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Type: Artigo de periódico
Title: O nível de treinamento não influencia a percepção subjetiva de esforço durante um teste incremental
Title Alternative: Training level does not influence the rating of perceived exertion during an incremental test
Author: Smirmaul, Bruno de Paula Caraça
Dantas, José Luiz
Fontes, Eduardo Bodnariuc
Okano, Alexandre Hideki
Moraes, Antonio Carlos de
Abstract: Different training levels, combined with experience in performing exhaustive exercise, may produce different sensations of fatigue. The objective of this study was to compare the rating of perceived exertion (RPE) between cyclists and non-cyclists during a maximal incremental test (IT MAX). Twenty-three subjects were recruited and divided into a cyclist group (CG) (n = 12; age: 26.5 ± 4.7 years, body weight: 68.2 ± 11kg, height: 176 ± 8.6 cm) and a non-cyclist group (NCG) (n = 11; 25.2 ± 4.0 years, body weight: 72.9 ± 9 kg, height: 175.1 ± 6.3 cm). All subjects performed an IT MAX until exhaustion on a cycling simulator, starting at 0 W and with increments of 20 W.min-1. RPE was measured at 30-second intervals during IT MAX and the maximal power output (P MAX) of each subject was also recorded. The total time of each test was normalized to the percentage of completed trial (10% to 100%, intervals of 10%), and the corresponding RPE was recorded. P MAX was 368 ± 12.7 W and 256 ± 11.2 W for CG and NCG, respectively (P < 0.01). No significant difference in median RPE was observed between groups at any time point. In conclusion, RPE responses did not differ between CG and NCG during IT MAX, suggesting that training level does not influence RPE.
Níveis de treinamento distintos, associados à experiência em realizar esforços exaustivos podem produzir diferentes sensações frente à fadiga. O objetivo deste estudo foi comparar a percepção subjetiva de esforço (PSE) entre ciclistas e não-ciclistas durante teste incremental máximo (TI MAX). Participaram do estudo 23 indivíduos que foram divididos em grupo ciclistas (GC) (n = 12; idade 26,5 ± 4,7 anos; massa corporal 68,2 ± 11kg; estatura 176 ± 8,6cm) e grupo não-ciclistas (GNC) (n=11; idade 25,2 ± 4,0 anos; massa corporal 72,9 ± 9kg; estatura 175,1 ± 6,3cm). Todos realizaram um TI MAX, até a exaustão, do tipo rampa em ciclossimulador, com início a 0 W e incrementos de 20 W.min-1. Durante TI MAX a PSE foi aferida e anotada a cada 30 segundos de teste e, ao final, a potência máxima (P MAX) atingida pelos indivíduos. O tempo total de cada teste foi normalizado em porcentagens (de 10% a 100%, intervalos de 10%), e foi anotada a respectiva PSE para cada intervalo. Os valores de P MAX para GC e GNC foram 368 ± 12,7W e 256 ± 11,2W, respectivamente (P < 0,01). Os valores das medianas das PSE para GC e GNC não apresentaram diferença significativa para nenhuma porcentagem de tempo. Conclui-se que as respostas de PSE não sofreram alterações entre GC e GNC durante TI MAX, sugerindo que o nível de treinamento não influencia a PSE.
Subject: Tolerância ao exercício
Desempenho psicomotor
Psicofisiologia
Exercise tolerance
Psychomotor performance
Psychophysiology
Editor: Universidade Federal de Santa Catarina
Rights: aberto
Identifier DOI: 10.5007/1980-0037.2010v12n3p159
Address: http://dx.doi.org/10.5007/1980-0037.2010v12n3p159
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1980-00372010000300004
Date Issue: 1-Jun-2010
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