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Type: Artigo de periódico
Title: Late onset temporal lobe epilepsy with MRI evidence of mesial temporal sclerosis following acute neurocysticercosis: case report
Title Alternative: Epilepsia de lobo temporal de início tardio com evidências de esclerose mesial temporal após quadro agudo de neurocisticercose: relato de caso
Author: Kobayashi, Eliane
Guerreiro, Carlos A.M.
Cendes, Fernando
Abstract: The objective of this case report is to describe magnetic resonance imaging (MRI) evidence of mesial temporal sclerosis (MTS) in a patient with new onset temporal lobe epilepsy (TLE) and acute neurocysticercosis with multiple cysts. A 56 years old man with new onset headache, Simple Partial Seizures and Complex Partial Seizures underwent CT scan and lumbar puncture as diagnose proceeding. Multiple cysts and meningitis were identified, with a positive immunology for cysticercosis. Seizures were recorded over the left temporal region in a routine EEG. Treatment with albendazole was performed for 21 days, with clinical improvement and seizure remission after 4 months. An MRI scan 11 months after treatment, showed complete resolution of those cystic lesions and a left hippocampal atrophy (HA) with hyperintense T2 signal. The presence of HA and hyperintense T2 signal in this patient has not, to date, been associated with a poor seizure control. CONCLUSIONS: This patient presented with MRI evidence of left MTS after new onset partial seizures of left temporal lobe origin. Although we did not have a previous MRI scan, it is likely that this hippocampal abnormality was due to the acute inflammatory response to cysticercosis associated to repeated partial seizures. This suggests that acute neurocysticercosis associated with repeated seizures may cause MTS and late onset TLE.
O objetivo deste relato é descrever a evidência de esclerose mesial temporal (EMT) por ressonância magnética (RM) em um paciente com epilepsia de lobo temporal (ELT) de início tardio e múltiplos cisticercos. Um paciente de 56 anos previamente hígido, iniciou quadro de cefaléia, crises parciais simples e complexas, sendo realizadas TC de crânio e punção lombar. Foram visualizados múltiplos cistos e meningite com imunologia positiva para cisticercose. Registramos crises com início em região temporal esquerda durante um eletroencefalograma de rotina. Iniciamos tratamento com albendazol, por 21 dias, e observamos melhora clínica e remissão de crises após 4 meses. RM feita 11 meses após o tratamento mostrou resolução completa das lesões císticas e uma atrofia hipocampal (AH) esquerda com hipersinal em T2. A presença de AH com hipersinal em T2 neste paciente não está até o momento associada com crises refratárias. CONCLUSÕES: Apesar de não dispormos de RM previamente ao início do quadro clínico, é provável que esta alteração hipocampal seja decorrente da resposta inflamatória aos cisticercos associadamente às crises parciais repetidas. Isto sugere que formas agudas de neurocisticercose associadas a crises repetidas possam causar EMT e ELT de início tardio.
Subject: epilepsia de lobo temporal
atrofia hipocampal
esclerose mesial temporal
neurocisticercose aguda
temporal lobe epilepsy
hippocampal atrophy
mesial temporal sclerosis
acute neurocysticercosis
Editor: Academia Brasileira de Neurologia - ABNEURO
Rights: aberto
Identifier DOI: 10.1590/S0004-282X2001000200021
Address: http://dx.doi.org/10.1590/S0004-282X2001000200021
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0004-282X2001000200021
Date Issue: 1-Jun-2001
Appears in Collections:Artigos e Materiais de Revistas Científicas - Unicamp

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