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dc.contributor.CRUESPUNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINASpt_BR
dc.descriptionOrientador: Plinio Soares de Arruda Sampaio Juniorpt_BR
dc.descriptionDissertação (mestrado) - Universidade Estadual de Campinas, Instituto de Economiapt_BR
dc.format.extent150 p.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.typeDISSERTAÇÃOpt_BR
dc.titleRentismo e capital financeiro, reforma e revolução : as diferenças de interpretação sobre o "Novo Capitalismo" entre Keynes e a tradição marxista de Bukhárin, Hilferding e Lêninpt_BR
dc.title.alternativeRent-seeking and financial capital, reform and revolution : the differences of interpretation on the New Capitalism between Keynes and the marxist tradition of Bukharin, Hilferding and Leninpt_BR
dc.contributor.authorPereira, Leandro Ramos, 1985-pt_BR
dc.contributor.advisorSampaio Junior, Plinio Soares de Arruda, 1957-pt_BR
dc.contributor.advisorJunior, Plinio Soares de Arruda Sampaiopt_BR
dc.contributor.institutionUniversidade Estadual de Campinas. Instituto de Economiapt_BR
dc.contributor.nameofprogramPrograma de Pós-Graduação em Ciências Econômicaspt_BR
dc.subjectKeynes, John Maynard, 1883-1946pt_BR
dc.subjectComunismopt_BR
dc.subjectCapitalismopt_BR
dc.subject.otherlanguageKeynes, John Maynarden
dc.subject.otherlanguageMarxismen
dc.subject.otherlanguageCapitalismen
dc.description.abstractResumo: Esta dissertação compara as interpretações sobre o "novo capitalismo" que emerge a partir do final do século XIX entre Keynes e a Tradição Marxista que relaciona o capital financeiro e o Imperialismo (Lênin, Hilferding e Bukhárin), e suas implicações no que se refere às características do Estado Nacional, a natureza da ordem internacional, e as relações políticas. Procuramos demonstrar que a interpretação de Keynes diverge qualitativamente do pensamento desta Tradição Marxista. Enquanto Keynes via o capitalismo enquanto um economia monetária da produção cujo problema seria o aprofundamento do grau de incerteza e instabilidade associada à uma "hipertrofia" das finanças, esta Tradição Marxista via o capital enquanto um modo de produção e dominação específico, antagônico e transitório, no qual a categoria capital financeiro representaria a fusão entre as formas parciais de capital sobre a forma monopolista, constituindo uma oligarquia financeira, concentrando poder econômico e político. Enquanto Keynes acreditava na autonomia absoluta do Estado em resolver, sob formas persuasivas, mediante uma elite esclarecida, os problemas da época, conduzindo a sociedade ao reino da abundância, esta Tradição Marxista via uma maior aglutinação subordinada do Estado aos interesses incontroláveis de expansão do capital financeiro, fazendo com que o Imperialismo, uma relação de força e dominação exercida necessariamente pela violência, se imponha como necessidade histórica, intensificando a barbárie em escala mundialpt
dc.description.abstractAbstract: This work compares the interpretations of the "new capitalism" that emerges from the late nineteenth century between Keynes and the Marxist Tradition that relates the finance capital and Imperialism (Lenin, Bukharin and Hilferding), and its implications with regard to the characteristics of National State, the nature of the international order, and political relations. We demonstrated that the interpretation of Keynes differs qualitatively in relation on the Marxist Tradition's thinking. As Keynes looked for the capitalism as a monetary production economy whose problem would deepen the degree of uncertainty and instability associated with a "hypertrophy" of finance, this Marxist Tradition looked for the capital as a mode of production and domination specifically antagonist and transitory, in which the financial capital category represents the fusion between the partial forms of capital on the monopolist phase, constituting a financial oligarchy, concentrating economic and political power. While Keynes believed in the absolute autonomy of the State in solve, under persuasive forms, by an enlightened elite, the problems of the time, leading the society into the realm of abundance, this Marxist Tradition looked for a greater agglutination subordinated of the State to the uncontrollable interesting of capital financial expansion, causing Imperialism, a relation of power and domination exercised necessarily by violence, imposes itself as historical necessity, intensifying barbarism worldwideen
dc.publisher[s.n.]pt_BR
dc.date.issued2013pt_BR
dc.identifier.citationPEREIRA, Leandro Ramos. Rentismo e capital financeiro, reforma e revolução: as diferenças de interpretação sobre o "Novo Capitalismo" entre Keynes e a tradição marxista de Bukhárin, Hilferding e Lênin. 2013. 150 p. Dissertação (mestrado) - Universidade Estadual de Campinas, Instituto de Economia, Campinas, SP. Disponível em: <http://www.repositorio.unicamp.br/handle/REPOSIP/286060>. Acesso em: 22 ago. 2018.pt_BR
dc.description.degreelevelMestradopt_BR
dc.description.degreedisciplineCiências Economicaspt_BR
dc.description.degreenameMestre em Ciências Econômicaspt_BR
dc.contributor.committeepersonalnameCampos, Fábio Antonio dept_BR
dc.contributor.committeepersonalnameGermer, Claus Magnopt_BR
dc.date.available2018-08-22T10:34:38Z-
dc.date.accessioned2018-08-22T10:34:38Z-
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2018-08-22T10:34:38Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Pereira_LeandroRamos_M.pdf: 2227050 bytes, checksum: 057e084b8a04fcb0640d8a9b5d5c852a (MD5) Previous issue date: 2013en
dc.identifier.urihttp://repositorio.unicamp.br/jspui/handle/REPOSIP/286060-
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