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Type: Artigo de periódico
Title: Exercício físico e estresse oxidativo: efeitos do exercício físico intenso sobre a quimioluminescência urinária e malondialdeído plasmático
Title Alternative: Ejercício físico y estres oxidativo: efectos del ejercício físico intenso sobre la quimioluminiscencia urinaria y el malondialdheído plasmático
Physical exercise and oxidative stress: effect of intense physical exercise on the urinary chemiluminescence and plasmatic malondialdehyde
Author: Souza Jr., Tácito Pessoa de
Oliveira, Paulo Roberto de
Pereira, Benedito
Abstract: Several studies have demonstrated that intense physical exercise causes oxidative stress in animals and humans, being possibly related, for instance, to fatigue and tissue lesions. However, the effects of high intensity exercise or training performed by athletes on the occurrence of oxidative stress are not fully clear, possibly due to methodological limitations. The objective of this study was to identify the occurrence of oxidative lesions in lipids due to physical training in athletes, through the quantification of the urinary chemiluminescence and plasmatic malondialdehyde (MDA). Post-exercise samples were collected after four training protocols: a) treadmill running (25-30 min); b) 20 km running performed by marathon runners; c) interval training accomplished by 400 m runners; d) soccer game with 50 min duration; and e) strength training with and without creatine supplementation. In the last four items, only the urinary chemiluminescence was evaluated. The conditions that presented elevation in urinary chemiluminescence after exercise completion were: a) 20 km running; b) soccer game; and c) strength training without creatine supplementation. The treadmill running increased plasmatic MDA concentration during and after its performance, and the plasmatic antioxidant capacity had an inverse behavior compared to the increase in MDA. The exercise used in this work promoted oxidative stress in a different way and this may be related to the duration and the intensity performed by athletes, and not only to intensity. In this work it was also observed that creatine ingestion associated with strength training might work as antioxidant.
Estudos têm demonstrado que o exercício físico intenso provoca estresse oxidativo em animais e humanos, estando possivelmente relacionado, por exemplo, com fadiga e lesões teciduais. Por outro lado, poucos estudos relatam a sua ocorrência em atletas sob treinamento intenso, principalmente devido a problemas metodológicos. O presente estudo teve como objetivo, portanto, estudar em atletas a possível ocorrência de lesões oxidativas em lipídeos em decorrência do exercício físico ou do treinamento através da quantificação da quimioluminescência urinária e malondialdeído (MDA) plasmático. Os exercícios utilizados foram: a) corrida na esteira rolante (25-30min), com a quantificação de ambos os parâmetros e da capacidade antioxidante plasmática total; b) corrida de 20km realizada por maratonistas; c) treinamento intervalado intenso realizado por corredores de 400m rasos; d) jogo de futebol com 50min de duração; e e) treinamento de força/musculação com e sem suplementação com creatina. Nos quatro últimos itens, somente a quimioluminescência urinária foi avaliada. As condições em que se notou elevação significativa na quimioluminescência urinária após a realização do exercício são: a) corrida de 20km; b) jogo de futebol; e c) treinamento de força/musculação sem suplementação com creatina. A corrida na esteira promoveu aumento na concentração plasmática de MDA durante e após a sua realização; a capacidade antioxidante plasmática total modificou-se de forma inversamente proporcional ao aumento no MDA. Os exercícios praticados pelos atletas neste trabalho provocaram estresse oxidativo de maneira diferente, estando possivelmente relacionado com a duração e a intensidade dos mesmos, e não somente com a intensidade. Neste trabalho também se constatou que o consumo de creatina associado ao treinamento de força/musculação pode atuar como antioxidante.
Estudios tienen demostrado que el ejercicio físico intenso provoca estrés oxidativo en animales y humanos, estando posiblemente relacionado, por ejemplo, con fatiga y lesiones tendinosas. Por otro lado, pocos estudios relatan a su hallazgos en atletas bajo entrenamiento intenso, principalmente debido a problemas metodológicos. El presente estudio tiene como objetivo, por tanto, estudiar en atletas la posible ocurrencia de lesiones oxidativas en lípidos en disminución del ejercicio físico o de entrenamiento a través de la cuantificación de la quimioluminescencia urinaria y del malondialdheído (MDA) plasmático. Los ejercicios utilizados fueron: a) carrera en cinta rodante (25-30 min), con la cuantificación de ambos parámetros y de la capacidad antioxidante plasmática total; b) carrera de 20 km realizada por maratonistas; c) entrenamiento intervalado intenso realizado por corredores de 400 m planos; d) juego de fútbol con 50 min de duración y; e) entrenamiento de fuerza / musculación con y sin suplementación con creatina. Los cuatro últimos ítems, solamente la quimioluminescencia urinaria fue evaluada. Las condiciones en que se notó elevación significativa de la quimioluminescencia urinaria después de la realización del ejercício son: a) carrera de 20 kms; b) juego de futbol y; c) entrenamiento de fuerza / musculación sin suplementación con creatina. La carrera en la cinta promovió un aumento en la concentración plasmática de MDA durante y después su realización, siendo que la capacidad antioxidante plasmática total se modificó de forma inversamente proporcional al aumento del MDA. Los ejercícios praticados por los atletas en este trabajo provocaran strés oxidativo de manera diferente, estando posiblemente relacionado con la duración y la intensidad de los mismos, y no solamente con la intensidad. En este trabajo también se constató que el consumo de creatina asociado al entrenamiento de fuerza / musculación puede actuar como antioxidante.
Subject: Exercício físico
Estresse oxidativo
Metabolismo
Espécies reativas de oxigênio
Physical exercise
Oxidative stress
Metabolism
Reactive oxygen species
Editor: Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte
Rights: aberto
Identifier DOI: 10.1590/S1517-86922005000100010
Address: http://dx.doi.org/10.1590/S1517-86922005000100010
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-86922005000100010
Date Issue: 1-Feb-2005
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