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dc.contributor.CRUESPUNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINASpt_BR
dc.identifier(Broch.)pt_BR
dc.descriptionOrientador: Mauro William Barbosa de Almeidapt_BR
dc.descriptionDissertação (mestrado) - Universidade Estadual de Campinas, Instituto de Filosofia e Ciencias Humanaspt_BR
dc.format.extent262p. : il.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.typeDISSERTAÇÃOpt_BR
dc.titleNa floresta onde vivem mansos e brabos : economia simbolica de acesso a natureza praticada na Reserva Extrativista do Alto Jurua - ACREpt_BR
dc.contributor.authorDias, Carla de Jesuspt_BR
dc.contributor.advisorAlmeida, Mauro William Barbosa de, 1950-pt_BR
dc.contributor.institutionUniversidade Estadual de Campinas. Instituto de Filosofia e Ciências Humanaspt_BR
dc.subjectCaçadorespt_BR
dc.subjectCaçapt_BR
dc.subjectReservas naturais - Alto Juruá (AC)pt_BR
dc.subjectSeringueiros - Amazôniapt_BR
dc.subjectConservação biológicapt_BR
dc.description.abstractResumo: Essa pesquisa tem como principal objetivo compreender como se dá a relação entre humanos e não-humanos-- especialmenteanimais -- na Reserva Extrativista do Alto Juruá. Trata-se de um estudo empírico qualitativo acerca da atividade cinegética praticada pela população que reside esta Reserva. Para isso utilizou-se fontes bibliográficas, material etnográfico e cadernos de monitoramento escritos pelos próprios moradores da região. A Reserva Extrativista do Alto Juruá localiza-se a oeste do estado do Acre, em território da amazônia brasileira; região que é considerada como um hot spot de biodiversidade. A alimentação básica dos moradores da Reserva é a farinha de macaxeira e a carne de peixe ou de caça. Caçar é uma atividade comum na rotina da maioria dos homens que habitam a região. O animal caçado geralmente é dividido entre os parentes e amigos que moram próximos à casa do caçador. Além dessa prática, outras características do processo de acesso à fauna silvestre indicam que o uso desse recurso florestal é feito de modo compartilhado entre os moradores, mas nem por isso harmonioso. Uma das conclusões desta pesquisa é que embora a caça seja uma atividade de pressão ambiental ela é matizada, disciplinada e principalmente pensada pela população da Reserva do Alto Juruá. Na regulação da atividade cinegética opera um paralelo interessante entre direito costumeiro, processos simbólicos e instituições de poder local e nacional. Aqui conhecimento ecológico e felicidade na mata não são apenas sistemas de representações, são formas de manejo em ação. Assim, este estudo contribui para o urgente diálogo entre a biologia da conservação e a antropologiapt
dc.description.abstractAbstract: The main goal of this research is to understand the relationship between humans and nonhumans (particularly animals) in the upper Jurua Extractive Reserve, in the western State of Acre, in the Brazilian Amazonia. The work is based on quantitative and qualitative data on hunting activities by people who live in the area, obtained by means of ethnographic research and also from hunting diaries written by forest dwellers, as well as on historical and bibliographical sources. The food supply of people living in the Jurua Reserve consistis mainly of manioc meal and fish or game. For most men, hunting is an ordinary activity. Meat resulting from hunting is shared among relatives and friends living in the neighbourhood. Use of wild animals for meat is common among upper Jurua river peopIe, but it is not devoid of conflicts, both between humans and between humans and non-humans. One of the research's conclusions is that, although hunting activities are a strain on wild animals, these activities are regulated, diversified, and thought of in a careful way. The regulation of cynegetic activities has interesting paralIels involving local rights, symbolic process and power structures. As we see them, environmental knowIedge and 'happiness' by hunters are not just representation systems, but are instead ways of engaging the forest in action. This research should contribute to a much needed dialogue between conservation biology and anthropologyen
dc.publisher[s.n.]pt_BR
dc.date.issued2004pt_BR
dc.identifier.citationDIAS, Carla de Jesus. Na floresta onde vivem mansos e brabos: economia simbolica de acesso a natureza praticada na Reserva Extrativista do Alto Jurua - ACRE. 2004. 262p. Dissertação (mestrado) - Universidade Estadual de Campinas, Instituto de Filosofia e Ciencias Humanas, Campinas, SP. Disponível em: <http://www.repositorio.unicamp.br/handle/REPOSIP/279060>. Acesso em: 4 ago. 2018.pt_BR
dc.description.degreelevelMestradopt_BR
dc.description.degreedisciplineAntropologia Socialpt_BR
dc.description.degreenameMestre em Antropologia Socialpt_BR
dc.contributor.committeepersonalnameFarage, Nadiapt_BR
dc.contributor.committeepersonalnameCastro, Eduardo Batalha Viveiros dept_BR
dc.date.defense2004-12-20T00:00:00Zpt_BR
dc.date.available2018-08-04T10:25:13Z-
dc.date.accessioned2018-08-04T10:25:13Z-
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2018-08-04T10:25:13Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Dias_CarladeJesus_M.pdf: 19221973 bytes, checksum: 46e6cbdbcaf8562feb99be88a8ab1d3d (MD5) Previous issue date: 2004en
dc.identifier.urihttp://repositorio.unicamp.br/jspui/handle/REPOSIP/279060-
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