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Type: TESE
Title: As metáforas alquímicas no cinema
Title Alternative: The alchemical metaphors in the cinema
Author: Zanatta, Maria Cecilia
Advisor: Zimmermann, Elisabeth Bauch, 1946-
Abstract: Resumo: Dentre os teóricos que buscaram uma visão mais abrangente de ser humano em relação às manifestações culturais de todos os tempos, C. G. Jung (1875-1961), foi quem se dedicou ao estudo da alma humana através de imagens de sonhos, mitos e símbolos da cultura, por acreditar que a atuação do inconsciente se dá através de várias formas de expressão. O processo de criação segundo Jung diz respeito à tradução feita pelo artista de imagens primordiais, vindas espontaneamente do inconsciente, para a linguagem do presente. Ao criar uma obra de arte, o artista transforma sua conexão com o inconsciente em algo acessível a todos, possibilitando que cada um de nós possa também estar reconectando consigo mesmo. Desta forma é que é considerado que o cinema pode atuar como fonte de projeção e transformação interna do indivíduo. O cinema, como qualquer forma de expressão humana, oferece total condição para que elementos culturais se expressem, mesmo quando utiliza elementos arcaicos da cultura que não se alinham aos transmitidos pela tradição corrente. Este é o caso da alquimia e por este motivo ela foi escolhida como foco do trabalho. O desafio proposto foi olhar para o cinema procurando por estes elementos e o resultado foi uma forma de resgate da antiga alquimia em produções humanas atuais. Nesta dissertação analiso quatro filmes como ilustração da discussão principal: A Festa de Babette, Navigator, uma Odisséia no Tempo, Um Beijo Roubado e Stalker. Foi utilizada uma abordagem que, ao mesmo tempo em que procura identificar uma imagem dentro do imaginário tradicional, pretende ser respeitosa no que diz respeito à dimensão simbólica inatingível da obra de arte

Abstract: Among the theoreticians that sought a wider view of the human being in relation to worldwide cultural manifestations, C. G. Jung (1875-1961), chose the study of the human soul through dreams, myths and cultural symbols, because he believed the unconscious acted through several expression forms. The Cinema, as other forms of human expression, offers a good medium for the expression of cultural elements, even when it uses archaic elements that are dissimilar to those transmitted through tradition. This is also the case of Alchemy, which therefore was chosen as the focal point of this Dissertation. We revisited, thus, alchemy through moving pictures. According to Jung, the creative process is related to the translation, made by the artist, of primordial images, spontaneously originated in the unconscious, to the contemporary language. When an artist creates a work of art, she transforms her connection to the unconscious into something accessible to everyone, making it possible for us to also reconnect to our own selves. In that way, we can consider the cinema as a source of projection and internal transformation of the individual. In this dissertation I discuss alchemy through the illustrative analysis of four movies: "Bebette's Feast", "Navigator, a Medieval Odissey", "My Blueberry Nights" and "Stalker". The approach used was to search for images of the movie within the traditional imaginary at the same time as due respect was paid to the unattainable symbolic dimension of the works of art
Subject: Jung, C. G. (Carl Gustav), 1875-1961
Alquimia
Processo de criação
Inconsciente (Psicologia)
Cinema
Language: Português
Editor: [s.n.]
Date Issue: 2010
Appears in Collections:IA - Dissertação e Tese

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