk came to permeate the very mechanisms of social reproduction, producing generalized uncertainty and unreliability. In the context of the current period of modernity there is a flexibility in institutions which is directly reflected in people¿s lives. Called liquid modernity, this fluidity involves both constant mobility (of people, capital, products, standards, values, populations) and the dilution of certainties and standards. The conditions of mobility and living are themselves transformed, producing ontological change, that is, change in the very meaning of existence, revealed in the different contemporary forms of dwelling, which are, in a phenomenological reading, expressions of being in the world. We investigated these dwelling forms in the Campinas Metropolitan Region to be able to consider the phenomenon in the scope of the new urban morphology. The research strategy is that of the phenomenological practice of inquiry, which places the history and life spaces of people at the center, allowing an understanding of repercussions of macro-social phenomena (liquid modernity) on the interactions and particular involvements which people develop in their daily lives (lived experience). The thesis we defend is that the transformations described above have modified the meaning of the home and its role as promoter of protection and risk in the contemporary metropolis. Greater mobility increases the distance and time of movements, keeping us away from the place, from the home ¿ our main source of protection ¿ for longer periods of time, while this absence simultaneously weakens the place itself. Neighborhood relations and community identity are both causes and consequences of this process, in that with reduced permanence in the home, the fundamental ties of protection are weakened and, consequently, being at home does not always mean beingsafe. The result is more fragmented life spaces, with the resources which promote protection dispersed in metropolitan space - when originating within local systems ¿ and spread out over the diffuse global network of localities when proceeding from expert systems. One of the great losses of the current period of modernity is that the home, place of protection par excellence, has also become a place of risk, which makes metropolitan dwelling a dwelling at risken
dc.publisher[s.n.]pt_BR
dc.date.issued2008pt_BR
dc.identifier.citationMARANDOLA JUNIOR, Eduardo. Habitar em risco: mobilidade e vulnerabilidade na experiencia metropolitana. 2008. 278p. Tese (doutorado) - Universidade Estadual de Campinas, Instituto de Geociencias, Campinas, SP. Disponível em: <http://www.repositorio.unicamp.br/handle/REPOSIP/287288>. Acesso em: 10 ago. 2018.pt_BR
dc.description.degreelevelDoutoradopt_BR
dc.description.degreedisciplineAnálise Ambiental e Dinâmica Territorialpt_BR
dc.description.degreenameDoutor em Geografiapt_BR
dc.contributor.committeepersonalnameOliveira, Livia dept_BR
dc.contributor.committeepersonalnameLuchiari, Maria Tereza Duarte Paespt_BR
dc.contributor.committeepersonalnameFilho, Oswaldo Bueno Amorimpt_BR
dc.contributor.committeepersonalnameAbreu, Mauricio de Almeidapt_BR
dc.date.defense2008-02-29T00:00:00Zpt_BR
dc.date.available2018-08-10T23:25:17Z-
dc.date.accessioned2018-08-10T23:25:17Z-
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2018-08-10T23:25:17Z (GMT). No. of bitstreams: 1 MarandolaJunior_Eduardo_D.pdf: 56713736 bytes, checksum: 22c53aae1173ab080cd61cd391621a53 (MD5) Previous issue date: 2008en
dc.identifier.urihttp://repositorio.unicamp.br/jspui/handle/REPOSIP/287288-
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