Please use this identifier to cite or link to this item: http://repositorio.unicamp.br/jspui/handle/REPOSIP/26467
Type: Artigo de periódico
Title: Percepção do estigma da epilepsia em professores do ensino fundamental
Title Alternative: Perception of epilepsy stigma in fundamental school teachers
Author: Fernandes, Paula Teixeira
Souza, Elisabete Abib Pedroso de
Abstract: Epilepsy is a common neurological disorder that brings psychological and academic implications to the children, their family, teachers and friends. The purpose of the study was to identify teachers' perception of epilepsy as a stigma, considering the academic, psychological and cultural aspects of this condition. Questionnaires about their knowledge of epilepsy were distributed to teachers of public schools in Campinas, Brazil. From the 94 answered questionnaires, it was observed that 91.5% knew that epilepsy is a neurological disorder, 40.0% thought that the treatment is with medical follow-up, and 96.8% believed that children must study in a normal school. In relation to beliefs, the fear of a child swallowing the tongue during the seizure appeared in 45.7% of teachers' answers. The searched teachers showed that they have adequate knowledge about epilepsy. However, this reaction contradicts the social attitudes present in our society, which are characterized by prejudice and stigma.
A epilepsia é uma condição neurológica crônica que traz implicações psicológicas e acadêmicas para a criança, sua família, professores e amigos. Este trabalho teve por objetivo identificar a percepção do estigma da epilepsia em professores, levando-se em consideração os aspectos acadêmicos, psicológicos e culturais desta condição. Para isto, foram distribuídos questionários a respeito da epilepsia para professores do ensino fundamental da rede pública de ensino em Campinas. Diante dos 94 questionários respondidos, observou-se que 91,5% dos professores pesquisados sabem que a epilepsia é uma desordem neurológica; 40,0% acham que o tratamento deve ser feito com acompanhamento médico e 96,8% acreditam que as crianças com epilepsia devem freqüentar escola comum. Em relação às crenças, a que mais apareceu foi o medo da criança engolir a língua durante a crise. Os professores pesquisados mostraram possuir conhecimentos adequados a respeito da epilepsia, o que contradiz o observado nas atitudes sociais encontradas em nossa sociedade, que são caracterizadas por preconceito e estigma.
Subject: epilepsia infantil
estigma
escola
childhood epilepsy
stigma
school
Editor: Programa de Pós-graduação em Psicologia, Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Rights: aberto
Identifier DOI: 10.1590/S1413-294X2004000100020
Address: http://dx.doi.org/10.1590/S1413-294X2004000100020
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-294X2004000100020
Date Issue: 1-Apr-2004
Appears in Collections:Unicamp - Artigos e Outros Documentos

Files in This Item:
File Description SizeFormat 
S1413-294X2004000100020.pdf254.7 kBAdobe PDFView/Open


Items in DSpace are protected by copyright, with all rights reserved, unless otherwise indicated.