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dc.contributor.CRUESPUNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINASpt_BR
dc.identifier(Broch.)pt_BR
dc.descriptionOrientador: Shiguenoli Miyamotopt_BR
dc.descriptionDissertação (mestrado) - Universidade Estadual de Campinas, Instituto de Filosofia e Ciencias Humanaspt_BR
dc.format.extent139 p.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.typeDISSERTAÇÃOpt_BR
dc.titleA globalização ou o mito do fim do Estadopt_BR
dc.contributor.authorSantos Junior, Raimundo Batista dos, 1962-pt_BR
dc.contributor.advisorMiyamoto, Shiguenoli, 1948-pt_BR
dc.contributor.institutionUniversidade Estadual de Campinas. Instituto de Filosofia e Ciências Humanaspt_BR
dc.contributor.nameofprogramPrograma de Pós-Graduação em Ciência Políticapt_BR
dc.subjectRelações internacionaispt_BR
dc.subjectEstado Nacionalpt_BR
dc.subjectGlobalizaçãopt_BR
dc.subjectRegionalismopt_BR
dc.description.abstractResumo: A presente dissertação centra-se na análise da tese do fim do Estado-nação como ator principal das relações internacionais. Busca-se, no estudo, refutar as assertivas dos teóricos da globalização segundo as quais a proeminência de atores não-estatais na política mundial, teria, principalmente a partir da década de 1980, provocado um processo célere de decomposição do poder político estatal. Segundo os globalistas, a estrutura de poder consolidada a partir do Tratado de Paz de Vestfália (1648), que tinha nos Estados nacionais o seu elemento dinâmico, fora, atualmente, fragmentada pela crescente importância assumida pelas empresas transnacionais, ONGs, blocos regionais, indivíduo, etc. A análise do problema apóia-se na concepção de poder infra-estruturalformulada por Michael Mann e na teoriada interdependência.Para Mann, os atuais Estados-nação se consolidaram a partir de uma rede infra-estrutural de poder capaz de enquadrar os atores da sociedade civil, sendo esta o recurso que torna possível a autonomia e a soberania estatal. Conforme a teoria da interdependência, as relações internacionais se orientam, hodiernamente, por uma rede institucional de poder que envolve diferentes atores sociais, sob a tutoria soberana dos Estados-nação. Defende-se, pois, que a evidente proeminência de atores não-estatais não tem sido capaz de desmantelar nem o padrão de infra-estrutura desenvolvido com o ascenso dos Estados nacionais, nem o sistema político internacional estabelecido pelos Estados-nação como unidades sistêmicaspt
dc.description.abstractAbstract: This dissertation analyzes the thesis about the end of the nation-state as the principal agent in international relations. Theorists of globalization have held that the overwhelming influence of nonstate (civilian) actors in world politics, especia1lyfrom the eighties, has provoked the speedy breakdown of the state's political hegemony. According to "globalists", the structure of political power defined and consolidated at the Peace Treaty ofWestphalia in 1648, which had the nation-state as its dynamic element, has become fragmented because of the growing importance of transnational companies, NGOs, regional blocks, the voice of the individual, etc. The present study aims at refuting such assertions. The problem is analyzed based upon Michael Mann's conception of infra-structural power and the theoryofinterdependenry. For Mann, today's nation-states were consolidated from a network of infra-structural power capable of controlling civilian actors in society. Through this mechanism, the state's autonomy and sovereignty were also maintained. According to the theory of interdependency, international relations are presently controlled by an institutional power network which involves different social actors under the sovereign guidance of nation-states. Nonetheless, we hold that the unmistakable preeminence of today's civilian actors has dismantled, neither the centrality of infra-structural power developed with the ascension of the national state, nor destroyed the international political system established by the nation-states as systemic unitsen
dc.publisher[s.n.]pt_BR
dc.date.issued2001pt_BR
dc.identifier.citationSANTOS JUNIOR, Raimundo Batista dos. A globalização ou o mito do fim do Estado. 2001. 139 p. Dissertação (mestrado) - Universidade Estadual de Campinas, Instituto de Filosofia e Ciencias Humanas, Campinas, SP. Disponível em: <http://www.repositorio.unicamp.br/handle/REPOSIP/279396>. Acesso em: 27 jul. 2018.pt_BR
dc.description.degreelevelMestradopt_BR
dc.description.degreedisciplineCiencia Politicapt_BR
dc.description.degreenameMestre em Ciência Políticapt_BR
dc.contributor.committeepersonalnameCosta, Valeriano Mendes Correapt_BR
dc.contributor.committeepersonalnameSaint-Pierre, Hector Luispt_BR
dc.date.defense2001-06-20T00:00:00Zpt_BR
dc.date.available2018-07-27T18:13:58Z-
dc.date.accessioned2018-07-27T18:13:58Z-
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2018-07-27T18:13:58Z (GMT). No. of bitstreams: 1 SantosJunior_RaimundoBatistados_M.pdf: 10022827 bytes, checksum: 44ad2887c99c0291c4bb5d7ebf6b61be (MD5) Previous issue date: 2001en
dc.identifier.urihttp://repositorio.unicamp.br/jspui/handle/REPOSIP/279396-
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