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Type: DISSERTAÇÃO
Degree Level: Mestrado
Title: Mensuração da potência mecânica em esforços de alta intensidade na condição laboratorial de corrida atada e na condição de campo em corrida semi-atada e livre
Title Alternative: Mechanical power measurements in laboratory during tethered run sprints and in the field during semi-tethered run and free running sprints
Author: Sousa, Filipe Antônio de Barros, 1988-
Advisor: Gobatto, Claudio Alexandre, 1964-
Abstract: Resumo: Buscando fornecer ferramentas confiáveis para avaliação do desempenho durante a corrida, o objetivo do presente estudo é comparar resultados de potência mecânica horizontal obtida através de uma proposta de fácil aplicação prática (protocolo de RAST) com aqueles oriundos de um sistema de elevada sensibilidade na avaliação de corredores. Dez estudantes universitários ativos e saudáveis do gênero masculino (19,8 ± 2,1 anos; 72,3 ± 6,8 kg; 179 ± 19 cm; 9,8 ± 5,1 %g) e nove atletas especializados em corrida de velocidade também do gênero masculino (20,1 ± 1,9 anos; 68,46 ± 6,18 kg; 178 ± 5 cm; 4,44 ± 1,18 %g) se voluntariaram para o estudo. A coleta de dados se dividiu em duas etapas: a primeira foi realizada com o grupo de indivíduos ativos, com a finalidade de acessar e comparar a reprodutibilidade do sistema de corrida atada em laboratório (CA) e o sistema de corrida semi-atada em campo (CSA). Para isso, os indivíduos realizaram uma sessão em cada ergômetro, composta por duas corridas de 35 metros divididas por um intervalo de 30 minutos e uma corrida de 35 metros em situação de corrida livre em campo. Os resultados oriundos do sistema de CSA se mostraram diferentes em magnitude, porém correlacionados com os dados de CA quando relativizados pelo peso corporal. A reprodutibilidade de ambos os sistemas foi semelhante, porém a força, velocidade e potência obtidas pelo sistema de CSA foram mais bem correlacionadas com a medida de desempenho adotada. A utilização da CSA na segunda etapa das coletas possibilitou a exclusão da influência das diferenças entre avaliações laboratoriais e de campo na análise comparativa entre o sistema e os dados oriundos das equações propostas pelo protocolo de RAST. Essa etapa consistiu da aplicação do protocolo de RAST em pista na condição de corrida livre e na condição semi-atada na amostra de atletas velocistas. Na análise das variáveis mecânicas da condição de CSA, a equação proposta pelo RAST forneceu dados com magnitude semelhante àqueles encontrados pelos sensores do protótipo. Apesar disso, é observada para força e potência uma perda na consistência intra-indivíduo entre a equação do RAST e o sistema de CSA, representado por baixos r de Pearson, e uma razoável precisão como demonstrado por coeficientes de variação por volta de 7-9%. A velocidade é a única variável que mantêm acurácia, precisão e consistência entre as ferramentas de medida. Sendo assim, é possível que as múltiplas derivações e a baixa freqüência de aquisição de dados tenham comprometido o cálculo da força e potência em atletas de elevado desempenho, não sendo sensível para o seu ranqueamento. Concluímos que o sistema de CSA fornece informações reprodutíveis e mais bem relacionadas ao desempenho de pista do que a avaliação laboratorial de CA. As equações oriundas do RAST apresentam alguma acurácia no que diz respeito à magnitude da manifestação de força e potência, porém falha em manter a consistência e precisão ao avaliar corredores de rendimento elevado, se mostrando uma ferramenta não adequada para a classificação dessas qualidades em atletas desse nível

Abstract: Seeking for reliable tools in performance evaluation during sprint running, this study aim relies on the comparison between mechanical power measurements obtained by a practical and easy application protocol (RAST protocol) with a system which provides a high data acquisition frequency. Ten healthy male college students who reported to be active in different sports disciplines (19.8 ± 2.1 years; 72.3 ± 6.8 kg; 179 ± 19 cm; 9.8 ± 5.1 %g) and nine male sprint runners (20.1 ± 1.9 years; 68.46 ± 6.18 kg; 178 ± 5 cm; 4.44 ± 1.18 %g) volunteered to take part in this investigation. The study was divided in two main parts: firstly, in order to assess and compare the laboratory tethered running (TR) system and the field semitethered running (STR) system reliabilities, the active participants undergone two sessions, each session consisting of two 35 meters sprint with a 30 minutes interval in one of the ergometers, as well as one 35 meters sprint in free running condition. STR mechanical parameters presented statistical difference towards TR, but high significance when relative to the individual body mass. The reliability of both parameters were similar, however force, velocity and power measurements were better correlated to performance in STR condition. So, using STR for the second stage of the study enables the isolation of the effect caused by differences between laboratory and field environments during the comparison among mechanical variables measured for the system and RAST's equations. During this stage, the sprint athletes underwent two RAST protocols in free running and STR condition, on two different sessions. In the STR condition, both the sensors and RAST's equations were similar concerning magnitude, but force and power calculated by the equations showed a poor consistency illustrated by weak Pearson's r, and a reasonable precision, based on CV's ranging 7-9%. Velocity parameters derivates based only in time to complete the effort maintained its accuracy, precision and consistency, so that approach is encouraged when a simple analysis in repeated sprint protocols is needed. It is possible that the low data acquisition frequency together with multiple derivations on RAST equations compromised force and power consistency in well trained sprint athletes. In conclusion, STR field evaluation provides reliable data that is more related to performance measures than the laboratory TR. Despite the maintenance of accuracy between RAST equations and STR system regarding force and power, it presented a weak precision and very low consistency when evaluating well trained sprint athletes, raising doubts about its application to evaluate this qualities in that kind of population
Subject: Corridas
Desempenho esportivo
Potência mecânica
Avaliação
Language: Multilíngua
Editor: [s.n.]
Citation: SOUSA, Filipe Antônio de Barros. Mensuração da potência mecânica em esforços de alta intensidade na condição laboratorial de corrida atada e na condição de campo em corrida semi-atada e livre. 2013. 112 f. Dissertação (mestrado) - Universidade Estadual de Campinas, Faculdade de Educação Física, Campinas, SP. Disponível em: <http://www.repositorio.unicamp.br/handle/REPOSIP/275131>. Acesso em: 22 ago. 2018.
Date Issue: 2013
Appears in Collections:FEF - Tese e Dissertação

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