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dc.contributor.CRUESPUniversidade Estadual de Campinaspt_BR
dc.typeArtigo de periódicopt_BR
dc.titleA construção do discurso agroecológico no Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST)pt_BR
dc.contributor.authorBorsatto, Ricardo Serrapt_BR
dc.contributor.authorCarmo, Maristela Simões dopt_BR
unicamp.authorBorsatto, Ricardo Serra Universidade Estatual de Campinas Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Agrícolapt_BR
unicamp.authorCarmo, Maristela Simões do Universidade Estatual de Campinas Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Agrícolapt_BR
dc.subjectAgroecologiapt_BR
dc.subjectMSTpt_BR
dc.subjectmovimentos camponesespt_BR
dc.subjectmarxismopt_BR
dc.subjectAgroecologypt_BR
dc.subjectMSTpt_BR
dc.subjectpeasant movementspt_BR
dc.subjectMarxismpt_BR
dc.description.abstractIn the last decade, the Landless Workers Movement (MST - Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra, in Portuguese), which fights for land reform in Brazil, has radically changed its speech towards guidelines recommended by the agroecology. The aim of this study was to understand, from a theoretical-historical approach, the appropriation of the concept agroecology as a motto in the struggle for agrarian reform holded by the MST. Classic conceptions concerning the role of the peasantry in contemporary societies and attempts to make theoretical bridges with the speeches and the actions taken by the MST in its history, based in a documental analysis were conducted. The conclusion is that the defense of agroecology in the MST, based on a chayanovian speech, is on an upward curve, in contrast to the previous prevailing speech of collectivization and promotion of specialized large farm units inspired in the orthodox Marxism. It also points out that the agroecology, for the MST, goes far beyond the productive dimension, adding significant political questions.en
dc.description.abstractNa última década, o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST), que luta pela reforma agrária no Brasil, vem mudando de forma radical o seu discurso para uma proposta mais coerente com as diretrizes preconizadas pela agroecologia. Neste contexto, o intuito do presente trabalho foi o de compreender, a partir de uma abordagem teórico-histórica, a apropriação do conceito agroecologia como bandeira na luta pela reforma agrária defendida pelo MST. Para tanto, partiu-se de revisões sobre as concepções clássicas relativas ao papel do campesinato nas sociedades contemporâneas e buscou-se realizar pontes teóricas com os discursos e as ações praticadas pelo MST em sua história, baseando-se em análise documental. Por fim, este artigo conclui que a defesa da agroecologia no MST, baseada em um discurso chayanoviano, está em curva ascendente, em contraponto ao discurso antes vigente de coletivização e fomento de grandes unidades de exploração agrícola especializadas de inspiração no marxismo ortodoxo. Aponta-se, também, que a agroecologia, para o MST, vai muito além da dimensão produtiva, agregando forte questionamento político.pt
dc.relation.ispartofRevista de Economia e Sociologia Ruralpt_BR
dc.publisherSociedade Brasileira de Economia e Sociologia Ruralpt_BR
dc.date.issued2013-12-01pt_BR
dc.identifier.citationRevista de Economia e Sociologia Rural. Sociedade Brasileira de Economia e Sociologia Rural, v. 51, n. 4, p. 645-660, 2013.pt_BR
dc.language.isoptpt_BR
dc.description.firstpage645pt_BR
dc.description.lastpage660pt_BR
dc.rightsabertopt_BR
dc.sourceSciELOpt_BR
dc.identifier.issn0103-2003pt_BR
dc.identifier.idScieloS0103-20032013000400002pt_BR
dc.identifier.doi10.1590/S0103-20032013000400002pt_BR
dc.identifier.urlhttp://dx.doi.org/10.1590/S0103-20032013000400002pt_BR
dc.identifier.urlhttp://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-20032013000400002pt_BR
dc.date.available2014-07-18T18:19:34Z
dc.date.available2015-11-26T11:39:08Z-
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