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Type: Artigo de periódico
Title: Tratamento cirúrgico do refluxo gastroesofágico na esclerodermia
Title Alternative: Surgical treatment for gastro-esophageal reflux in scleroderma
Author: Lopes, Luiz Roberto
Cunha, André Gusmão
Andreollo, Nelson Adami
Brandalise, Nelson Ary
Abstract: BACKGROUND: Scleroderma is characterized by fibrotic increases in connective tissue. Eshophageal involvement occurs in 75 to 90% of patients. Concern about adding an antireflux valve in a hypotonic esophagus brought up resection surgeries and their morbidity. Later, papers on antireflux techniques showed symptomatic improvements in 69 to 75% of patients. METHODS: Seven female patients (32 to 59 years-old, followed for 6 to 48 months) with scleroderma presented heartburn and six had dysphagia. Four patients with strictures required dilations. Four patients underwent a modified Nissen technique and three underwent Lind technique, by laparoscopy. There was one conversion to open surgery. RESULTS: All patients had some clinical improvement, except for one which had a valve migration. Four patients were classified as Visick I (58%), one as Visick II (14%), one as Visick III (14%), and one as Visick IV (14%). There was no major delay in esophageal clearance on transit studies, and follow-up exams showed no strictures. CONCLUSION: Antireflux operations are efficient to improve reflux symptoms in scleroderma, without worsening esophageal function. Resections are indicated for failure in the first surgery, severe strictures or malignant neoplasms.
OBJETIVO: A esclerodermia é caracterizada pelo aumento fibrótico do tecido conectivo. O envolvimento esofágico atinge 75 a 90% dos pacientes. O receio em se construir uma válvula em um esôfago hipotônico levou às operações de ressecção, que têm morbidade significante. Posteriormente, estudos com técnicas anti-refluxo demonstraram regressão dos sintomas em 69 a 75% dos pacientes. MÉTODO: Sete pacientes femininas (32 a 59 anos, seguimento entre seis e 48 meses) com esclerodermia apresentavam pirose e havia disfagia em seis casos. Quatro pacientes com estenoses necessitaram dilatações. Quatro pacientes foram submetidas à técnica de Nissen modificada e três pacientes à técnica de Lind, por via laparoscópica. Houve uma conversão. RESULTADOS: Todas obtiveram alguma melhora clínica, exceto uma em que houve migração da válvula. Quatro pacientes ficaram com Visick grau I (58%), uma com grau II (14%), uma com grau III (14%) e uma com grau IV (14%). Não houve retardo importante do esvaziamento esofágico à cintilografia, e os exames não demonstraram mais estenoses. CONCLUSÃO: O tratamento cirúrgico anti-refluxo é eficaz em regredir os sintomas da DRGE na esclerodermia, sem comprometer a função esofágica. As ressecções são indicadas para falha do tratamento inicial, pacientes com estenoses graves ou lesões malignas.
Subject: Esclerodermia
Esofagite de refluxo
Fundoplicatura laparoscópica
Scleroderma
Reflux esophagitis
Laparoscopic fundoplication
Editor: Colégio Brasileiro de Cirurgiões
Rights: aberto
Identifier DOI: 10.1590/S0100-69912001000200010
Address: http://dx.doi.org/10.1590/S0100-69912001000200010
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-69912001000200010
Date Issue: 1-Apr-2001
Appears in Collections:Artigos e Materiais de Revistas Científicas - Unicamp

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