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dc.contributor.CRUESPUNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINASpt_BR
dc.descriptionOrientador Silvia Cristina Franco Amaralpt_BR
dc.descriptionDissertação (mestrado) - Universidade Estadual de Campinas, Faculdade de Educação Físicapt_BR
dc.format.extent145 p. : il.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.typeDISSERTAÇÃOpt_BR
dc.titleLazer e participação em um grupo de praticantes de escaladapt_BR
dc.title.alternativeLeisure and participation on a climbing practionerrspt_BR
dc.contributor.authorVargas, Gabriel Rocha, 1987-pt_BR
dc.contributor.advisorAmaral, Silvia Cristina Franco, 1968-pt_BR
dc.contributor.institutionUniversidade Estadual de Campinas. Faculdade de Educação Físicapt_BR
dc.contributor.nameofprogramPrograma de Pós-Graduação em Educação Físicapt_BR
dc.subjectLazerpt_BR
dc.subjectEscaladapt_BR
dc.subjectParticipação socialpt_BR
dc.subjectEsportes - Sociedadespt_BR
dc.subject.otherlanguageLeisureen
dc.subject.otherlanguageClimbingen
dc.subject.otherlanguageSocial participationen
dc.subject.otherlanguageSport - Societyen
dc.description.abstractResumo: Nessa pesquisa, lanço um olhar sobre o Grupo de Escalada e Montanhismo da Unicamp (GEEU) a partir do pressuposto de que as práticas relacionadas ao grupo de escalada residem na esfera do lazer. Estudo as configurações da participação no GEEU, focando a prática engajada à escalada como irrestrita ao seu exercício, ou seja, que não pode ser explicada analisando apenas a ação da prática central isoladamente. Através das particularidades da sua prática e das relações entre seus participantes, tanto a escalada em geral quanto o GEEU criam espaços para a construção de sentidos que atribuem significados à experiência de lazer. Conforme será demonstrado ao longo do trabalho, essas práticas são potenciais vetores de um lazer que pode ser caracterizado como significativo e promotor da experiência. Assim, o objetivo, nessa pesquisa, é investigar os significados das práticas do GEEU. Para alcançar tal objetivo, exploro a experiência da escalada no referido grupo, os significados que dela emergem e os que são atribuídos pelos sujeitos que nela se envolvem. O método empregado parte da necessidade de adentrar no mundo dos sujeitos pesquisados, conhecendo suas particularidades, os sentidos e os significados. Realizei, então, uma observação participante ao longo de dezoito meses em campo, convivendo com os sujeitos e incorporando o habitus da escalada para uma compreensão aprofundada desse universo. Adicionalmente, conduzi oito entrevistas com membros do GEEU em que algumas informações específicas que não emergiram espontaneamente em campo puderam ser mais bem exploradas. Para auxiliar na compreensão das múltiplas facetas do grupo de escalada, recupero um modelo teórico que traz fundamentos que dialogam extensamente com o visto e o não visto no trabalho de campo: a Serious Leisure Perspective de Robert Stebbins. Lanço mão das categorias definidas por esse modelo para discutir as práticas do GEEU já em um processo de contextualização através de um diálogo com elementos da escalada incorporados na pesquisa de campo. Assim, demonstro que a escalada, como um todo, constitui uma cultura com suas próprias atitudes, crenças, valores, práticas e expectativas. Logo, ela assume a forma de um mundo social. Esses elementos indicam que a existência em grupo e o exercício de uma identidade forjada dentro de um universo com seu ethos e suas idiossincrasias são um fator fundamental na formação de um mundo social como espaço coletivo da experiência de lazer. Ao demonstrar a complexidade do universo da escalada e do GEEU, evidencia-se que não são as sensações ou o status promovido pela ação central, apenas, que constituem a atração e motivação para a participação na atividade. Mais que isso, é a atuação no grupo de escalada que provê uma extensa e profunda carga de sentidos e significados ao participante, preenchendo uma existência individual. O sujeito encontra, além do prazer da atividade, a oportunidade de forjar uma identidade, de compartilhar valores com seus pares, de empreender ações outrora inalcançáveis, de estipular e alcançar suas próprias metas e desafios. Muitas vezes os escaladores visitam o GEEU não para escalar, mas apenas para entrar desfrutar desses elementospt
