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Type: Artigo de periódico
Title: Brachytherapy for stage IIIB squamous cell carcinoma of the uterine cervix: survival and toxicity
Title Alternative: Braquiterapia para carcinoma epidermóide do colo do útero estádio IIIB: sobrevida e toxicidade
Author: Zuliani, Antonio Carlos
Cunha, Maércio de Oliveira
Esteves, Sérgio C. B.
Teixeira, Júlio César
Abstract: OBJECTIVE: To compare survival and toxicity of three different treatments for stage IIIB cervix cancer: low-dose-rate (LDR), high-dose-rate (HDR) brachytherapy and association of HDR and chemotherapy. METHODS. Between 1985 and 2005, 230 patients with FIGO stage IIIB squamous cell carcinoma of the uterine cervix received 4-field pelvic teletherapy at doses between 40 and 50.4 Gy, with a different complementation in each group. The LDRB group, with 42 patients, received one or two insertions of LDR, with Cesium-137, in a total dose of 80 to 100Gy at point A. The HDR group, 155 patients received HDR in 4 weekly 7 Gy fractions and 9 Gy to 14.4 Gy applied to the involved parametria. The CHT group, 33 patients, were given the same treatment as the HDR group and received 5 or 6 weekly cycles of cisplatin, 40 mg per m2. RESULTS: The five-year progression-free survival (PFS) was 60% for the HDR group and 45% for the LDR group, and the two-year PFS for the CHT group was 65% (p = 0.02). The five-year Overall Survival (OS) was 65% for the HDR group and 49% for the LDR group. The two-year OS was 86% for the CHT group (p = 0.02). Rectum toxicity grade II was 7% for the LDR group, 4% for the HDR group and 7% for the CHT group that had one case of rectum toxicity grade IV. CONCLUSION: Patients that received HDR had better OS and PFS. The Chemotherapy-HDR association showed no benefit when compared to HDR only. Toxicity rates showed no difference between the three groups.
OBJETIVO: Comparar três diferentes tratamentos para câncer de colo do útero, estádio IIIB: braquiterapia de baixa taxa de dose (LDR), alta taxa de dose (HDR) e associação entre HDR e quimioterapia, quanto à sobrevida e toxicidade. MÉTODOS: Entre 1985 e 2005, 230 pacientes com carcinoma epidermoide de colo do útero estádio IIIB receberam teleterapia pélvica em quatro campos, doses entre 40 e 50.4 Gy, e três complementações diferentes. Grupo LDR, com 42 pacientes, recebeu uma ou duas inserções de LDR, com Césio-137, na dose total de 80 a 100Gy no ponto A. Grupo HDR, 155 pacientes, com HDR em quatro frações semanais de 7 Gy, e 9 Gy a 14.4 Gy nos paramétrios acometidos. Grupo CHT, 33 pacientes, tratadas da mesma forma que o grupo HDR, mais cinco ou seis ciclos semanais de cisplatina, 40 mg por m2. RESULTADOS: A sobrevida livre de progressão em cinco anos (PFS) foi 60% no grupo HDR e 45% no grupo LDR, e a PFS em dois anos para o grupo CHT foi 65% (p = 0.02). A sobrevida global em cinco anos (OS) foi 65% para o grupo HDR e 49% para o grupo LDR. A OS em dois anos foi 86% para o grupo CHT (p = 0.02). Toxicidade retal grau II foi 7% no grupo LDR, 4% no grupo HDR e 7% no grupo CHT, que teve um caso de toxicidade retal grau IV. CONCLUSÃO: Pacientes que receberam HDR tiveram melhores índices de sobrevida. A associação quimioterapia-HDR não mostrou benefício quando comparada com apenas HDR. Os índices de toxicidade não foram diferentes.
Subject: Neoplasias do colo do útero
Radioterapia
Braquiterapia
Quimioterapia
Uterine cervical neoplasms
Radiotherapy
Brachytherapy
Cisplatin
Editor: Associação Médica Brasileira
Rights: aberto
Identifier DOI: 10.1590/S0104-42302010000100013
Address: http://dx.doi.org/10.1590/S0104-42302010000100013
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-42302010000100013
Date Issue: 1-Jan-2010
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