Please use this identifier to cite or link to this item: http://repositorio.unicamp.br/jspui/handle/REPOSIP/251374
Type: TESE
Title: Construção do conhecimento e narrativa = sempre à terceira margem
Title Alternative: Knowledge construction and narrative : always to the third bank
Author: Vives Reñones, Albor
Advisor: Albano, Ana Angélica Medeiros, 1951-
Albano, Ana Angelica
Abstract: Resumo: A construção da narrativa como paralelo, ponto de inflexão e articulação com processos de construção pessoal de saberes e transformações nas relações. Tomar narrativas variadas, literária, filosófica, teatral e musical principalmente, para com elas, a partir delas, por vezes afastando-se, delinear a narrativa pessoal do fazer terapêutico: aquele que transforma. A construção do saber como processo fluido e complexo, vetores intelectivos, sensíveis, intuitivos e viscerais. O conhecimento construído em dupla ou pequenos grupos, atravessado pela história daquele atendimento em outros momentos, pelas histórias do terapeuta e de quem é atendido, pelas leituras, experiências, vidas abertas. A inexistência de um ponto focado a ser atingido, um onde chegar para se saber que era o caminho correto. Por isso à terceira margem: porque por mais que tentemos, o fim nunca está pronto, e sempre poderemos, como opção ou como impossibilidade de que seja diferente, seguir remando.

Abstract: The construction of the narrative as parallel, point of inflection and articulation with processes of personal construction of knowledge and changes in relationships. Taking different narratives, literary, philosophical, theatrical and musical mainly with them, from them, moving away from them sometimes, delineate the personal narrative to the treatment: one that transforms. The construction of knowledge as a process fluid and complex, intellective vectors, sensitive, intuitive and visceral. The knowledge built in pairs or small groups, crossed by the history of that process at other times, the stories of the therapist and who is atended, the readings, experiences, open lives. The lack of a focus point to be reached, a where to arrive and know that this was the right way. So the third bank: because however much we try the end is never done and we can then, as an option or an impossibility to do different, continue paddling.
Resumo: A construção da narrativa como paralelo, ponto de inflexão e articulação com processos de construção pessoal de saberes e transformações nas relações. Tomar narrativas variadas, literária, filosófica, teatral e musical principalmente, para com elas, a partir delas, por vezes afastando-se, delinear a narrativa pessoal do fazer terapêutico: aquele que transforma. A construção do saber como processo fluido e complexo, vetores intelectivos, sensíveis, intuitivos e viscerais. O conhecimento construído em dupla ou pequenos grupos, atravessado pela história daquele atendimento em outros momentos, pelas histórias do terapeuta e de quem é atendido, pelas leituras, experiências, vidas abertas. A inexistência de um ponto focado a ser atingido, um onde chegar para se saber que era o caminho correto. Por isso à terceira margem: porque por mais que tentemos, o fim nunca está pronto, e sempre poderemos, como opção ou como impossibilidade de que seja diferente, seguir remando.

Abstract: The construction of the narrative as parallel, point of inflection and articulation with processes of personal construction of knowledge and changes in relationships. Taking different narratives, literary, philosophical, theatrical and musical mainly with them, from them, moving away from them sometimes, delineate the personal narrative to the treatment: one that transforms. The construction of knowledge as a process fluid and complex, intellective vectors, sensitive, intuitive and visceral. The knowledge built in pairs or small groups, crossed by the history of that process at other times, the stories of the therapist and who is atended, the readings, experiences, open lives. The lack of a focus point to be reached, a where to arrive and know that this was the right way. So the third bank: because however much we try the end is never done and we can then, as an option or an impossibility to do different, continue paddling.
Subject: Terapêutica
Narrativas
Literatura
Arte
Teatro
Language: Português
Editor: [s.n.]
Date Issue: 2010
Appears in Collections:FE - Tese e Dissertação

Files in This Item:
File SizeFormat 
VivesRenones_Albor_D.pdf2.85 MBAdobe PDFView/Open


Items in DSpace are protected by copyright, with all rights reserved, unless otherwise indicated.