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dc.contributor.CRUESPUNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINASpt_BR
dc.descriptionOrientador: Sidney Chalhoubpt_BR
dc.descriptionTese (doutorado) - Universidade Estadual de Campinas, Faculdade de Filosofia e Ciencias Humanaspt_BR
dc.format.extent328 p. : il.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.typeTESEpt_BR
dc.titleCarceres imperiais : a Casa de Correção do Rio de Janeiro : seus detentos e o sistema prisional no Imperio, 1830-1861pt_BR
dc.title.alternativeImperial prisons : the House of Correction of Rio de Janeiro : its prisoners and the prison system during the Empire, 1830-1861pt_BR
dc.contributor.authorAraujo, Carlos Eduardo Moreira dept_BR
dc.contributor.advisorChalhoub, Sidney, 1957-pt_BR
dc.contributor.institutionUniversidade Estadual de Campinas. Instituto de Filosofia e Ciências Humanaspt_BR
dc.contributor.nameofprogramPrograma de Pós-Graduação em Históriapt_BR
dc.subjectPrisões - Rio de Janeiro (RJ) - 1830-1861pt_BR
dc.subjectCasas de correçãopt_BR
dc.subjectLibertos (Escravos)pt_BR
dc.subject.otherlanguagePrisons - Rio de Janeiro - 1830-1861en
dc.subject.otherlanguageCorrectional Institutionsen
dc.subject.otherlanguageFreed Slavesen
dc.description.abstractResumo: A presente tese analisa a construção da primeira prisão com trabalho do império brasileiro: a Casa de Correção do Rio de Janeiro. Tentamos fornecer um outro olhar para o tema das prisões no Brasil, fazendo mais uma história institucional e dos trabalhadores que ergueram o primeiro complexo prisional do país, e menos uma análise das questões que envolveram os debates em torno do clássico Vigiar e Punir de Michael Foucault. O filósofo francês examinou as relações entre os modos de exercício do poder, a constituição dos saberes e o estabelecimento da verdade, apontando a passagem da punição do corpo para a alma dos condenados em fins do século XVIII e início do XIX na Europa. Embora o Brasil abrigasse inúmeros estudiosos das novas formas de punir disponíveis no velho continente naquele momento, a vigência da escravidão alterou profundamente a implantação desse novo tipo de punição. Aqui, o suplício e a prisão com trabalho conviveram lado a lado até o final do século XIX. Como a idéia era escrever a história da primeira prisão com trabalho do Brasil, iniciamos a abordagem no período regencial, quando teve início o processo de construção da nova penitenciária a partir da mobilização da Sociedade Defensora da Liberdade e Independência Nacional. Nesse momento surge também uma nova categoria jurídica no país, os africanos livres. Estes últimos, somados aos escravos, sentenciados, homens livres e libertos foram os grandes responsáveis pela construção da primeira Casa de Correção do Brasilpt
dc.description.abstractAbstract: This dissertation analyses the construction of the first penitentiary made by the Brazilian Empire: The House of Correction of Rio de Janeiro. In doing so, I seek to offer a new perspective on the question of prisons in Brazil. Thus this text deals more with the history of the institutions and workers that built the first penitentiary of the country, and less with the issues that involved the debates on the classic "Surveiller et punir" written by Michael Foucault. The French Philosopher has analysed the relations between the way public institutions operate and the constitution of a new knowledge regarding discipline and punishment in 18th- and 19th- century Europe. In Brazil, however, the existence of slavery created problems for the implementation of a concept of punishment that emphasized the reformation of the individual instead of physical retaliation on his/her body. My approach in this dissertation is to tell a history of the construction and establishment of the House of Correction in Rio as a chapter in the social of history of labor in the country. Thus I start out with the initial debates about the subject in the 1830s and move on to deal with the experience of workers -africanos livres (Africans freed due to the illegal slave trade), slaves, free workers, prisoners- during the construction of the penitentiary and the first years after its openingen
dc.publisher[s.n.]pt_BR
dc.date.issued2009pt_BR
dc.identifier.citationARAUJO, Carlos Eduardo Moreira de. Carceres imperiais: a Casa de Correção do Rio de Janeiro : seus detentos e o sistema prisional no Imperio, 1830-1861. 2009. 328 p. Tese (doutorado) - Universidade Estadual de Campinas, Faculdade de Filosofia e Ciencias Humanas, Campinas, SP. Disponível em: <http://www.repositorio.unicamp.br/handle/REPOSIP/280976>. Acesso em: 12 ago. 2018.pt_BR
dc.description.degreelevelDoutoradopt_BR
dc.description.degreedisciplineHistoria Socialpt_BR
dc.description.degreenameDoutor em Históriapt_BR
dc.contributor.committeepersonalnameSlenes, Robert Wayne Andrewpt_BR
dc.contributor.committeepersonalnameGomes, Flávio dos Santospt_BR
dc.contributor.committeepersonalnameGuimarães, Lucia Maria Paschoalpt_BR
dc.contributor.committeepersonalnameCano, Jeffersonpt_BR
dc.date.available2018-08-12T20:31:49Z-
dc.date.accessioned2018-08-12T20:31:49Z-
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2018-08-12T20:31:49Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Araujo_CarlosEduardoMoreirade_D.pdf: 2955752 bytes, checksum: ab36d6deaaee773b984c14ff87dcba24 (MD5) Previous issue date: 2009en
dc.identifier.urihttp://repositorio.unicamp.br/jspui/handle/REPOSIP/280976-
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