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dc.contributor.CRUESPUNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINASpt_BR
dc.descriptionOrientador: Patrícia da Silva Melopt_BR
dc.descriptionDissertação (mestrado) - Universidade Estadual de Campinas, Faculdade de Ciências Aplicadaspt_BR
dc.format.extent1 recurso online ( 1 v. (não paginado)) : il., digital, arquivo PDF.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.relation.requiresRequisitos do sistema: Software para leitura de arquivo em PDFpt_BR
dc.typeDISSERTAÇÃO DIGITALpt_BR
dc.titleInibição do crescimento de células leucêmicas humanas por riparinaspt_BR
dc.title.alternativeInhibition of human leukemic cell growth by riparinspt_BR
dc.contributor.authorBaumgarten, Olga Barbara Carvalho, 1986-pt_BR
dc.contributor.advisorMelo, Patricia da Silvapt_BR
dc.contributor.institutionUniversidade Estadual de Campinas. Faculdade de Ciências Aplicadaspt_BR
dc.contributor.nameofprogramPrograma de Pós-Graduação em Ciências da Nutrição e do Esporte e Metabolismopt_BR
dc.subjectFitoquímicospt_BR
dc.subjectCélulas cancerosaspt_BR
dc.subjectLeucemiapt_BR
dc.subjectCitotoxicidadept_BR
dc.subject.otherlanguagePhytochemicalen
dc.subject.otherlanguageCancer cellsen
dc.subject.otherlanguageLeukemiaen
dc.subject.otherlanguageCytotoxicityen
dc.description.abstractResumo: A elevada incidência de câncer na população mundial traz consigo a necessidade de buscar novas alternativas de terapias para o tratamento da doença. Nessa busca, as plantas se mostram cada vez mais eficientes em estudos realizados a partir de seus compostos. Assim, o objetivo do presente estudo foi avaliar três compostos fitoquímicos pertencentes à classe dos alcaloides denominados riparinas (I,II e III), com e sem suplementação de Glutationa (GSH) em três linhagens leucêmicas distintas: HL60, K562 e U937. A citotoxicidade das riparinas foi avaliada em linhagem de células de fibroblastos V79, células que são usadas para estudos de citotoxicidade. A viabilidade celular foi analisada através dos ensaios de redução de MTT e captação do Vermelho Neutro em células leucêmicas tratadas com os três grupos de fitoquímicos. A riparina I acabou por ser mais citotóxica para as linhas de células K562 e U937 do que para células HL60 (valores de IC50 de 125, ~ 60 e 140 ?M , respectivamente). Os efeitos citotóxicos não foram alterados após a suplementação com GSH. A riparina I foi mais citotóxicas em linhagem V79 para avaliar o conteúdo de DNA do que em outros ensaios de viabilidade celular (182 ?M contra 231 e 321 ?M determinado por ensaios MTT e NRU, respectivamente).A riparina I mostra-se mais citotóxica para células leucêmicas e menos para a linhagem V79. A riparina II foi mais eficaz nas linhagens K562 e U937 (IC50 = 27 ?M e 25 ?M, respectivamente) do que em células da linhagem HL60 (IC50 = 100 ?M). A suplementação concomitante de GSH nas células da linhagem U937 tratadas com riparina II tornou as células protegidas contra os efeitos citotóxicos, o que provavelmente indica que o mecanismo de ação é mediada por estresse oxidativo.. Em células de linhagens leucêmicas tratadas com riparina III foram obtidos os IC50 de cerca de 15 ?M em células K562 e U937, com ou sem GSH. Em células HL60, os valores de IC50 obtidos após o tratamento com riparina III foram de 75 e 80 ?M (com e sem a GSH, respectivamente. A riparina III mostrou-se menos citotóxica para células V79 do que as linhas de células leucêmicas. Tais resultados mostraram que riparina II tem efeitos antileucêmicos notáveis em células U937 observados a partir da indução a morte celular por estresse oxidativo e toxicidade reduzida para os fibroblastos. Estes dados sugerem que a riparina II, como uma substância natural com efeitos sobre a inibição do crescimento de células leucêmicas merece atenção em estudos adicionais para examinar o seu mecanismo de ação antitumoralpt
