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dc.contributor.CRUESPUNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINASpt_BR
dc.contributor.authorunicampBraga, Angélica de Fátima de Assunção-
dc.contributor.authorunicampCarvalho, Vanessa Henriques-
dc.contributor.authorunicampBraga, Franklin Sarmento da Silva-
dc.contributor.authorunicampPereira, Rosa Inês Costa-
dc.typeArtigopt_BR
dc.titleBloqueio combinado raquiperidural para analgesia de parto. Estudo comparativo com bloqueio peridural contínuopt_BR
dc.title.alternativeCombined spinal‐epidural block for labor analgesia. Comparative study with continuous epidural blockpt_BR
dc.contributor.authorBraga, Angélica de Fátima de Assunção-
dc.contributor.authorCarvalho, Vanessa Henriques-
dc.contributor.authorBraga, Franklin Sarmento da Silva-
dc.contributor.authorPereira, Rosa Inês Costa-
dc.subjectRaquianestesiapt_BR
dc.subject.otherlanguageSpinal anesthesiapt_BR
dc.description.abstractO bloqueio peridural lombar constitui técnica eficaz e rotineiramente empregada para alívio da dor do parto e o bloqueio combinado raquiperidural tem como benefícios o emprego de doses menores de anestésicos locais e rápido início de analgesia. O objetivo do estudo foi avaliar comparativamente a eficácia e a segurança de duas técnicas anestésicas: bloqueio combinado raquiperidural e peridural contínua em grávidas submetidas à analgesia de parto. Oitenta gestantes, ASA 2 e 3, apresentação cefálica e dilatação cervical entre cinco e seis centímetros, submetidas à analgesia de parto, distribuídas em dois grupos de acordo com a técnica anestésica: técnica combinada raquiperidural (GI) e peridural contínua (GII). Avaliaram‐se: intensidade de dor antes do bloqueio; tempo para completa analgesia; grau do bloqueio motor; tempo para dilatação cervical total; duração do 2° estágio do trabalho de parto; intensidade de dor durante o 1° e o 2° estágio do trabalho de parto; tipo de parto; uso de ocitocina durante trabalho de parto; parâmetros cardiocirculatórios, respiratórios e eventos adversos maternos; repercussões neonatais. No momento da anestesia a intensidade de dor era semelhante em ambos os grupos. O alívio da dor foi mais rápido no GI (4,5 ± 1,5 min) quando comparado com o GII (11,6 ± 4,6 min) p = 0,01; os escores de dor no primeiro e segundo estágios de parto foram menores no GI (0,9 ± 0,3) e (1,8 ± 0,7) quando comparados com o GII (1,9 ± 0,6) e (2,2 ± 0,5) com p = 0,01 somente no primeiro estágio de trabalho de parto; houve necessidade de complementação com anestésicos locais no GII; partos espontâneos mais frequentes em GI (80% das pacientes) do que em GII (50%) p = 0,045 e instrumentais mais frequentes (p = 0,03) em GII (12 pacientes) quando comparadas com o GI (quatro pacientes); a frequência de partos cesáreos foi significativamente maior (p = 0,02) no Grupo II do que no Grupo I, quatro casos no GI e oito no GII; ausência de alterações cardiocirculatórias e respiratórias maternas e repercussões neonatais; prurido mais frequente no GI (10 pacientes) e (0 paciente no GII) p = 0,02. O bloqueio combinado mostrou‐se eficaz com melhor qualidade de analgesia e maior conforto às gestantes, constitui boa opção para a prática de analgesia obstétricapt_BR
dc.relation.ispartofBrazilian journal of anesthesiologypt_BR
dc.publisher.cityAmsterdam pt_BR
dc.publisher.countryPaíses Baixospt_BR
dc.publisherElsevierpt_BR
dc.date.issued2019-
dc.date.monthofcirculationjan./fev.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.description.volume69pt_BR
dc.description.issuenumber1pt_BR
dc.description.firstpage7pt_BR
dc.description.lastpage12pt_BR
dc.rightsAbertopt_BR
dc.sourceScopuspt_BR
dc.identifier.issn0034-7094pt_BR
dc.identifier.eissn1806-907Xpt_BR