dc.description.abstractAbstract: In this research, I studied the Unicamp Climbing and Mountaineering Group (GEEU) from the standpoint that the practices related to the climbing group resides in the sphere of leisure. I study settings of participation in GEEU, focusing on the engaged practice of climbing as an unrestricted pursuit, i.e., that cannot be explained only by analyzing the actions of the central practice alone. Through the particularities of this practice and the relations between the participants, both climbing in general as GEEU create spaces for the construction of meanings attached to the leisure experience. As will be demonstrated throughout the work, these practices are potential vectors of a leisure that can be characterized as meaningful and promoter of experience. So, the objective in this research is to investigate the meanings of practices in GEEU. To achieve this goal, I explore the experience of climbing in that group, the meanings that emerge from it and those who are assigned by the subjects involved in it. The method emerges from the need to enter the world of the studied subjects, knowing its particularities, the senses and meanings. It was realized, then, a participant observation over eighteen months on field, living with the subjects and incorporating the climbing habitus for a deeper understanding of this universe. Additionally, I conducted interviews with eight GEEU members in which some specific information that did not emerged previously on the field in a spontaneous sense could be better exploited. To assist in the understanding the multiple facets of the climbing group, I sought a theoretical model that brings grounds that widely dialogues with the seen and not seen in the fieldwork: the Robert Stebbins?s Serious Leisure Perspective. I make use of the categories defined by this model to discuss the practices of GEEU already in a process of contextualization through a dialogue with elements of climbing incorporated in field research. Thus, I show that the climb, as a whole, is a culture with their own attitudes, beliefs, values, practices and expectations. Therefore, it takes the form of a social world. These elements indicate that the existence and exercise of a group identity forged in a universe with its ethos and its idiosyncrasies are a key factor in the formation of a social world as a collective space for leisure experience. Demonstrating the complexity of the universe of climbing and GEEU, it is evident that are not only the sensations or status promoted by central action that constitute the attraction and motivation for participation in the activity. More than that, the participation in the climbing group that provides a wide and deep range of meanings to the participant, filling an individual existence. The subject finds, beside the pleasure of the activity, the opportunity to forge an identity, to share values with their peers, to undertake actions once unreachable, to stipulate and achieve their own goals and challenges. Often, climbers visit the GEEU not to climb, but only to enjoy these elementsen
dc.publisher[s.n.]pt_BR
dc.date.issued2013pt_BR
dc.identifier.citationVARGAS, Gabriel Rocha. Lazer e participação em um grupo de praticantes de escalada. 2013. 145 p. Dissertação (mestrado) - Universidade Estadual de Campinas, Faculdade de Educação Física, Campinas, SP. Disponível em: <http://www.repositorio.unicamp.br/handle/REPOSIP/275092>. Acesso em: 22 ago. 2018.pt_BR
dc.description.degreelevelMestradopt_BR
dc.description.degreedisciplineEducação Fisica e Sociedadept_BR
dc.description.degreenameMestre em Educação Físicapt_BR
dc.contributor.committeepersonalnameRechia, Simone Aparecidapt_BR
dc.contributor.committeepersonalnameDaolio, Jocimarpt_BR
dc.date.available2018-08-22T12:34:44Z-
dc.date.accessioned2018-08-22T12:34:44Z-
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2018-08-22T12:34:44Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Vargas_GabrielRocha_M.pdf: 2249147 bytes, checksum: 8f94e9d3add9bf9c09c6ba3b65272f3e (MD5) Previous issue date: 2013en
dc.identifier.urihttp://repositorio.unicamp.br/jspui/handle/REPOSIP/275092-
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