dc.description.abstractAbstract: The high incidence of cancer in the world population brings with it the need to seek new alternatives therapies for the treatment of disease. In this search, the plants are becoming increasingly effective in studies from their compounds. The objective of this study was to evaluate three phytochemical compounds belonging to the class of alkaloids called riparinas (I, II and III), with or without supplementation of glutathione (GSH) in three different leukemic cell lines: HL60, K562 and U937. Cytotoxicity was assessed in the riparinas fibroblast V79 cell line, cells that are used for cytotoxicity studies. Cell viability was analyzed by MTT reduction test and Neutral Red uptake in leukemic cells treated with three groups of phytochemicals. The riparina I turned out to be more cytotoxic to cell lines K562 and HL60 than for U937 cells (IC50 values of 125, 60 and 140 ~ uM, respectively). The cytotoxic effects were not altered after supplementation with GSH. The riparina I was more cytotoxic V79 strain to assess DNA content than in other cell viability assays (182 and 321 uM to 231 uM and NRU determined by MTT assays, respectively) .The I riparina shown to be more cytotoxic to leukemic cells and less to the V79 line. The riparina II was more effective on lines K562 and U937 cells (IC50 = 27 uM and 25 uM, respectively) than in the HL60 cell line (IC 50 = 100 mM). Concomitant supplementation of GSH in the U937 cell line treated with riparina II became the protected cells against the cytotoxic effects, which probably indicates that the mechanism of action is mediated by oxidative stress .. In leukemic cell lines treated with riparina III were obtained IC50 of about 15 uM in K562 and U937 cells, with or without GSH. In HL60 cells the IC50 values obtained after treatment with riparina III were 75 and 80 micrometre (with and without GSH, respectively. The riparina III was less cytotoxic to V79 cells that lines of leukemic cells. Such results showed that riparina II is notable antileukaemic effects observed in U937 cells from cell death induced by oxidative stress and reduced toxicity to fibroblasts. These data suggest that riparina II as a natural substance with inhibiting effect on the growth of leukemic cells deserves attention in additional studies to examine their antitumor mechanism of actionen
dc.publisher[s.n.]pt_BR
dc.date.issued2015pt_BR
dc.identifier.citationBAUMGARTEN, Olga Barbara Carvalho. Inibição do crescimento de células leucêmicas humanas por riparinas. 2015. 1 recurso online ( 1 v. (não paginado)). Dissertação (mestrado) - Universidade Estadual de Campinas, Faculdade de Ciências Aplicadas, Limeira, SP. Disponível em: <http://www.repositorio.unicamp.br/handle/REPOSIP/244512>. Acesso em: 28 ago. 2018.pt_BR
dc.description.degreelevelMestradopt_BR
dc.description.degreedisciplineMetabolismo e Biologia Molecularpt_BR
dc.description.degreenameMestra em Ciências da Nutrição e do Esporte e Metabolismopt_BR
dc.contributor.committeepersonalnameZaratin, Agueda Cleofe Marquespt_BR
dc.contributor.committeepersonalnameSantos, Rosana Francisco Siqueira dospt_BR
dc.contributor.committeepersonalnameAlmeida, Ana Beatriz Albino dept_BR
dc.contributor.committeepersonalnameNeufert, Maruskapt_BR
dc.date.available2018-08-28T03:00:41Z-
dc.date.accessioned2018-08-28T03:00:41Z-
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2018-08-28T03:00:41Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Baumgarten_OlgaBarbaraCarvalho_M.pdf: 2496352 bytes, checksum: aba5a135a3a148133e1f1c148ca8a177 (MD5) Previous issue date: 2015en
dc.identifier.urihttp://repositorio.unicamp.br/jspui/handle/REPOSIP/244512-
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