dc.identifier.doi10.1016/j.bjan.2018.08.002pt_BR
dc.identifier.urlhttps://www-sciencedirect.ez88.periodicos.capes.gov.br/science/article/pii/S0034709417300375pt_BR
dc.date.available2020-05-22T23:36:26Z-
dc.date.accessioned2020-05-22T23:36:26Z-
dc.description.provenanceSubmitted by Thais de Brito Barroso (tbrito@unicamp.br) on 2020-05-22T23:36:25Z No. of bitstreams: 0en
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2020-05-22T23:36:26Z (GMT). No. of bitstreams: 0 Previous issue date: 2019en
dc.identifier.urihttp://repositorio.unicamp.br/jspui/handle/REPOSIP/342061-
dc.contributor.departmentDepartamento de Anestesiologiapt_BR
dc.contributor.departmentDepartamento de Anestesiologiapt_BR
dc.contributor.departmentDepartamento de Anestesiologiapt_BR
dc.contributor.departmentDepartamento de Anestesiologiapt_BR
dc.contributor.unidadeFaculdade de Ciências Médicaspt_BR
dc.contributor.unidadeFaculdade de Ciências Médicaspt_BR
dc.contributor.unidadeFaculdade de Ciências Médicaspt_BR
dc.contributor.unidadeFaculdade de Ciências Médicaspt_BR
dc.description.abstractalternativeLumbar epidural block is an effective and routinely used technique for labor pain relief, and the combined spinal‐epidural block has the benefit of using lower doses of local anesthetics and rapid onset of analgesia. The objective of this study was to evaluate the effectiveness and safety of two anesthetic techniques: combined spinal‐epidural block and continuous epidural block in pregnant women for labor analgesia. Methods: Eighty patients, ASA II and III, with cephalic presentation and cervical dilation between 5 and 6 centimeters, undergoing labor analgesia, allocated in two groups according to the anesthetic technique: combined spinal‐epidural (GI) and continuous epidural (GII). Pain severity before the blockade, time to complete analgesia, degree of motor blockade, time to full cervical dilation, duration of the second stage of labor, pain severity during the 1st and 2nd stage of labor, type of delivery, use of oxytocin during labor, maternal cardiocirculatory and respiratory parameters and adverse events, and neonatal repercussions were recorded. Results: At the time of anesthesia, pain severity was similar in both groups. Pain relief was faster in GI (4.5 ± 1.5 min) when compared to GII (11.6 ± 4.6 min) p = 0.01; pain scores in the first and second stages of delivery were lower in GI (0.9 ± 0.3 and 1.8 ± 0.7, respectively) when compared to GII (1.9 ± 0.6 and 2.2 ± 0.5, respectively), with p = 0.01 only in the first stage of labor; there was need for local anesthetics supplementation in GII; there were more frequent spontaneous deliveries in GI (80% of patients) than in GII (50%) (p = 0.045) and more frequent use of instrumental (p = 0.03) in GII (12 patients) compared to GI (4 patients); the frequency of cesarean deliveries was significantly higher (p = 0.02) in Group II than in Group I, with 4 cases in GI and 8 cases in GII; absence of maternal cardiocirculatory and respiratory changes and neonatal repercussions; more frequent pruritus in GI (10 patients) and (0 patients in GII) (p = 0.02). Conclusion: The combined blockade proved to be effective with better quality of analgesia and greater comfort for pregnant women, constituting a good option for the practice of obstetric analgesiapt_BR
dc.subject.keywordRaquiperidural combinadapt_BR
dc.subject.keywordPeridural contínuapt_BR
dc.subject.keywordAnalgesia de partopt_BR
dc.subject.keywordResultados fetais e obstétricospt_BR
dc.identifier.source2-s2.0-85053123532pt_BR
dc.creator.orcidSem informaçãopt_BR
dc.creator.orcidSem informaçãopt_BR
dc.creator.orcidSem informaçãopt_BR
dc.creator.orcid0000-0001-8905-5662pt_BR
dc.type.formArtigo científicopt_BR
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