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Type: Artigo de periódico
Title: Infância - Educação E Psicanálise: A (im)possibilidade De Diálogo?!infancy - Education And Psychoanalysis: (im)possibilidade Of Dialogue?!
Author: Marinalva Imaculada Cuzin
Abstract: O texto apresenta um breve histórico sobre o conceito de infância, tendo como referência pensadores como Ariès que caracteriza o infante como “não–falante”, não existente. Destaca as transformações influenciadas pelos iluministas, em especial por Rousseau iniciando um processo de direito à fala, à palavra; e o infans para Lacan ocupando um lugar marcado pelo desejo materno, alienando-se na imagem de um Outro. Busca a relação entre psicanálise e educação, a necessidade do professor rever seus conceitos e postura ética para se utilizar dos conhecimentos psicanalíticos em sua prática educativa, num encontro com as diferenças, sendo o conhecimento o objeto de desejo que circula entre professor e aluno e a subjetividade dessa relação entre professor-aluno-conhecimento. Traz a discussão sob a perspectiva do sujeito “que não aprende”, que é “des” qualquer coisa, “des-interessado, des-motivado” e no endereçamento ao professor que é um suposto-saber. Defende uma educação que pensa em “sujeitos” e não em “massas uniformizadas” dentro de uma sala de aula, que respeite a singularidade de cada aluno, apesar do constrangimento e insegurança gerados pelo convívio com as diferenças. Reflete sobre a escola enquanto instituição normativa e a importância da construção do trabalho em grupo. Palavras-chave Infância; Educação; Psicanálise; Saúde mental; Psicose; Relações interpessoais Abstract The text presents a historical briefing about infancy concept, having as reference philosophers, such as Ariès that describe infant as “non-talker”, does not existing. It shows the transformations influenced by the illuminists, in special Rousseau initiating a process of right to the speech, the word and infants for Lacan occupying a place marked for the maternal desire, becoming alienated of one image to Another one. It search’s the relation between psychoanalysis and education, the necessity of the professor to review its concepts and ethical position to use itself of the psychoanalysis knowledge in educative practical its, in a meeting with the differences, being the knowledge the desire object that circulates between professor and pupil and in the subjectivity of this relation between professor-pupil-knowledge. It brings the quarrel under the perspective of the citizen “does not learn” that any thing is “not-interested, not-motivated” and addressing to the professor who is the presumption of knowledge. It defends an education that thinks about “citizens” and not in “group of people” inside of a classroom, that respects the singularity of each pupil, although the constrain and insecurity generated by the relationship with the differences. It reflects on the school as a normative institution and in the importance of the construction of the work in-group. Keywords Infancy; Education; Psychoanalysis; Mental health; Psychosis; Interpersonal relations
Subject: Infância
Educação
Psicanálise
Saúde Mental
Psicose
Relações Interpessoais
Rights: aberto
Address: http://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/etd/article/view/712
Date Issue: 18-Nov-2008
Appears in Collections:Artigos e Materiais de Revistas Científicas - Unicamp

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